Pixação/graffiti e a desobediência: cartografando adolescências
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/39730 |
Resumo: | Esta pesquisa aborda a adolescência pobre no Brasil, a partir de uma cartografia dos processos de produção de subjetividade insurgentes na atualidade, como forma de resistência à criminalização e à morte. Tomamos a Pixação/Graffiti como formas de expressão que nos levam à aproximação da desobediência enquanto algo positivo, produtor de coletividade e saúde. Buscamos, com isso, desconstruir a patologização da adolescência e rever o conceito de psicopatia que se atrela a essa experiência, desconstruindo dicotomias segregadoras. Aproximamo-nos de uma conceituação acerca da adolescência, que a aproxima da desobediência enquanto positividade. Para isso, contamos com o pensamento de D. W. Winnicott e W. Reich. Utilizando os conceitos de “liso e estriado”, de Deleuze e Guattari, na análise da Pixação/Graffiti enquanto artes que se dão num mesmo platô, pensamos na dimensão interventora dessas “Artistações” na cidade enquanto partes do processo de subjetivação da juventude contemporânea. Seguindo uma perspectiva transdisciplinar da clínica, entendemos a Pixação/Graffiti como uma prática clínica produtora de saúde. |
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