Avaliação da adsorção da etilenotioureia utilizando esmectita Cu(II) como adsorvente
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Espírito Santo
BR Mestrado em Engenharia Química UFES Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufes.br/handle/10/11042 |
Resumo: | Etilenotioureia é um dos principais produtos de degradação de fungicidas etilenobisditiocarbamatos. Na água, esse contaminante não é eficientemente removido por tratamentos convencionais. A adsorção é uma alternativa economicamente viável para a remoção de etilenotioureia, porém o material escolhido como adsorvente é determinante para a eficiência do processo de adsorção. Este trabalho visou avaliar o desempenho de esmectita saturada com íons Cu(II) como adsorvente alternativo para a remoção do contaminante etilenotioureia de solução aquosa. A esmectita-Cu(II) foi preparada pela saturação da esmectita natural com solução de nitrato de Cu(II). A caracterização antes e depois do tratamento foi realizada por meio das seguintes técnicas: capacidade de troca catiônica (CTC), difração de raios X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Experimentos de adsorção foram realizados em batelada. Os modelos cinéticos de pseudoprimeira ordem, pseudossegunda ordem, Avrami, Elovich e difusão intra-partícula juntamente com os modelos de isotermas de Langmuir, Freundlich, Redlich-Peterson, Sips, Liu e Khan foram aplicados aos dados experimentais de adsorção. Os resultados mostram uma capacidade máxima de adsorção de 37,9 mg g-1 a 55 °C. A análise termodinâmica revelou que a adsorção de etilenotioureia em argila de Cu(II) foi levemente dependente da temperatura. O processo de adsorção foi exotérmico e espontâneo. |
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Avaliação da adsorção da etilenotioureia utilizando esmectita Cu(II) como adsorventeContaminantes emergentesETUEsmectita homoiônicaCu(II)AdsorçãoModelos não lineares (Estatística)Engenharia Química66.0Etilenotioureia é um dos principais produtos de degradação de fungicidas etilenobisditiocarbamatos. Na água, esse contaminante não é eficientemente removido por tratamentos convencionais. A adsorção é uma alternativa economicamente viável para a remoção de etilenotioureia, porém o material escolhido como adsorvente é determinante para a eficiência do processo de adsorção. Este trabalho visou avaliar o desempenho de esmectita saturada com íons Cu(II) como adsorvente alternativo para a remoção do contaminante etilenotioureia de solução aquosa. A esmectita-Cu(II) foi preparada pela saturação da esmectita natural com solução de nitrato de Cu(II). A caracterização antes e depois do tratamento foi realizada por meio das seguintes técnicas: capacidade de troca catiônica (CTC), difração de raios X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Experimentos de adsorção foram realizados em batelada. Os modelos cinéticos de pseudoprimeira ordem, pseudossegunda ordem, Avrami, Elovich e difusão intra-partícula juntamente com os modelos de isotermas de Langmuir, Freundlich, Redlich-Peterson, Sips, Liu e Khan foram aplicados aos dados experimentais de adsorção. Os resultados mostram uma capacidade máxima de adsorção de 37,9 mg g-1 a 55 °C. A análise termodinâmica revelou que a adsorção de etilenotioureia em argila de Cu(II) foi levemente dependente da temperatura. O processo de adsorção foi exotérmico e espontâneo.Universidade Federal do Espírito SantoBRMestrado em Engenharia QuímicaUFESPrograma de Pós-Graduação em Engenharia QuímicaProfeti, DemetriusProfeti, Luciene Paula RobertoNeves, Mirna AparecidaAltoe, Mario Alberto SimonatoBazzarella, Andréia Zacchi2019-04-18T02:12:02Z2019-04-172019-04-18T02:12:02Z2019-02-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisTextapplication/pdfhttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11042porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes)instname:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)instacron:UFES2024-06-24T08:59:46Zoai:repositorio.ufes.br:10/11042Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufes.br/oai/requestriufes@ufes.bropendoar:21082024-06-24T08:59:46Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)false |
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Etilenotioureia é um dos principais produtos de degradação de fungicidas etilenobisditiocarbamatos. Na água, esse contaminante não é eficientemente removido por tratamentos convencionais. A adsorção é uma alternativa economicamente viável para a remoção de etilenotioureia, porém o material escolhido como adsorvente é determinante para a eficiência do processo de adsorção. Este trabalho visou avaliar o desempenho de esmectita saturada com íons Cu(II) como adsorvente alternativo para a remoção do contaminante etilenotioureia de solução aquosa. A esmectita-Cu(II) foi preparada pela saturação da esmectita natural com solução de nitrato de Cu(II). A caracterização antes e depois do tratamento foi realizada por meio das seguintes técnicas: capacidade de troca catiônica (CTC), difração de raios X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS). Experimentos de adsorção foram realizados em batelada. Os modelos cinéticos de pseudoprimeira ordem, pseudossegunda ordem, Avrami, Elovich e difusão intra-partícula juntamente com os modelos de isotermas de Langmuir, Freundlich, Redlich-Peterson, Sips, Liu e Khan foram aplicados aos dados experimentais de adsorção. Os resultados mostram uma capacidade máxima de adsorção de 37,9 mg g-1 a 55 °C. A análise termodinâmica revelou que a adsorção de etilenotioureia em argila de Cu(II) foi levemente dependente da temperatura. O processo de adsorção foi exotérmico e espontâneo. |
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