Geo-grafia do Sul: por outro ordenamento territorial na cidade - quilombo urbano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santana Filho, Diosmar Marcelino de
Orientador(a): Barbosa, Jorge Luiz
Banca de defesa: Anjos, Rafael Sanzio de Araújo dos, Pereira, Gabriela Leandro, Lima, Ivaldo Gonçalves de, Martins, Flávia Elaine da Silva
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40603
Resumo: A presente tese de doutoramento apresentada propõe um novo construto epistêmico e metodológico ao ordenamento territorial com análise das formas e processos que evidenciam o quilombo urbano como uma unidade diaspórica na Base Territorial Brasileira. Um estudo que conceitua pelas palavras miruato, quilombismo, aquilombar e combaro, as epistemologias que demostram a invisibilidade e visibilidade dos terreiros de candomblé, dos templos de culto afrobrasileiro, das comunidades quilombolas, dos territórios quilombolas e da densidade populacional Negra na cidade do Salvador, Bahia, planejada ao longo dos séculos pelas dinâmicas convergentes do racismo. Tem como objetivo a análise socioespacial do espaço urbano da cidade do Salvador com vista ao reconhecimento do quilombo urbano como uma categoria da Base Territorial Brasileira. A tese enriquece a ciência geográfica ao estabelecer as proposições do quilombismo como categoria sistêmica para as metodologias de análise socioespacial de reconhecimento do quilombo urbano como subdivisão intraurbana municipal em conformidade com o Art. 30 da Constituição Federal de 1988. Pela técnica geoespacial de modelar a “Área de Análise Socioespacial de Salvador e RMS” com o georreferenciamento de cento e trinta e seis terreiros de candomblé e templos de culto afrobrasileiro, sete comunidades e territórios quilombolas, em oito subdistritos no município de Salvador na fronteira metropolitana com os municípios de Lauro de Freitas e Simões Filho. E desenvolver uma base conceitual e metodológica com esquema e diagrama, para a elaboração de estudos de análise socioespacial e modelagem de dados geográficos, que inovam o ordenamento territorial com as formas diaspóricas afrobrasileira de ordenar pelo direito as terras urbanas das cidades do Sul no século XXI.
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spelling Santana Filho, Diosmar Marcelino deBarbosa, Jorge LuizAnjos, Rafael Sanzio de Araújo dosPereira, Gabriela LeandroLima, Ivaldo Gonçalves deMartins, Flávia Elaine da Silva2025-10-22T15:52:39Z2025-10-22T15:52:39ZSANTANA FILHO, Diosmar Marcelino de. Geo-grafia do Sul: por outro ordenamento territorial na cidade - quilombo urbano. 2025. 214 f. Tese (Doutorado em Geografia) - Programa de Pós-Graduação em Geografia, Instituto de Geociências, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2025.https://app.uff.br/riuff/handle/1/40603A presente tese de doutoramento apresentada propõe um novo construto epistêmico e metodológico ao ordenamento territorial com análise das formas e processos que evidenciam o quilombo urbano como uma unidade diaspórica na Base Territorial Brasileira. Um estudo que conceitua pelas palavras miruato, quilombismo, aquilombar e combaro, as epistemologias que demostram a invisibilidade e visibilidade dos terreiros de candomblé, dos templos de culto afrobrasileiro, das comunidades quilombolas, dos territórios quilombolas e da densidade populacional Negra na cidade do Salvador, Bahia, planejada ao longo dos séculos pelas dinâmicas convergentes do racismo. Tem como objetivo a análise socioespacial do espaço urbano da cidade do Salvador com vista ao reconhecimento do quilombo urbano como uma categoria da Base Territorial Brasileira. A tese enriquece a ciência geográfica ao estabelecer as proposições do quilombismo como categoria sistêmica para as metodologias de análise socioespacial de reconhecimento do quilombo urbano como subdivisão intraurbana municipal em conformidade com o Art. 30 da Constituição Federal de 1988. Pela técnica geoespacial de modelar a “Área de Análise Socioespacial de Salvador e RMS” com o georreferenciamento de cento e trinta e seis terreiros de candomblé e templos de culto afrobrasileiro, sete comunidades e territórios quilombolas, em oito subdistritos no município de Salvador na fronteira metropolitana com os municípios de Lauro de Freitas e Simões Filho. E desenvolver uma base conceitual e metodológica com esquema e diagrama, para a elaboração de estudos de análise socioespacial e modelagem de dados geográficos, que inovam o ordenamento territorial com as formas diaspóricas afrobrasileira de ordenar pelo direito as terras urbanas das cidades do Sul no século XXI.This doctoral thesis proposes a new epistemic and methodological construct for territorial planning, analysing the forms and processes that highlight the urban quilombo as a diasporic unit in the Brazilian Territorial Base. A study that conceptualises through the words miruato, quilombismo, aquilombar and combaro, the epistemologies that demonstrate the invisibility and visibility of candomblé terreiros, Afro-Brazilian temples of worship, quilombola communities, quilombola territories and the density of the Black population in the city of Salvador, Bahia, planned over the centuries by the converging dynamics of racism. Its objective is the socio-spatial analysis of the urban space of the city of Salvador with a view to recognising the urban quilombo as a category of the Brazilian Territorial Base. The thesis enriches geographical science by establishing the propositions of quilombismo as a systemic category for the methodologies of socio-spatial analysis for recognising the urban quilombo as a municipal intra-urban subdivision in accordance with Article 30 of the 1988 Federal Constitution. Through the geospatial technique of modelling the ‘Salvador and RMS Socio-Spatial Analysis Area’ with the georeferencing of one hundred and thirty-six candomblé terreiros and temples of Afro-Brazilian worship, seven quilombola communities and territories, in eight sub-districts in the municipality of Salvador on the metropolitan border with the municipalities of Lauro de Freitas and Simões Filho. And to develop a conceptual and methodological basis, with diagrams and schemes, for the development of socio-spatial analysis studies and geographic data modelling, which innovate territorial planning with Afro-Brazilian diasporic forms of urban land planning in the cities of the South in the 21st century.214CC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessGeo-grafia do Sul: por outro ordenamento territorial na cidade - quilombo urbanoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisOrdenamento territorialCidadesQuilombo urbanoOrdenamento territorialQuilombo urbanoBase Territorial BrasileiraSalvador (BA)Territorial planningCitiesUrban quilomboDoutoradoUniversidade Federal FluminenseInstituto de GeociênciasPrograma de Pós-Graduação em Geografia2025Niterói, RJporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFFORIGINALTese 250 - Diosmar Marcelino de Santana Filho.pdfTese 250 - Diosmar Marcelino de Santana Filho.pdfapplication/pdf26454188https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/40603/1/Tese%20250%20-%20Diosmar%20Marcelino%20de%20Santana%20Filho.pdfa0f6cdcf659c5ac27fd8786baa91ad1cMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/40603/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD521/406032025-10-22 12:52:39.876oai:app.uff.br:1/40603TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202025-10-22T15:52:39Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false
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