Estudo clínico da influência da força de mordida e do padrão facial na resistência à fratura de diferentes tipos de coroas cerâmicas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Marba, Luciana Fernandes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Espírito Santo
BR
Mestrado em Clinica Odontológica
Centro de Ciências da Saúde
UFES
Programa de Pós-Graduação em Clínica Odontológica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6795
Resumo: The dental ceramics used for making indirect aesthetic restorations can be affected by cracks or fractures during lifetime in the oral environment. This study aims to evaluate the influence of sociodemographic and facial pattern in maximum bite force and consequently the incidence of fractured crowns partial or full ceramic. Data were collected on sociodemographic characteristics and clinical variables from the reading of dental records; facial pattern of the sample from the cephalometric x-ray; values of the maximum bite force were measured from the compression of the sensor FLEXIFORCE EFL (Tekscan, Boston, USA) positioned on the first molar. The statistical non-parametric Mann-Whitney test was applied and the results were tabulated. From the 25 study participants, 16 were females and 9 were males. The age of participants ranged from 30 to 60 years old or more, whereas 15 (60%) were between 30 to 49 years old and 10 (40%) presented with 50 or more years old, with a mean age of 48.92 ± 9 years old. The group had an average maximum bite force of 213N ± 84N. Men showed higher maximum bite force when compared to women (p = 0.05). Males had higher maximum bite force. It was not able to determine the influence of age and facial pattern in the magnitude of maximum bite force. The study found a higher incidence of fractures in male subjects, in subjects aged 30 to 49 years and patients with facial pattern brachycephalic, with different values of maximum bite force.
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