Irrigação com águas salinas e adubação nitrogenada no cultivo de goiabeira.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: BEZERRA, Idelfonso Leandro.
Orientador(a): GHEYI, Hans Raj. lattes, NOBRE, Reginaldo Gomes. lattes
Banca de defesa: LIMA, Geovani Soares de., LACERDA, Claudivan Feitosa de., CAVALCANTE, Lourival Ferreira., AZEVEDO, Carlos Alberto Vieira de.
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/4509
Resumo: A goiabeira está entre as espécies frutíferas de elevada importância social e econômica para o Nordeste brasileiro, com grande potencial de expansão através de plantios irrigados; no entanto, nesta região, os mananciais hídricos disponíveis para irrigação possuem concentrações elevadas de sais, o que podem comprometer a exploração das frutíferas, inclusive a goiabeira de forma racional, principalmente as consideradas sensíveis e moderadamente sensíveis à salinidade. Neste sentido, objetivou-se avaliar o crescimento, durante dois ciclos de cultivo, aspectos fisiológicos, produção e a qualidade de frutos de goiabeira cv. Paluma sob irrigação com águas de salinidade diferente e doses de nitrogênio. O experimento foi desenvolvido no campo, em uma área experimental do Centro de Ciência e Tecnologia Agroalimentar (CCTA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Pombal, PB. O delineamento experimental foi realizado em blocos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 5 x 4, relativos aos níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa de 0,3; 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m-1 e quatro doses de nitrogênio 70, 100, 130 e 160% da dose recomendada de N sendo a dose padrão 100% - 541,1 mg de N dm-3 de solo com três repetições e duas plantas por parcela. Os efeitos dos diferentes tratamentos foram avaliados mediante variáveis de crescimento aos 90, 120, 150, 255 e 300 dias após o transplantio (DAT) e fisiologia aos 210, 255 e 300 DAT e 180 dias após a poda de frutificação (580 DAT); a produção e a qualidade de frutos foram avaliadas por ocasião da colheita. O efeito interativo foi significativo aos 150 DAT para as variáveis: número de folhas e área foliar indicando efeito decrescente para o fator níveis de salinidade da água de irrigação dentro de cada dose de nitrogênio. O crescimento da goiabeira em número de folhas e ramos, diâmetro de caule, área foliar, taxas de crescimento absoluto e relativo, fitomassa seca de folhas, seca de ramos e seca da parte aérea, decresceram linearmente com o aumento da salinidade da água de irrigação a partir xvi de 0,3 dS m-1. A condutância estomática, concentração interna de CO2, taxa de assimilação de CO2, transpiração, eficiência instantânea no uso da água e teor relativo de água na folha foram afetadas linearmente pela salinidade da água de irrigação, independentemente da dose de nitrogênio utilizada; o incremento da salinidade a partir de 0,3 dS m-1 promoveu aumento da porcentagem de extravasamento de eletrólitos aos 210 e 300 DAT. O número de frutos, massa média de fruto, produção por planta, diâmetro polar e equatorial de fruto foram afetados linearmente pela salinidade da água de irrigação nos dois ciclos de produção. A salinidade da água de irrigação afeta, de forma negativa os teores de sólidos solúveis e de ácido ascórbico de frutos de goiabeira. A utilização de CEa de até 0,96 dS m-1, promove redução aceitável de 10% na produção.
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Paluma sob irrigação com águas de salinidade diferente e doses de nitrogênio. O experimento foi desenvolvido no campo, em uma área experimental do Centro de Ciência e Tecnologia Agroalimentar (CCTA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Pombal, PB. O delineamento experimental foi realizado em blocos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 5 x 4, relativos aos níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa de 0,3; 1,1; 1,9; 2,7 e 3,5 dS m-1 e quatro doses de nitrogênio 70, 100, 130 e 160% da dose recomendada de N sendo a dose padrão 100% - 541,1 mg de N dm-3 de solo com três repetições e duas plantas por parcela. Os efeitos dos diferentes tratamentos foram avaliados mediante variáveis de crescimento aos 90, 120, 150, 255 e 300 dias após o transplantio (DAT) e fisiologia aos 210, 255 e 300 DAT e 180 dias após a poda de frutificação (580 DAT); a produção e a qualidade de frutos foram avaliadas por ocasião da colheita. O efeito interativo foi significativo aos 150 DAT para as variáveis: número de folhas e área foliar indicando efeito decrescente para o fator níveis de salinidade da água de irrigação dentro de cada dose de nitrogênio. O crescimento da goiabeira em número de folhas e ramos, diâmetro de caule, área foliar, taxas de crescimento absoluto e relativo, fitomassa seca de folhas, seca de ramos e seca da parte aérea, decresceram linearmente com o aumento da salinidade da água de irrigação a partir xvi de 0,3 dS m-1. A condutância estomática, concentração interna de CO2, taxa de assimilação de CO2, transpiração, eficiência instantânea no uso da água e teor relativo de água na folha foram afetadas linearmente pela salinidade da água de irrigação, independentemente da dose de nitrogênio utilizada; o incremento da salinidade a partir de 0,3 dS m-1 promoveu aumento da porcentagem de extravasamento de eletrólitos aos 210 e 300 DAT. O número de frutos, massa média de fruto, produção por planta, diâmetro polar e equatorial de fruto foram afetados linearmente pela salinidade da água de irrigação nos dois ciclos de produção. A salinidade da água de irrigação afeta, de forma negativa os teores de sólidos solúveis e de ácido ascórbico de frutos de goiabeira. A utilização de CEa de até 0,96 dS m-1, promove redução aceitável de 10% na produção.Guava is among the fruit species of high social and economic importance for the Northeast of Brazil, with great potential for expansion through irrigated plantations; however, in this region, the water sources available for irrigation have high concentrations of salts, which may compromise the exploitation of fruits, including guava in a rational way, especially of those considered sensitive and moderately sensitive to salinity. In this context, the objective of present study was to evaluate the growth, physiological aspects, production and quality of guava fruits cv. Paluma under irrigation with waters of different salinity and nitrogen doses. The experiment was carried out in the experimental area of the Center for Science and Agrifood Technology (CCTA) of the Federal University of Campina Grande (UFCG), Pombal, PB. The experimental design was performed in randomized blocks, with treatments arranged in a factorial scheme 5 x 4, related to the electrical conductivity levels of the irrigation water - ECw of 0.3; 1.1; 1.9; 2.7 and 3.5 dS m-1 and four nitrogen doses 70, 100, 130 and 160% of the recommended dose of N being the standard dose of 100% corresponding to 541.1 mg of N dm-3 of soil with three replicates and two plants per plot. The effects of the different treatments were evaluated by growth variables at 90, 120, 150, 255 and 300 days after transplanting (DAT) and physiology at 210, 255 and 300 DAT and 180 days after pruning (580 DAT); fruit production and quality were evaluated at the time of harvest. The interactive effect was significant at 150 DAT for the number of leaves and leaf area indicating decreased effect for the factor salinity levels of the irrigation water within each dose of nitrogen. Guava growth in number of leaves and branches, stem diameter, leaf area, absolute and relative growth rates, dry matter of leaf, branches and shoot decreased linearly with increase in salinity of irrigation water from 0.3 dS m-1. The stomatal conductance, internal CO2 concentration, CO2 assimilation rate, transpiration, instantaneous water use efficiency and relative water content in leaf were linearly affected by salinity of xviii irrigation water, regardless of the dose of nitrogen used; the increase in salinity from 0.3 dS m-1 promoted an increase in the percentage of electrolyte leakage at 210 and 300 DAT. The number of fruits, average fruit mass, yield per plant, polar diameter and equatorial fruit diameter were linearly affected by the salinity of the irrigation water in the two production cycles. The salinity of irrigation water negatively affects the soluble solids and ascorbic acid levels of guava fruits. The use of ECw of up to 0.96 dS m-1, promotes an acceptable reduction of 10% in production.Submitted by Lucienne Costa (lucienneferreira@ufcg.edu.br) on 2019-06-25T19:01:49Z No. of bitstreams: 1 IDELFONSO LEANDRO BEZERRA – TESE (PPGEA) 2018.pdf: 2193778 bytes, checksum: 59c36d6febe41552b80ea15b90af6ab1 (MD5)Made available in DSpace on 2019-06-25T19:01:49Z (GMT). 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