Dinâmica versus estática no programa de pesquisa pós-keynesiano
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Espírito Santo
BR Mestrado em Economia Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas UFES Programa de Pós-Graduação em Economia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufes.br/handle/10/5971 |
Resumo: | The first chapter underlines the fact that economic science is provided with two different paradigms. One accepts the ergodicity hypotesis while the other does not. In a strict sense, this hypothesis refers to the possibility of making relyable statistical forecasts. However, in a broader sense it is tyed up with the notion of the immutability of the economic laws, and pre-determination of the reality. Economic schools o thought that postulates full employment equilibrium as a necessary achievement, are inserted in the ergodic paradigm. Keynes and Post-Keynesian theories are non ergodic. These schools postulate that future is fundamentally uncertain. The levels of employment and income are given by the short and long run expectations, the interest rate and propensity to consume, all historical variables. There is no necessary convergence process to the full employment equilibrium; and they hardly converge to the equilibrium, even when it is below full employment. The shifting equilibrium model, shows that a single error in the short run expectations is capable of rising a systematic sequence of disiquilibrium among realized agregate demand and agregate supply. Harrod s model (considered by Kregel [1980] a variant of the Keynes` model). Exhibits the same results. |
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Dinâmica versus estática no programa de pesquisa pós-keynesianoinstabilityequilibriumnon-ergodicityuncertaintyexpectationsnão-ergodicidadeincertezaexpectativasinstabilidadeequilíbrioIncerteza (Economia)Expectativas racionais (Teoria econômica)Equilíbrio econômicoTeoria Econômica330The first chapter underlines the fact that economic science is provided with two different paradigms. One accepts the ergodicity hypotesis while the other does not. In a strict sense, this hypothesis refers to the possibility of making relyable statistical forecasts. However, in a broader sense it is tyed up with the notion of the immutability of the economic laws, and pre-determination of the reality. Economic schools o thought that postulates full employment equilibrium as a necessary achievement, are inserted in the ergodic paradigm. Keynes and Post-Keynesian theories are non ergodic. These schools postulate that future is fundamentally uncertain. The levels of employment and income are given by the short and long run expectations, the interest rate and propensity to consume, all historical variables. There is no necessary convergence process to the full employment equilibrium; and they hardly converge to the equilibrium, even when it is below full employment. The shifting equilibrium model, shows that a single error in the short run expectations is capable of rising a systematic sequence of disiquilibrium among realized agregate demand and agregate supply. Harrod s model (considered by Kregel [1980] a variant of the Keynes` model). Exhibits the same results.No primeiro capítulo, sublinhamos o fato de que na ciência econômica podem ser encontrados dois paradigmas distintos ligados à hipótese da ergodicidade e da não ergodicidade. Em termos estritos, a hipótese da ergodicidade refere-se à capacidade de previsão estatística. Porém de uma forma abrangente pode-se associar o conceito à natureza imutável das leis regentes dos sistemas e à pré-determinação da realidade. Escolas econômicas que crêem ser o equilíbrio de pleno emprego um estado natural para o qual a economia converge invariavelmente pertencem a este paradigma. Keynes e os Pós-keynesianos inserem-se no paradigma não ergódigo. Estas escolas cultivam a concepção de que o futuro é fundamentalmente incerto, e que os níveis de produto e de emprego são dados em função das expectativas de curto e longo prazo, da taxa de juros e da propensão a consumir, ou seja, determinados por variáveis passíveis de modificação no tempo histórico. Não há convergência pré-determinada ao equilíbrio de pleno emprego e dificilmente atingem ou mantém-se em equilíbrio, mesmo quando este se situa abaixo do pleno emprego. O modelo de equilíbrio móvel, mostra que a partir de uma frustração inicial das expectativas de curto prazo, haverá desequilíbrio sistemático entre a oferta agregada e a demanda agregada realizada. O mesmo resultado é evidenciado no modelo de Harrod, que segundo Kregel (1980) constitui uma variante do modelo de Keynes.Universidade Federal do Espírito SantoBRMestrado em EconomiaCentro de Ciências Jurídicas e EconômicasUFESPrograma de Pós-Graduação em EconomiaHerscovici, Alain Pierre Claude HenriAfonso, Marco Aurélio CroccoGrassi, Robson AntonioKrakowiak, Sérgio2016-12-23T14:00:34Z2007-06-062016-12-23T14:00:34Z2006-09-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisTextapplication/pdfhttp://repositorio.ufes.br/handle/10/5971porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes)instname:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)instacron:UFES2024-07-02T21:41:18Zoai:repositorio.ufes.br:10/5971Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufes.br/oai/requestriufes@ufes.bropendoar:21082024-07-02T21:41:18Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)false |
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