Efeitos da linhaça marrom e dourada na glicemia, na permeabilidade intestinal e na endotoxemia de mulheres com excesso de peso na perimenopausa
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Espírito Santo
BR Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos Centro de Ciências Agrárias e Engenharias UFES Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufes.br/handle/10/4932 |
Resumo: | A menopausa é uma fase da vida da mulher marcada por um aumento de deposição de gordura corporal e com isso desenvolvimento de doenças crônicas não trasmíssiveis. Neste aspecto, a microbiota intestinal tem desempenhado um evidente papel na regulação da homeostase. Abordagens terapêuticas com alimentos ricos em antioxidante e fibras são importantes na redução da inflamação. Assim, este estudo avaliou o efeito da linhaça marrom e dourada sobre as medidas antropométricas, a permeabilidade intestinal, a endotoxemia e a glicemia de jejum de mulheres com excesso de peso na perimenopausa. Durante um período de 12 semanas, 30 mulheres de 40 a 55 anos, com IMC > 25 kg /m2 e < 35 kg /m2, glicemia inferior a 126 mg/dl, foram selecionadas e alocadas em um grupo controle (CT), grupo linhaça marrom (LM) e grupo linhaça dourada (LD). Os grupos LM e LD receberam 40g de linhaça triturada para consumo diário. Todas voluntárias do estudo receberam planejamento dietético com restrição de 250 kcal, orientações nutricionais e passaram por consultas periódicas. No início e no final deste período, foram coletadas amostras de sangue venoso para determinar glicemia de jejum e níveis de lipopolissacarídeo (LPS) sérico. A análise da permeabilidade intestinal foi realizadapor meio da coleta de urina para avaliação da excreção de manitol, excreção de lactulose e razão de lactulose/manitol. Os dados obtidos foram analisados com auxílio do software GraphPad Prism®, versão 6., com um nível de significância de 5%. Os dados de distribuição paramétrica foram submetidos ao teste t e ANOVA, seguido de teste de Tukey e foi empregada correlação Pearson. Para os dados de distribuição não paramétrica utilizou-se o teste de Wilcoxon e teste de Kruskal-Wallis, acompanhado de pelo teste de Dunns e correlação de Spearman. As linhaças marrom e dourada foram semelhantes em relação a sua composição. Além disso, não houve diferenças significaticas entre os grupos (CT, LM e LD) (p>0,05) quanto à antropometria (peso, IMC, circuferência da cintura (CC)), composição corporal (massa magra (MM), massa gorda (MG) e % de gordura corporal (%GC)) e valores de glicemia de jejum. Observou-se reduções significativas do peso corporal, IMC e MG do grupo CT e grupo LD, quando camparado ao tempo basal. Quanto à CC, houve reduções significativas (p<0,05) nos grupos LM e LD. A restrição média alimentar dos grupos foram de (337, 156 e 100 kcal/dia) grupos CT, LM e LD, respectivamente.De forma geral, não houve correlação significativa (p<0,05) para a variáveis permebilidade intestinal vs glicemia de jejum vs LPS. No decorrer do estudo ocorreu redução significativa (p<0,05) na permeabilidade intestinal nos grupos (CT, LM e LD) e também nos níveis de LPS no grupo LM e no grupo LD. Pode-se concluir que as linhaças marrons e douradas foram eficazes redução da permeabilidade intestinal e endotoxemia. A linhaça dourada apresentou melhores efeitos sobre medidas antropométricas e de composição corporal, quando comparada à variedade marrom. |
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