Vibrio parahaemolyticus: isolamento e identificação em crustáceos e moluscos da Baía de Sepetiba

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1977
Autor(a) principal: Barros, Glênio Cavalcanti de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
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Idioma: por
Instituição de defesa: Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária-Higiene Veterinária e POA
Higiene Veterinária e Processamento Tecnológico de Produtos de Origem Animal
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/18046
Resumo: Foi estudada a incidência de Vibrio parahaemolyticus em amostras de moluscos e crustáceos, coletados na Baía de Sepetiba no Rio de Janeiro no período compreendido entre 06/07 e 23/11/76. Os camarões, Penaeus (Litopenaeus) schitti, Burkenroad, apresentaram uma contaminação relativamente baixa, considerando que, de 50 amostras analisadas, apenas 19 (38%) se apresentaram contaminadas pelo Vibrio parahaemolyticus. A população média foi de 13,22 x 103, com uma variação nas contagens de 2,8 x 103 a 60 x 103 células viáveis, tendo sido utilizado a técnica do N.M.P. (número mais possível). As amostras de ostras, Crassostrea rhizophorae, Guilding, apresentaram uma elevada contaminação, com presença de bactéria em 100% das amostras analisadas. Entretanto a população detectada foi relativamente baixa, 3,02 x 103 vibriões por grama de amostra, oscilando entre 7,4 x 103 e 7,6 x 103. No que diz respeito a capacidade hemolítica das estirpes isoladas, de camarões, 9 (15,78%) se apresentaram Kanagawa positivas no Wagatsuma médium e das 90 culturas isoladas, de ostras, 13 (14,44%) apresentaram o fenômeno de Kanagawa. As culturas sacarose positivas (154) foram diferenciadas e revelaram uma elevada porcentagem de Vibrio anguillarum (83,7%) e apenas 11,6% se apresentaram como Vibrio algynoliticus.
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