Escala angular de oscilações acústicas bariônicas de dados SDSS.
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Espírito Santo
BR Mestrado em Física Centro de Ciências Exatas UFES Programa de Pós-Graduação em Física |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufes.br/handle/10/14871 |
Resumo: | A maioria das análises de dados assume um modelo cosmológico e, embora esses métodos funcionem bem, é importante verificar suas consistências de forma independente da cosmologia. Essa discussão entre análises dependentes e independentes de modelos tem se intensificado nos últimos anos, com a crescente tensão entre os parâmetros deduzidos do universo observável inicial e tardio. A tensão mais forte na cosmologia hoje diz respeito à determinação da constante de Hubble, a taxa de expansão atual do universo [1, 2, 3]. Os resultados a partir da radiação cósmica de micro-ondas e das supernovas Ia, calibradas pelas Cefeidas, mostram uma discordância da ordem de 4 sigma. Então, é importante medir a expansão cósmica por meio de técnicas alternativas, como o agrupamento de galáxias. Conforme previsto pelo modelo ΛCDM, deve existir uma escala preferencial impressa na distribuição das galáxias (chamada Sound Horizon). Essas Oscilações Acústicas Bariônicas (BAO) podem ser medidas pela função de correlação espacial, porém isso assume um modelo cosmológico para calcular as distâncias entre as galáxias. Uma alternativa é medir a função de correlação angular sem assumir um modelo cosmológico, como feito por [4, 5, 6] que analisou os dados da colaboração do Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Os resultados da análise da função de correlação angular mostraram tensão em relação à da função de correlação espacial. Aqui, analisamos os dados finais das observações do BOSS e eBOSS para investigar essa tensão. Embora usemos uma abordagem semelhante a [6], melhoramos a metodologia e desenvolvemos um novo pipeline de análise para fornecer uma análise independente. Confirmamos, em parte, a tensão entre as análises das funções de correlação angular e espacial. Finalmente, usamos as medidas da escala BAO para restringir os parâmetros do modelo padrão. |
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Escala angular de oscilações acústicas bariônicas de dados SDSS.Angular Scale of Baryonic Acoustic Oscillations from SDSS DataBAOcosmologiaSDSSBOSSeBOOSsubject.br-rjbnFísicaA maioria das análises de dados assume um modelo cosmológico e, embora esses métodos funcionem bem, é importante verificar suas consistências de forma independente da cosmologia. Essa discussão entre análises dependentes e independentes de modelos tem se intensificado nos últimos anos, com a crescente tensão entre os parâmetros deduzidos do universo observável inicial e tardio. A tensão mais forte na cosmologia hoje diz respeito à determinação da constante de Hubble, a taxa de expansão atual do universo [1, 2, 3]. Os resultados a partir da radiação cósmica de micro-ondas e das supernovas Ia, calibradas pelas Cefeidas, mostram uma discordância da ordem de 4 sigma. Então, é importante medir a expansão cósmica por meio de técnicas alternativas, como o agrupamento de galáxias. Conforme previsto pelo modelo ΛCDM, deve existir uma escala preferencial impressa na distribuição das galáxias (chamada Sound Horizon). Essas Oscilações Acústicas Bariônicas (BAO) podem ser medidas pela função de correlação espacial, porém isso assume um modelo cosmológico para calcular as distâncias entre as galáxias. Uma alternativa é medir a função de correlação angular sem assumir um modelo cosmológico, como feito por [4, 5, 6] que analisou os dados da colaboração do Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Os resultados da análise da função de correlação angular mostraram tensão em relação à da função de correlação espacial. Aqui, analisamos os dados finais das observações do BOSS e eBOSS para investigar essa tensão. Embora usemos uma abordagem semelhante a [6], melhoramos a metodologia e desenvolvemos um novo pipeline de análise para fornecer uma análise independente. Confirmamos, em parte, a tensão entre as análises das funções de correlação angular e espacial. Finalmente, usamos as medidas da escala BAO para restringir os parâmetros do modelo padrão.Most data analyses assume a cosmological model and, although these methods work well, it is important to verify their consistencies in a model-independent way. This discussion between model dependent and independent analyses has been intensified over the last years, with the increasing tension between the parameters deduced from early and late universe observable. The strongest tension in cosmology today regards the determination of the Hubble constant, the present-day expansion rate of the universe [1, 2, 3]. Determinations from the cosmic microwave background and Cepheids-calibrated supernovae Ia show a disagreement at about 4 sigma level. It is then important to measure the cosmic expansion through alternative techniques such as galaxy clustering. As predicted by the ΛCDM model, it must exist a preferable scale imprinted in the distribution of galaxies (called Sound Horizon). These Baryonic Acoustic Oscillations (BAO) can be measured by the spatial correlation function, but that assumes a cosmological model to calculate the distances between the galaxies. An alternative is to measure the angular correlation function without assuming a cosmological model, as pioneered by [4, 5, 6] which analyzed the data from Sloan Digital Sky Survey (SDSS) collaboration. The results from the angular correlation function analysis showed tension with respect to the one from the spatial correlation function. Here, we analyze the final data releases from the BOSS and eBOSS surveys in order to investigate this tension. While we use an approach similar to [6], we improve on the methodology and develop a new analysis pipeline so as to provide an independent analysis. We confirm, in part, the tension between the angular and spatial correlation function analyses. Finally, we use the measurements of the BAO scale in order to constrain the standard model parameters.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal do Espírito SantoBRMestrado em FísicaCentro de Ciências ExatasUFESPrograma de Pós-Graduação em FísicaMarra, Valeriohttps://orcid.org/0000000277731579http://lattes.cnpq.br/6846011112691877https://orcid.org/0000-0003-4572-0100http://lattes.cnpq.br/3127169151920883Rodrigues, Davi Cabralhttps://orcid.org/0000000316835443http://lattes.cnpq.br/5465449494182034Leo, Armando Bartolome Bernuihttps://orcid.org/0000-0003-3034-0762http://lattes.cnpq.br/6926651124954505Piattella, Oliver Fabiohttps://orcid.org/0000000345580574http://lattes.cnpq.br/5707156831919279Silva, Ranier Menote Lemes2024-05-30T00:49:38Z2024-05-30T00:49:38Z2021-08-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisTextapplication/pdfhttp://repositorio.ufes.br/handle/10/14871porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes)instname:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)instacron:UFES2025-03-06T11:09:00Zoai:repositorio.ufes.br:10/14871Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufes.br/oai/requestriufes@ufes.bropendoar:21082025-03-06T11:09Repositório Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (riUfes) - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)false |
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