Confiabilidade nodal em sistemas de potência
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Resumo: | Um dos principais problemas na área da análise de confiabilidade composta é a dimensão do espaço de estados: se todos os estados representativos de um sistema de potência fossem analisados, a avaliação completa da confiabilidade composta envolveria esforços computacionais proibitivos. Em vista disso, nos algoritmos e técnicas disponíveis para a execução de tais estudos, várias simplificações são inseridas, de modo a reduzir as exigências que seriam, de outra forma, demandadas. Naturalmente, tais simplificações exigem um profundo conhecimento do comportamento dos sistemas e devem ser cuidadosamente administradas, de maneira que se evitem suposições incorretas que possam levar a resultados não realistas da avaliação da confiabilidade do sistema. Dentre as simplificações comumente adotadas destaca-se a representação de subestações por nós do sistema elétrico, sem que suas topologias internas sejam consideradas. Como conseqüência, falhas originadas em subestações – podendo causar um significativo impacto no sistema elétrico – são negligenciadas. Esta Dissertação apresenta uma nova metodologia que subsidia a avaliação do efeito de falhas em componentes de subestações sobre o sistema elétrico como um todo, através de um conjunto de índices nodais de confiabilidade. Essa metodologia está baseada na determinação de quais elementos conectados ao nó representativo da subestação na modelagem tradicional, tornar-se-ão indisponíveis quando da ocorrência de uma falha na subestação. A metodologia aqui descrita compreende 3 etapas fundamentais: modelagem dos principais elementos de uma subestação, sob a forma de espaço de estados simplificado; determinação de um modelo estocástico eqüivalente para a subestação (neste modelo, cada estado representa o isolamento de um ou mais dos elementos conectados à subestação); cálculo de indicadores nodais. Diversas aplicações da metodologia descrita são apresentadas, tanto em subestações fictícias de sistemas-testes quanto em arranjos reais do sistema elétrico brasileiro |
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Confiabilidade nodal em sistemas de potênciaNodal reliability in power systemsSistemas de energia elétricaConfiabilidadeSubestaçõesFreqüênciaDuraçãoSistema de energia elétricaConfiabilidadeSubestação elétricaPower systemsReliabilityStationsFrequencyDurationUm dos principais problemas na área da análise de confiabilidade composta é a dimensão do espaço de estados: se todos os estados representativos de um sistema de potência fossem analisados, a avaliação completa da confiabilidade composta envolveria esforços computacionais proibitivos. Em vista disso, nos algoritmos e técnicas disponíveis para a execução de tais estudos, várias simplificações são inseridas, de modo a reduzir as exigências que seriam, de outra forma, demandadas. Naturalmente, tais simplificações exigem um profundo conhecimento do comportamento dos sistemas e devem ser cuidadosamente administradas, de maneira que se evitem suposições incorretas que possam levar a resultados não realistas da avaliação da confiabilidade do sistema. Dentre as simplificações comumente adotadas destaca-se a representação de subestações por nós do sistema elétrico, sem que suas topologias internas sejam consideradas. Como conseqüência, falhas originadas em subestações – podendo causar um significativo impacto no sistema elétrico – são negligenciadas. Esta Dissertação apresenta uma nova metodologia que subsidia a avaliação do efeito de falhas em componentes de subestações sobre o sistema elétrico como um todo, através de um conjunto de índices nodais de confiabilidade. Essa metodologia está baseada na determinação de quais elementos conectados ao nó representativo da subestação na modelagem tradicional, tornar-se-ão indisponíveis quando da ocorrência de uma falha na subestação. A metodologia aqui descrita compreende 3 etapas fundamentais: modelagem dos principais elementos de uma subestação, sob a forma de espaço de estados simplificado; determinação de um modelo estocástico eqüivalente para a subestação (neste modelo, cada estado representa o isolamento de um ou mais dos elementos conectados à subestação); cálculo de indicadores nodais. Diversas aplicações da metodologia descrita são apresentadas, tanto em subestações fictícias de sistemas-testes quanto em arranjos reais do sistema elétrico brasileiroOne of the main problems in the composite reliability analysis area is the space state dimension: if all power system states were analyzed, the complete evaluation would involve prohibitive computational efforts. Therefore, the available algorithms and techniques for the execution of such studies should be simplified, aiming to reduce the computational efforts. Such simplifications require a deep knowledge of the systems behavior and should be carefully selected, so that incorrect assumptions are avoided. One commonly adopted simplification refers to substation topology representation. Usually it is disregarded and the substation is represented as a simple fictitious electrical node. As a consequence, substation originated failures – which may cause significant impacts on the electric system – are neglected. This Dissertation presents a new methodology that tackles substation originated failures evaluation. This methodology is based on the determination of which terminal elements will become unavailable as a result of each substation component failure occurrence. The methodology comprises 3 fundamental phases: substation elements modeling, in form of simplified state spaces; determination of a equivalent stochastic model for each substation (in this model, each state represents one or more isolated elements connected at the substation); nodal indices calculations. Several applications of the described methodology are presented, including examples using fictitious test-systems and actual stations from the Brazilian power system274 f.Schilling, Marcus TheodorCoutto Filho, Milton Brown doSouza, Julio Cesar Stacchini deFontoura Filho, Roberto NogueiraArentz, Davi Sixel2024-08-13T16:14:13Z2024-08-13T16:14:13Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfARENTZ, Davi Sixel. Confiabilidade nodal em sistemas de potência. 2001. 274 f. Dissertação (Mestrado em Computação) - Programa de Pós-Graduação em Computação, Instituto de Computação, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2001.https://app.uff.br/riuff/handle/1/34124ark:/87559/001300000g0k4CC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2024-08-13T16:14:18Zoai:app.uff.br:1/34124Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202024-08-13T16:14:18Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false |
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Um dos principais problemas na área da análise de confiabilidade composta é a dimensão do espaço de estados: se todos os estados representativos de um sistema de potência fossem analisados, a avaliação completa da confiabilidade composta envolveria esforços computacionais proibitivos. Em vista disso, nos algoritmos e técnicas disponíveis para a execução de tais estudos, várias simplificações são inseridas, de modo a reduzir as exigências que seriam, de outra forma, demandadas. Naturalmente, tais simplificações exigem um profundo conhecimento do comportamento dos sistemas e devem ser cuidadosamente administradas, de maneira que se evitem suposições incorretas que possam levar a resultados não realistas da avaliação da confiabilidade do sistema. Dentre as simplificações comumente adotadas destaca-se a representação de subestações por nós do sistema elétrico, sem que suas topologias internas sejam consideradas. Como conseqüência, falhas originadas em subestações – podendo causar um significativo impacto no sistema elétrico – são negligenciadas. Esta Dissertação apresenta uma nova metodologia que subsidia a avaliação do efeito de falhas em componentes de subestações sobre o sistema elétrico como um todo, através de um conjunto de índices nodais de confiabilidade. Essa metodologia está baseada na determinação de quais elementos conectados ao nó representativo da subestação na modelagem tradicional, tornar-se-ão indisponíveis quando da ocorrência de uma falha na subestação. A metodologia aqui descrita compreende 3 etapas fundamentais: modelagem dos principais elementos de uma subestação, sob a forma de espaço de estados simplificado; determinação de um modelo estocástico eqüivalente para a subestação (neste modelo, cada estado representa o isolamento de um ou mais dos elementos conectados à subestação); cálculo de indicadores nodais. Diversas aplicações da metodologia descrita são apresentadas, tanto em subestações fictícias de sistemas-testes quanto em arranjos reais do sistema elétrico brasileiro |
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