Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto
| Ano de defesa: | 2011 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Espírito Santo
Mestrado em Oceanografia Ambiental |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Ambiental
|
| Departamento: |
Centro de Ciências Humanas e Naturais
|
| País: |
BR
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufes.br/handle/10/20559 |
Resumo: | A descarga fluvial de água doce pode formar plumas que penetram no oceano costeiro e gerar fluxos de água, sedimento, nutrientes e espécies biológicas que induzem a um número de importantes processos biogeoquímicos costeiros, como aumento ou limitação da produção biológica, ciclos geoquímicos, transporte de poluentes e equilíbrio sedimentar. Assim, torna-se necessário o conhecimento da dinâmica dessas plumas para a gestão integrada entre bacias hidrográficas e ambientes costeiros. A pluma do rio Doce é uma das feições oceanográficas mais proeminentes na plataforma continental do Estado do Espírito Santo, mas sua dinâmica ainda é pouco conhecida. Visando contribuir com informações sobre a variabilidade espaço temporal dessa pluma, o presente estudo utilizou 33 imagens de satélite dos sensores Landsat 5 e 7 e CBERS 2 e 2B para identificar os principais padrões de distribuição superficial da pluma no ambiente marinho os quais foram correlacionados com dados de vazão fluvial (nas 33 imagens) e vento (em 14 imagens). As áreas de pluma variaram entre 0,23 e 29,1 km² com boa correlação com a vazão e foram obtidos cinco padrões de distribuição superficial das plumas: 1) Sem padrão de dispersão comum; 2) Sem padrão de dispersão comum com presença de circulação ciclônica ao sul da desembocadura; 3) Protuberância circular orientada entre SE e S / fluxo anexo para o norte da desembocadura; 4) Dispersão radial a partir da desembocadura e 5) Deslocada para o norte com pequena ou nenhuma dispersão para o sul da desembocadura. De maneira geral, os ventos do quadrante norte auxiliam no espalhamento da pluma para sul e os ventos do quadrante sul limitam esse espalhamento, sendo que alguns indícios indicam que a pluma do rio Doce tenha um espalhamento superficial no ambiente marinho. |
| id |
UFES_3dbeac73f1442865f5d3f69b615096d7 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufes.br:10/20559 |
| network_acronym_str |
UFES |
| network_name_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Ghisolfi, Renato Davidhttps://orcid.org/0000-0001-9695-6442http://lattes.cnpq.br/3746397954560718Barroso, Gilberto Fonsecahttps://orcid.org/0000-0002-4886-4890http://lattes.cnpq.br/8505958970169325Campos, Alexandre Pelisson Manentehttps://orcid.org/0009-0003-8161-1873http://lattes.cnpq.br/0711487681646540 Rigo, Danielhttps://orcid.org/0000-0003-1516-8853http://lattes.cnpq.br/3123069911337026 Bastos, Alex Cardosohttps://orcid.org/0000-0002-1272-1134http://lattes.cnpq.br/2951081353357019 2025-10-31T20:18:39Z2025-10-31T20:18:39Z2011-06-21A descarga fluvial de água doce pode formar plumas que penetram no oceano costeiro e gerar fluxos de água, sedimento, nutrientes e espécies biológicas que induzem a um número de importantes processos biogeoquímicos costeiros, como aumento ou limitação da produção biológica, ciclos geoquímicos, transporte de poluentes e equilíbrio sedimentar. Assim, torna-se necessário o conhecimento da dinâmica dessas plumas para a gestão integrada entre bacias hidrográficas e ambientes costeiros. A pluma do rio Doce é uma das feições oceanográficas mais proeminentes na plataforma continental do Estado do Espírito Santo, mas sua dinâmica ainda é pouco conhecida. Visando contribuir com informações sobre a variabilidade espaço temporal dessa pluma, o presente estudo utilizou 33 imagens de satélite dos sensores Landsat 5 e 7 e CBERS 2 e 2B para identificar os principais padrões de distribuição superficial da pluma no ambiente marinho os quais foram correlacionados com dados de vazão fluvial (nas 33 imagens) e vento (em 14 imagens). As áreas de pluma variaram entre 0,23 e 29,1 km² com boa correlação com a vazão e foram obtidos cinco padrões de distribuição superficial das plumas: 1) Sem padrão de dispersão comum; 2) Sem padrão de dispersão comum com presença de circulação ciclônica ao sul da desembocadura; 3) Protuberância circular orientada entre SE e S / fluxo anexo para o norte da desembocadura; 4) Dispersão radial a partir da desembocadura e 5) Deslocada para o norte com pequena ou nenhuma dispersão para o sul da desembocadura. De maneira geral, os ventos do quadrante norte auxiliam no espalhamento da pluma para sul e os ventos do quadrante sul limitam esse espalhamento, sendo que alguns indícios indicam que a pluma do rio Doce tenha um espalhamento superficial no ambiente marinho.A descarga fluvial de água doce pode formar plumas que penetram no oceano costeiro e gerar fluxos de água, sedimento, nutrientes e espécies biológicas que induzem a um número de importantes processos biogeoquímicos costeiros, como aumento ou limitação da produção biológica, ciclos geoquímicos, transporte de poluentes e equilíbrio sedimentar. Assim, torna-se necessário o conhecimento da dinâmica dessas plumas para a gestão integrada entre bacias hidrográficas e ambientes costeiros. A pluma do rio Doce é uma das feições oceanográficas mais proeminentes na plataforma continental do Estado do Espírito Santo, mas sua dinâmica ainda é pouco conhecida. Visando contribuir com informações sobre a variabilidade espaço temporal dessa pluma, o presente estudo utilizou 33 imagens de satélite dos sensores Landsat 5 e 7 e CBERS 2 e 2B para identificar os principais padrões de distribuição superficial da pluma no ambiente marinho os quais foram correlacionados com dados de vazão fluvial (nas 33 imagens) e vento (em 14 imagens). As áreas de pluma variaram entre 0,23 e 29,1 km² com boa correlação com a vazão e foram obtidos cinco padrões de distribuição superficial das plumas: 1) Sem padrão de dispersão comum; 2) Sem padrão de dispersão comum com presença de circulação ciclônica ao sul da desembocadura; 3) Protuberância circular orientada entre SE e S / fluxo anexo para o norte da desembocadura; 4) Dispersão radial a partir da desembocadura e 5) Deslocada para o norte com pequena ou nenhuma dispersão para o sul da desembocadura. De maneira geral, os ventos do quadrante norte auxiliam no espalhamento da pluma para sul e os ventos do quadrante sul limitam esse espalhamento, sendo que alguns indícios indicam que a pluma do rio Doce tenha um espalhamento superficial no ambiente marinho.Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES)Texthttp://repositorio.ufes.br/handle/10/20559porUniversidade Federal do Espírito SantoMestrado em Oceanografia AmbientalPrograma de Pós-Graduação em Oceanografia AmbientalUFESBRCentro de Ciências Humanas e NaturaisCiências AmbientaisPadrões de distribuição superficial das plumasVazão fluvialVentoAnálise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remotoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes)instname:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)instacron:UFESLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufes.br/bitstreams/be0d5b25-65b3-49b4-a778-b685399de2f4/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51ORIGINALAlexandrePelissonManenteCampos-2011-Dissertacao.pdfAlexandrePelissonManenteCampos-2011-Dissertacao.pdfapplication/pdf2145470http://repositorio.ufes.br/bitstreams/aac979bb-a638-4f4b-8ce2-a6dbd84dd75f/download41c02ff1b51441627b63f6ae155e8f3bMD5210/205592025-10-31 17:27:58.171oai:repositorio.ufes.br:10/20559http://repositorio.ufes.brRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufes.br/oai/requestriufes@ufes.bropendoar:21082025-10-31T17:27:58Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| title |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| spellingShingle |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto Campos, Alexandre Pelisson Manente Ciências Ambientais Padrões de distribuição superficial das plumas Vazão fluvial Vento |
| title_short |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| title_full |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| title_fullStr |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| title_full_unstemmed |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| title_sort |
Análise da variabilidade espacial e temporal da pluma do Rio Doce (ES) através de sensoriamento remoto |
| author |
Campos, Alexandre Pelisson Manente |
| author_facet |
Campos, Alexandre Pelisson Manente |
| author_role |
author |
| dc.contributor.authorID.none.fl_str_mv |
https://orcid.org/0009-0003-8161-1873 |
| dc.contributor.authorLattes.none.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/0711487681646540 |
| dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv |
Ghisolfi, Renato David |
| dc.contributor.advisor-co1ID.fl_str_mv |
https://orcid.org/0000-0001-9695-6442 |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/3746397954560718 |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Barroso, Gilberto Fonseca |
| dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv |
https://orcid.org/0000-0002-4886-4890 |
| dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/8505958970169325 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Campos, Alexandre Pelisson Manente |
| dc.contributor.referee1.fl_str_mv |
Rigo, Daniel |
| dc.contributor.referee1ID.fl_str_mv |
https://orcid.org/0000-0003-1516-8853 |
| dc.contributor.referee1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/3123069911337026 |
| dc.contributor.referee2.fl_str_mv |
Bastos, Alex Cardoso |
| dc.contributor.referee2ID.fl_str_mv |
https://orcid.org/0000-0002-1272-1134 |
| dc.contributor.referee2Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/2951081353357019 |
| contributor_str_mv |
Ghisolfi, Renato David Barroso, Gilberto Fonseca Rigo, Daniel Bastos, Alex Cardoso |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
Ciências Ambientais |
| topic |
Ciências Ambientais Padrões de distribuição superficial das plumas Vazão fluvial Vento |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Padrões de distribuição superficial das plumas Vazão fluvial Vento |
| description |
A descarga fluvial de água doce pode formar plumas que penetram no oceano costeiro e gerar fluxos de água, sedimento, nutrientes e espécies biológicas que induzem a um número de importantes processos biogeoquímicos costeiros, como aumento ou limitação da produção biológica, ciclos geoquímicos, transporte de poluentes e equilíbrio sedimentar. Assim, torna-se necessário o conhecimento da dinâmica dessas plumas para a gestão integrada entre bacias hidrográficas e ambientes costeiros. A pluma do rio Doce é uma das feições oceanográficas mais proeminentes na plataforma continental do Estado do Espírito Santo, mas sua dinâmica ainda é pouco conhecida. Visando contribuir com informações sobre a variabilidade espaço temporal dessa pluma, o presente estudo utilizou 33 imagens de satélite dos sensores Landsat 5 e 7 e CBERS 2 e 2B para identificar os principais padrões de distribuição superficial da pluma no ambiente marinho os quais foram correlacionados com dados de vazão fluvial (nas 33 imagens) e vento (em 14 imagens). As áreas de pluma variaram entre 0,23 e 29,1 km² com boa correlação com a vazão e foram obtidos cinco padrões de distribuição superficial das plumas: 1) Sem padrão de dispersão comum; 2) Sem padrão de dispersão comum com presença de circulação ciclônica ao sul da desembocadura; 3) Protuberância circular orientada entre SE e S / fluxo anexo para o norte da desembocadura; 4) Dispersão radial a partir da desembocadura e 5) Deslocada para o norte com pequena ou nenhuma dispersão para o sul da desembocadura. De maneira geral, os ventos do quadrante norte auxiliam no espalhamento da pluma para sul e os ventos do quadrante sul limitam esse espalhamento, sendo que alguns indícios indicam que a pluma do rio Doce tenha um espalhamento superficial no ambiente marinho. |
| publishDate |
2011 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2011-06-21 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2025-10-31T20:18:39Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2025-10-31T20:18:39Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://repositorio.ufes.br/handle/10/20559 |
| url |
http://repositorio.ufes.br/handle/10/20559 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
Text |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Espírito Santo Mestrado em Oceanografia Ambiental |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Ambiental |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFES |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
BR |
| dc.publisher.department.fl_str_mv |
Centro de Ciências Humanas e Naturais |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Espírito Santo Mestrado em Oceanografia Ambiental |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) instname:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) instacron:UFES |
| instname_str |
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| instacron_str |
UFES |
| institution |
UFES |
| reponame_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) |
| collection |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://repositorio.ufes.br/bitstreams/be0d5b25-65b3-49b4-a778-b685399de2f4/download http://repositorio.ufes.br/bitstreams/aac979bb-a638-4f4b-8ce2-a6dbd84dd75f/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 41c02ff1b51441627b63f6ae155e8f3b |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| repository.mail.fl_str_mv |
riufes@ufes.br |
| _version_ |
1856037482137649152 |