Congelamento inicial da carne suína a baixas temperaturas e posterior armazenagem a -30ºC: alterações das características físicas e organolépticas .
| Ano de defesa: | 2001 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
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| Departamento: |
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2759 |
Resumo: | A carne suína (pernil desossado) foi submetida a seis temperaturas de congelamento, -30, - 60, -90, -120, -150 e -180° C e a três períodos de armazenamento em freezer, 0, 90 e 180 dias a temperatura de -30 ° C. Determinaram-se a cinética de resfriamento e congelamento e as alterações físicas e sensoriais. Para a carne suína congelada a -30 e a - 6 0 ° C, as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento obtiveram um tempo de aproximadamente, 12, 34, 44 e 10, 20, 66 minutos respectivamente. Para as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento quando a carne suína foi congelada a -90 e -120° C , os tempos obtidos foram de aproximadamente 5, 13, 45 e 5, 11, 26 respectivamente. Quando as temperaturas de congelamento foram de -150 e -180° C os tempos obtidos nas fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento foram de 4,5, 40 e 3, 5, 40 respectivamente. O pH apresentou uma tendência de queda nos 90 dias iniciais de armazenamento tendo mantido a partir daí e ate os 180 dias uma tendência de estabilização. A perda de peso do produto durante o armazenamento apresentou uma tendência de aumento. Pôde ser observado que as temperaturas de congelamento só influenciaram a tendência de perda de peso aos 180 dias de armazenamento. A densidade da carne suína em relação ao tempo de armazenamento apresentou uma tendência de alta, tendo sido observado também uma tendência de aumento em relação às temperaturas de congelamento. A resistência à tração das fibras da carne suína apresentou uma tendência de alta até os 90 dias de armazenamento seguido de uma tendência à estabilização durante o restante do armazenamento. A carne suína sofreu influência das temperaturas de congelamento sobre a resistência das fibras. A maciez da carne suína apresentou uma tendência a aumentar durante os 90 dias inicias do armazenamento, apresentando estabilização nos valores durante o restante do armazenamento. As temperaturas de congelamento influenciaram a maciez da carne suína. A aparência e o sabor da carne suína não foram afetados pelo armazenamento nem pelas temperaturas de congelamento. |
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BRAGA, Maria Elita DuarteBRAGA, M. E. D.http://lattes.cnpq.br/4768784008798361MATA, Mário Eduardo Rangel Moreira Cavalcanti.MATA, M. E. R. M. C.http://lattes.cnpq.br/0162244851289477QUEIROZ, Alexandre José de Melo.ALSINA, Odelsia Leonor Sanchez de.MONTEIRO FILHO, A. F.http://lattes.cnpq.br/3132606321784958MONTEIRO FILHO, Antônio Fernandes.A carne suína (pernil desossado) foi submetida a seis temperaturas de congelamento, -30, - 60, -90, -120, -150 e -180° C e a três períodos de armazenamento em freezer, 0, 90 e 180 dias a temperatura de -30 ° C. Determinaram-se a cinética de resfriamento e congelamento e as alterações físicas e sensoriais. Para a carne suína congelada a -30 e a - 6 0 ° C, as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento obtiveram um tempo de aproximadamente, 12, 34, 44 e 10, 20, 66 minutos respectivamente. Para as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento quando a carne suína foi congelada a -90 e -120° C , os tempos obtidos foram de aproximadamente 5, 13, 45 e 5, 11, 26 respectivamente. Quando as temperaturas de congelamento foram de -150 e -180° C os tempos obtidos nas fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento foram de 4,5, 40 e 3, 5, 40 respectivamente. O pH apresentou uma tendência de queda nos 90 dias iniciais de armazenamento tendo mantido a partir daí e ate os 180 dias uma tendência de estabilização. A perda de peso do produto durante o armazenamento apresentou uma tendência de aumento. Pôde ser observado que as temperaturas de congelamento só influenciaram a tendência de perda de peso aos 180 dias de armazenamento. A densidade da carne suína em relação ao tempo de armazenamento apresentou uma tendência de alta, tendo sido observado também uma tendência de aumento em relação às temperaturas de congelamento. A resistência à tração das fibras da carne suína apresentou uma tendência de alta até os 90 dias de armazenamento seguido de uma tendência à estabilização durante o restante do armazenamento. A carne suína sofreu influência das temperaturas de congelamento sobre a resistência das fibras. A maciez da carne suína apresentou uma tendência a aumentar durante os 90 dias inicias do armazenamento, apresentando estabilização nos valores durante o restante do armazenamento. As temperaturas de congelamento influenciaram a maciez da carne suína. A aparência e o sabor da carne suína não foram afetados pelo armazenamento nem pelas temperaturas de congelamento.Pork (boned ham) was submitted to six freezing temperatures, -30, -60, -90, -120, -150 and -180° C and to three periods o f storage in freezer, 0, 90 and 180 days, under temperature o f -30° C. It was determined the kinetics of cooling and freezing and the physical and sensorial alterations. For the frozen pork to -30 and -60° C, the cooling phases, freezing and sub-freezing obtained a time of approximately, 12, 34, 44 and 10, 20, 66 minutes respectively. For the cooling phases, freezing and sub-freezing when the pork was frozen under-90 and -120° C, the obtained times were of approximately 5, 13, 45 and 5, 11, 26 respectively. When the freezing temperatures were o f -150 and -180° C, the times obtained in the cooling phases, freezing and sub-freezing were 4, 5, 40 and 3, 5, 40 respectively. pH presented a fall tendency in the 90 initial days of storage by having maintained since then and until 180 days a tendency of stabilization. The loss o f weight of the product during the storage presented an increase tendency. It can be observed that the freezing temperatures only influenced the tendency of weight loss under 180 days o f storage. The pork density in relation to the time of storage presented a discharge tendency and also it has been observed (an increase tendency) in relation to the freezing temperatures. Resistance to the fibers traction of pork presented a discharge tendency until 90 days of storage followed by a tendency to the stabilization during the rest of the storage. Pork suffered influences by the freezing temperatures on the fibers resistance. Pork softness presented a tendency to increase during the 90 days under storage, by presenting stabilization in the values during the rest of the storage. Freezing temperatures influenced pork softness. Pork appearance and flavor were neither not affected by the storage nor for the freezing temperatures. xiiiSubmitted by Deyse Queiroz (deysequeirozz@hotmail.com) on 2019-02-13T09:28:03Z No. of bitstreams: 1 ANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001..pdf: 9739566 bytes, checksum: f5ef31e09e4cc42abb8ba207ea44f957 (MD5)Made available in DSpace on 2019-02-13T09:28:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001..pdf: 9739566 bytes, checksum: f5ef31e09e4cc42abb8ba207ea44f957 (MD5) Previous issue date: 2001-06Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNEngenharia agrícolaCarne suínaCarne de cerdoPig meatCongelamento da carneMeat freezingCongelación de carneArmazenagem de carnesAlmacenamiento de carneMeat StorageAlterações físicas e organolépticasPhysical and organoleptic changesCambios físicos y organolépticos.Processo de abate - suínoProceso de sacrificio - cerdoSlaughter process - pigDesossa convencional - suínoConventional Boning - PigDeshuesado Convencional - CerdoCinética de congelamentoCinética de congelaciónFreezing KineticsCongelamento inicial da carne suína a baixas temperaturas e posterior armazenagem a -30ºC: alterações das características físicas e organolépticas .Initial freezing of pork at low temperatures and subsequent storage at -30 ° C: changes in physical and organoleptic characteristics.2001-062019-02-13T09:28:03Z2019-02-132019-02-13T09:28:03Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2759MONTEIRO FILHO, Antônio Fernandes. Congelamento inicial da carne suína a baixas temperaturas e posterior armazenagem a -30ºC: alterações das características físicas e organolépticas. 2001. 95f. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Agrícola), Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba - Campus II Campina Grande - Brasil, 2001. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2759info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001.pdf.txtANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001.pdf.txttext/plain134415https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2759/4/ANTONIO+FERNANDES+MONTEIRO+FILHO+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2001.pdf.txtda5f93bc2fd27601b1c9f18366b7d266MD54ORIGINALANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001.pdfANTONIO FERNANDES MONTEIRO FILHO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2001.pdfapplication/pdf10866590https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2759/3/ANTONIO+FERNANDES+MONTEIRO+FILHO+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2001.pdf941b8e9a7d2dfa0c4772db1b51d110e2MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2759/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/27592025-07-24 03:41:24.459oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/2759Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T06:41:24Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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Congelamento inicial da carne suína a baixas temperaturas e posterior armazenagem a -30ºC: alterações das características físicas e organolépticas . MONTEIRO FILHO, Antônio Fernandes. Engenharia agrícola Carne suína Carne de cerdo Pig meat Congelamento da carne Meat freezing Congelación de carne Armazenagem de carnes Almacenamiento de carne Meat Storage Alterações físicas e organolépticas Physical and organoleptic changes Cambios físicos y organolépticos. Processo de abate - suíno Proceso de sacrificio - cerdo Slaughter process - pig Desossa convencional - suíno Conventional Boning - Pig Deshuesado Convencional - Cerdo Cinética de congelamento Cinética de congelación Freezing Kinetics |
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A carne suína (pernil desossado) foi submetida a seis temperaturas de congelamento, -30, - 60, -90, -120, -150 e -180° C e a três períodos de armazenamento em freezer, 0, 90 e 180 dias a temperatura de -30 ° C. Determinaram-se a cinética de resfriamento e congelamento e as alterações físicas e sensoriais. Para a carne suína congelada a -30 e a - 6 0 ° C, as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento obtiveram um tempo de aproximadamente, 12, 34, 44 e 10, 20, 66 minutos respectivamente. Para as fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento quando a carne suína foi congelada a -90 e -120° C , os tempos obtidos foram de aproximadamente 5, 13, 45 e 5, 11, 26 respectivamente. Quando as temperaturas de congelamento foram de -150 e -180° C os tempos obtidos nas fases de resfriamento, congelamento e sub-congelamento foram de 4,5, 40 e 3, 5, 40 respectivamente. O pH apresentou uma tendência de queda nos 90 dias iniciais de armazenamento tendo mantido a partir daí e ate os 180 dias uma tendência de estabilização. A perda de peso do produto durante o armazenamento apresentou uma tendência de aumento. Pôde ser observado que as temperaturas de congelamento só influenciaram a tendência de perda de peso aos 180 dias de armazenamento. A densidade da carne suína em relação ao tempo de armazenamento apresentou uma tendência de alta, tendo sido observado também uma tendência de aumento em relação às temperaturas de congelamento. A resistência à tração das fibras da carne suína apresentou uma tendência de alta até os 90 dias de armazenamento seguido de uma tendência à estabilização durante o restante do armazenamento. A carne suína sofreu influência das temperaturas de congelamento sobre a resistência das fibras. A maciez da carne suína apresentou uma tendência a aumentar durante os 90 dias inicias do armazenamento, apresentando estabilização nos valores durante o restante do armazenamento. As temperaturas de congelamento influenciaram a maciez da carne suína. A aparência e o sabor da carne suína não foram afetados pelo armazenamento nem pelas temperaturas de congelamento. |
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