Toxicidade do macerado de flores de jurubeba branca e rocha sobre abelhas apis melliferas no sertão paraíbano.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: FERREIRA, Allan Martins. lattes
Orientador(a): DANTAS, Jussara Silva. lattes
Banca de defesa: MARACAJÁ, Patrício Borges., JAPIASSÚ, André.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS
Departamento: Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTA
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/3134
Resumo: Existem componentes secundários do néctar ou pólen em algumas espécies vegetais, que podem ser tóxicas ou repelentes para seus polinizadores. Neste sentido, este trabalho teve por objetivo estudar os efeitos da toxicidade de diferentes concentrações de macerado de flores de Jurubeba roxa e Jurubeba branca, como alimentação para operária de abelhas africanizadas em ambiente controlado. Para tanto, foram realizados bioensaios no Laboratório de Entomologia da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Pombal. Utilizou flores de Câmara e Chumbinho secas e trituradas. O pó das flores foi pesado em três frações diferentes (0,25%, 0,50% e 1,0%) e adicionado ao candi e água. As operarias recém emergidas foram distribuídas em conjunto de 20 insetos por caixa de madeira medindo 11 cm de comprimento por 11 de largura e 7 cm de altura, em três repetições e o controle, perfazendo 12 caixas e 240 abelhas operárias, foram acondicionadas em B. O. D com temperatura ajustada a 32º C e umidade de 70 %. O grupo controle recebeu apenas o candi e água. Diante dos resultados obtidos com a pesquisa pode-se observar que as abelhas do controle permaneceram vivas até os 25 dias atingindo uma média estatística de 20 dias e para as tratadas com 0,25%, 0,50% e 1,0% respectivamente apresentaram mortalidade aos 20, 18 e 13 dias para as abelhas alimentadas com Solanum paniculatum L. Já para as abelhas alimentadas com Solanum albidum Dun, observar-se que as abelhas do controle permaneceram vivas até os 21 dias atingindo uma média estatística de 18 dias e para as tratadas com 0,25%, 0,50% e 1,0% respectivamente apresentaram mortalidade aos 17, 13 e 12 dias. A análise dos dados mostrou diferenças estatísticas significativas entre os tratamentos e o controle, sugerindo efeito tóxico do macerado de obtido a partir de flores de Solanum paniculatum L e Solanum albidum Dun para operárias de abelhas africanizadas Apis mellifera. Sendo assim, podese concluir com a realização deste trabalho que: As abelhas controle permaneceram vivas até os 25 e 21 respectivamente, mediante os tratamentos com Solanum paniculatum L. e Solanum albidum Dun;As abelhas tratadas com as concentrações 0,25%, 0,50% e 1,0% do macerado das flores de Solanum paniculatum L, respectivamente 12 apresentaram mortalidades aos 20, 18 e 13 dias; As abelhas tratadas com as concentrações 0,25%, 0,50% e 1,0% do macerado das flores de Solanum albidum Dun, respectivamente apresentaram mortalidades aos 17, 13 e 12 dias; Flores de Solanum paniculatum L. e Solanum albidum Dun apresentou toxicidade à Apis melífera em condições de ambiente controlado.
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As operarias recém emergidas foram distribuídas em conjunto de 20 insetos por caixa de madeira medindo 11 cm de comprimento por 11 de largura e 7 cm de altura, em três repetições e o controle, perfazendo 12 caixas e 240 abelhas operárias, foram acondicionadas em B. O. D com temperatura ajustada a 32º C e umidade de 70 %. O grupo controle recebeu apenas o candi e água. Diante dos resultados obtidos com a pesquisa pode-se observar que as abelhas do controle permaneceram vivas até os 25 dias atingindo uma média estatística de 20 dias e para as tratadas com 0,25%, 0,50% e 1,0% respectivamente apresentaram mortalidade aos 20, 18 e 13 dias para as abelhas alimentadas com Solanum paniculatum L. Já para as abelhas alimentadas com Solanum albidum Dun, observar-se que as abelhas do controle permaneceram vivas até os 21 dias atingindo uma média estatística de 18 dias e para as tratadas com 0,25%, 0,50% e 1,0% respectivamente apresentaram mortalidade aos 17, 13 e 12 dias. A análise dos dados mostrou diferenças estatísticas significativas entre os tratamentos e o controle, sugerindo efeito tóxico do macerado de obtido a partir de flores de Solanum paniculatum L e Solanum albidum Dun para operárias de abelhas africanizadas Apis mellifera. Sendo assim, podese concluir com a realização deste trabalho que: As abelhas controle permaneceram vivas até os 25 e 21 respectivamente, mediante os tratamentos com Solanum paniculatum L. e Solanum albidum Dun;As abelhas tratadas com as concentrações 0,25%, 0,50% e 1,0% do macerado das flores de Solanum paniculatum L, respectivamente 12 apresentaram mortalidades aos 20, 18 e 13 dias; As abelhas tratadas com as concentrações 0,25%, 0,50% e 1,0% do macerado das flores de Solanum albidum Dun, respectivamente apresentaram mortalidades aos 17, 13 e 12 dias; Flores de Solanum paniculatum L. e Solanum albidum Dun apresentou toxicidade à Apis melífera em condições de ambiente controlado.There are secondary components of nectar or pollen in some plant species, which may be toxic or repellent to their pollinators. In this sense, the objective of this work was to study the toxicity effects of different concentrations of macerated flowers of Jurubeba purple and White Jurubeba, as feed for workmen of Africanized bees in a controlled environment. For that, bioassays were performed at the Entomology Laboratory of the Federal University of Campina Grande, Pombal Campus. He used dried and crushed flowers from Câmara and Chumbinho. The powder of the flowers was weighed into three different fractions (0.25%, 0.50% and 1.0%) and added to the candi and water. The newly emerged workers were distributed in a set of 20 insects per wooden box measuring 11 cm in length by 11 in width and 7 cm in height in three replicates and the control, comprising 12 boxes and 240 worker bees, were conditioned in BO D with temperature set at 32 ° C and humidity of 70%. The control group received only the candi and water. Considering the results obtained with the research, it can be observed that the control bees remained alive until the 25th day reaching a statistical average of 20 days and for those treated with 0.25%, 0.50% and 1.0% respectively presented mortality at 20, 18 and 13 days for bees fed Solanum paniculatum L. For bees fed Solanum albidum Dun, it was observed that control bees remained alive up to 21 days reaching a statistical average of 18 days and for those treated with 0.25%, 0.50% and 1.0% respectively presented mortality at 17, 13 and 12 days. Data analysis showed statistically significant differences between treatments and control, suggesting a toxic effect of macerate obtained from flowers of Solanum paniculatum L and Solanum albidum Dun for workers of Africanized bee Apis mellifera. The control bees remained alive until 25 and 21, respectively, by treatments with Solanum paniculatum L. and Solanum albidum Dun; Bees treated with concentrations of 0.25%, 0, 50% and 1.0% of the macerated flowers of Solanum paniculatum L, respectively, presented mortality at 20, 18 and 13 days; The bees treated with concentrations of 0.25%, 0.50% and 1.0% of the macerated flowers of Solanum albidum Dun, 14 respectively presented mortality at 17, 13 and 12 days; Flowers of Solanum paniculatum L. and Solanum albidum Dun presented toxicity to Melissa Apis under controlled environment conditions.Submitted by JOELMA NASCIMENTO (joelma_goldmann@hotmail.com) on 2019-03-14T13:12:23Z No. of bitstreams: 1 ALLAN MARTINS FERREIRA - DISSERTAÇÃO - PPGSA - ACADÊMICO - 2018.pdf: 828039 bytes, checksum: 4a2553ed073707604d965f034063223b (MD5)Made available in DSpace on 2019-03-14T13:12:23Z (GMT). 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Dissertação (Mestrado Acadêmico em Sistemas Agroindustriais) - Programa de Pós-Graduação em Sistemas Agroindustriais, Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar, Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, Paraíba, Brasil, 2018.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTALLAN MARTINS FERREIRA – DISSERTAÇÃO PPGSA ACADÊMICO 2018.pdf.txtALLAN MARTINS FERREIRA – DISSERTAÇÃO PPGSA ACADÊMICO 2018.pdf.txttext/plain37775https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/3134/4/ALLAN+MARTINS+FERREIRA+%E2%80%93+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGSA+ACAD%C3%8AMICO+2018.pdf.txtcf59975fadf650c18fb4eb216254fec0MD54ORIGINALALLAN MARTINS FERREIRA – DISSERTAÇÃO PPGSA ACADÊMICO 2018.pdfALLAN MARTINS FERREIRA – DISSERTAÇÃO PPGSA ACADÊMICO 2018.pdfapplication/pdf426499https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/3134/3/ALLAN+MARTINS+FERREIRA+%E2%80%93+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGSA+ACAD%C3%8AMICO+2018.pdfc6d6e865c6a082b274f9b412b08791cfMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/3134/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/31342025-07-24 03:49:18.928oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/3134Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T06:49:18Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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