Dinâmica versus estática no programa de pesquisa pós-keynesiano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Krakowiak, Sérgio
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Espírito Santo
BR
Mestrado em Economia
Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas
UFES
Programa de Pós-Graduação em Economia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
330
Link de acesso: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5971
Resumo: The first chapter underlines the fact that economic science is provided with two different paradigms. One accepts the ergodicity hypotesis while the other does not. In a strict sense, this hypothesis refers to the possibility of making relyable statistical forecasts. However, in a broader sense it is tyed up with the notion of the immutability of the economic laws, and pre-determination of the reality. Economic schools o thought that postulates full employment equilibrium as a necessary achievement, are inserted in the ergodic paradigm. Keynes and Post-Keynesian theories are non ergodic. These schools postulate that future is fundamentally uncertain. The levels of employment and income are given by the short and long run expectations, the interest rate and propensity to consume, all historical variables. There is no necessary convergence process to the full employment equilibrium; and they hardly converge to the equilibrium, even when it is below full employment. The shifting equilibrium model, shows that a single error in the short run expectations is capable of rising a systematic sequence of disiquilibrium among realized agregate demand and agregate supply. Harrod s model (considered by Kregel [1980] a variant of the Keynes` model). Exhibits the same results.
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