Respeite as minas: a territorialidade feminina no movimento hip-hop em Campos dos Goytacazes e Macaé
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Resumo: | O Hip-hop desde seu surgimento é visto como uma cultura juvenil urbana predominantemente masculina e/ou masculinizada, porque, ainda que existam mulheres, a participação delas ainda é inferior aos dos homens. Nesse sentido, as relações desiguais de gênero e as imagens criadas a respeito do papel da mulher na sociedade têm provocado discussões acerca do discurso sexista não só no Hip-hop, como também na ciência geográfica. Assim, esta dissertação discute questionamentos acerca dos temas gênero e feminismo no Hip-hop nas cidades de Campos dos Goytacazes e Macaé, norte do estado do Rio de Janeiro. Para tanto, consideramos as formas de apropriação dos espaços nas cidades e a influência das redes sociais virtuais para articulação dessas jovens. Ressaltamos a importância dos estudos de gênero na geografia, que propõe a articulação entre raça, classe e sexualidade para uma metodologia que contemple a pluralidade dos sujeitos. Assumimos o método qualitativo de pesquisa, onde foi realizado o estudo netnográfico e a utilização de entrevistas semiestruturadas realizadas com as minas do rap, bem como a observação participante abrolhada da convivência junto aos coletivos pré-selecionados |
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Respeite as minas: a territorialidade feminina no movimento hip-hop em Campos dos Goytacazes e MacaéGêneroHip-hopFeminismoRedes sociaisHip-hop (Cultura popular)TerritorialidadeRapCultura urbanaGenreFeminismSocial networksHip hopO Hip-hop desde seu surgimento é visto como uma cultura juvenil urbana predominantemente masculina e/ou masculinizada, porque, ainda que existam mulheres, a participação delas ainda é inferior aos dos homens. Nesse sentido, as relações desiguais de gênero e as imagens criadas a respeito do papel da mulher na sociedade têm provocado discussões acerca do discurso sexista não só no Hip-hop, como também na ciência geográfica. Assim, esta dissertação discute questionamentos acerca dos temas gênero e feminismo no Hip-hop nas cidades de Campos dos Goytacazes e Macaé, norte do estado do Rio de Janeiro. Para tanto, consideramos as formas de apropriação dos espaços nas cidades e a influência das redes sociais virtuais para articulação dessas jovens. Ressaltamos a importância dos estudos de gênero na geografia, que propõe a articulação entre raça, classe e sexualidade para uma metodologia que contemple a pluralidade dos sujeitos. Assumimos o método qualitativo de pesquisa, onde foi realizado o estudo netnográfico e a utilização de entrevistas semiestruturadas realizadas com as minas do rap, bem como a observação participante abrolhada da convivência junto aos coletivos pré-selecionadosCAPESHip-hop since its emergence is seen as an urban youth culture predominantly masculine and / or masculinized, because, although there are women, their participation is still lower than that of men. In this sense, unequal gender relations and images created regarding the role of women in society have provoked discussions about sexist discourse not only in Hip-hop, but also in geographic science. Thus, this dissertation discusses questions about the themes of gender and feminism in Hip-hop in the cities of Campos dos Goytacazes and Macaé, in the north of the state of Rio de Janeiro. Therefore, we consider the forms of appropriation of spaces in cities and the influence of virtual social networks for the articulation of these young women. We emphasize the importance of gender studies in geography, which proposes the articulation between race, class and sexuality for a methodology that contemplates the plurality of subjects. We assume the qualitative method of research, where the netnographic study was carried out and the use of semi-structured interviews carried out with the rap mines, as well as the participant observation of the coexistence with the pre-selected groups178 f.Bernardes, Antônio HenriqueMalagoli, Marco Antônio SampaioSilva, Joseli MariaMachado, Bárbara Brederhttp://lattes.cnpq.br/5038140537561563http://lattes.cnpq.br/6785212671844982http://lattes.cnpq.br/6785212671844982http://lattes.cnpq.br/9121682448903195http://lattes.cnpq.br/3417019499339673http://lattes.cnpq.br/6132106075115936Tavares, Thais Dias2021-03-22T21:19:03Z2021-03-22T21:19:03Z2020info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfTAVARES, Thaís Dias. Respeite as minas: a territorialidade feminina no movimento hip-hop em Campos dos Goytacazes e Macaé. 2020. 175 p. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal Fluminense, Campos dos Goytacazes, 2020.https://app.uff.br/riuff/handle/1/21460ark:/87559/001300000hh78http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/CC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2021-09-20T13:43:50Zoai:app.uff.br:1/21460Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202021-09-20T13:43:50Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false |
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O Hip-hop desde seu surgimento é visto como uma cultura juvenil urbana predominantemente masculina e/ou masculinizada, porque, ainda que existam mulheres, a participação delas ainda é inferior aos dos homens. Nesse sentido, as relações desiguais de gênero e as imagens criadas a respeito do papel da mulher na sociedade têm provocado discussões acerca do discurso sexista não só no Hip-hop, como também na ciência geográfica. Assim, esta dissertação discute questionamentos acerca dos temas gênero e feminismo no Hip-hop nas cidades de Campos dos Goytacazes e Macaé, norte do estado do Rio de Janeiro. Para tanto, consideramos as formas de apropriação dos espaços nas cidades e a influência das redes sociais virtuais para articulação dessas jovens. Ressaltamos a importância dos estudos de gênero na geografia, que propõe a articulação entre raça, classe e sexualidade para uma metodologia que contemple a pluralidade dos sujeitos. Assumimos o método qualitativo de pesquisa, onde foi realizado o estudo netnográfico e a utilização de entrevistas semiestruturadas realizadas com as minas do rap, bem como a observação participante abrolhada da convivência junto aos coletivos pré-selecionados |
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