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Avaliação da microestrutura, dureza e resistência à corrosão por pites da zona termicamente afetada simulada dos aços UNS S32205 e UNS S32750

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Pecly, Plinio Henrique Rangel
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/0013000004dcx
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://app.uff.br/riuff/handle/1/30653
Resumo: Os aços inoxidáveis austeno-ferríticos UNS S32205 e UNS S32750, empregados neste estudo, possuem uma microestrutura na qual a composição de ferrita e austenita tem frações volumétricas próximas a 50 %. Todas as amostras ensaiadas foram produzidas pela técnica “Simulação Termomecânica Gleeble” adotando as temperaturas de pico: 800, 1000, 1200 e 1350 ºC, usando como base o modelo de transmissão de calor de Rykalin 2D. Estas temperaturas representam isotermas encontradas na zona termicamente afetada de juntas soldadas desses aços. Foram realizados ensaios de corrosão para o levantamento das temperaturas críticas de pite (CPT), conforme a norma ASTM G150. As CPTs dos aços inoxidáveis super duplex foram superiores às do aço duplex e as curvas contendo as médias das temperaturas para cada aço foram muito semelhantes. As temperaturas de 20 e 800 ºC apresentaram um modo ascendente, atingindo a temperatura máxima em 1000 ºC, havendo um declínio, a partir desta temperatura, até atingir a menor temperatura em 1350 ºC. Com as temperaturas de pico 1200 e 1350 ºC apresentando as menores CPTs, este fato pode estar relacionado com a presença de nitretos de cromo. Por outro lado, a temperatura de pico 1000 ºC, para ambos os aços, foi aquela onde foram obtidos os melhores resultados de CPT. Em função da alta à taxa de resfriamento encontrada na faixa t (12/8), nenhuma fase intermetálica, como sigma e chi, foi detectada nas amostras para ambos os aços. Isto era incialmente esperado, em função do baixo valor do aporte térmico estabelecido em 1,0 kJ/mm adotado na simulação de todas as amostras. Foi realizado o levantamento do balanço das fases austenita e ferrita empregando a norma ASTM E562 (técnica Grade de 36 pontos). Os valores médios encontrados para a ferrita, em todas as temperaturas de pico, variou de 37,9% a 61,9%. Estes valores se encontram dentro da faixa entre 30 a 65% estabelecida na literatura para o metal de solda e ZTA. Em relação ao ensaio de microdureza (HV0,0245), os valores encontrados na austenita foram superiores aos da fase ferrita, inclusive no metal base, para os dois aços investigados. Os valores médios de dureza (HV10), encontrados no aço superduplex foram maiores do que os do aço duplex para todas as temperaturas de pico, como esperado, mas os valores de microdureza da austenita e da ferrita variaram sem que se pudesse observar uma tendência nos resultados. No ensaio de dureza (HV10), pôde ser observado que os cps referentes às temperaturas de pico de 800 e 1350 ºC apresentaram valores de dureza maiores do que os cps de 1000 e 1200 ºC. Uma outra explicação, quanto aos piores valores de CPT, em ambos os aços relativos à temperatura de pico 1350 ºC, foram os altos valores de dureza. Os valores de dureza e microdureza ficaram abaixo do que os valores máximos estabelecidos pelas normas ASTM A789 e ASTM A790. Dentre as quatro temperaturas de pico estudadas para ambos os aços, a de 1000 ºC apresentou os melhores resultados nos ensaios de corrosão e os menores valores de microdureza na austenita e ferrita
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Foram realizados ensaios de corrosão para o levantamento das temperaturas críticas de pite (CPT), conforme a norma ASTM G150. As CPTs dos aços inoxidáveis super duplex foram superiores às do aço duplex e as curvas contendo as médias das temperaturas para cada aço foram muito semelhantes. As temperaturas de 20 e 800 ºC apresentaram um modo ascendente, atingindo a temperatura máxima em 1000 ºC, havendo um declínio, a partir desta temperatura, até atingir a menor temperatura em 1350 ºC. Com as temperaturas de pico 1200 e 1350 ºC apresentando as menores CPTs, este fato pode estar relacionado com a presença de nitretos de cromo. Por outro lado, a temperatura de pico 1000 ºC, para ambos os aços, foi aquela onde foram obtidos os melhores resultados de CPT. Em função da alta à taxa de resfriamento encontrada na faixa t (12/8), nenhuma fase intermetálica, como sigma e chi, foi detectada nas amostras para ambos os aços. Isto era incialmente esperado, em função do baixo valor do aporte térmico estabelecido em 1,0 kJ/mm adotado na simulação de todas as amostras. Foi realizado o levantamento do balanço das fases austenita e ferrita empregando a norma ASTM E562 (técnica Grade de 36 pontos). Os valores médios encontrados para a ferrita, em todas as temperaturas de pico, variou de 37,9% a 61,9%. Estes valores se encontram dentro da faixa entre 30 a 65% estabelecida na literatura para o metal de solda e ZTA. Em relação ao ensaio de microdureza (HV0,0245), os valores encontrados na austenita foram superiores aos da fase ferrita, inclusive no metal base, para os dois aços investigados. Os valores médios de dureza (HV10), encontrados no aço superduplex foram maiores do que os do aço duplex para todas as temperaturas de pico, como esperado, mas os valores de microdureza da austenita e da ferrita variaram sem que se pudesse observar uma tendência nos resultados. No ensaio de dureza (HV10), pôde ser observado que os cps referentes às temperaturas de pico de 800 e 1350 ºC apresentaram valores de dureza maiores do que os cps de 1000 e 1200 ºC. Uma outra explicação, quanto aos piores valores de CPT, em ambos os aços relativos à temperatura de pico 1350 ºC, foram os altos valores de dureza. Os valores de dureza e microdureza ficaram abaixo do que os valores máximos estabelecidos pelas normas ASTM A789 e ASTM A790. Dentre as quatro temperaturas de pico estudadas para ambos os aços, a de 1000 ºC apresentou os melhores resultados nos ensaios de corrosão e os menores valores de microdureza na austenita e ferritaThe austeno-ferritic stainless steels UNS S32205 and UNS S32750, used in this study, have a microstructure in which the composition of ferrite and austenite has volume fractions close to 50%. All samples tested were produced by the “Gleeble Thermomechanical Simulation” technique, adopting peak temperatures: 800, 1000, 1200 and 1350 ºC, based on the Rykalin 2D heat transmission model. These temperatures represent isotherms found in the heat affected zone of welded joints of these steels. Corrosion tests were carried out to obtain critical pit temperatures (CPT), according to ASTM G150. The CPTs of the super duplex stainless steels were higher than those of the duplex steel and the curves containing the average temperatures for each steel were very similar. The temperatures of 20 and 800 ºC showed an ascending mode, reaching the maximum temperature at 1000 ºC, with a decline, from this temperature, until reaching the lowest temperature at 1350 ºC. With peak temperatures 1200 and 1350 ºC showing the lowest CPTs, this fact may be related to the presence of chromium nitrides. On the other hand, the peak temperature of 1000 °C, for both steels, was the one where the best CPT results were obtained. Due to the high cooling rate found in the t(12/8) range, no intermetallic phases, such as sigma and chi, was detected in the samples for both steels. This was initially expected, due to the low value of the heat input established at 1.0 kJ/mm adopted in the simulation of all samples. A survey of the balance of the austenite and ferrite phases was carried out using the ASTM E562 standard (36-point grid technique). The average values found for ferrite, at all peak temperatures, ranged from 37.9% to 61.9%. These values are within the range between 30 to 65% established in the literature for weld metal and HAZ. Regarding the microhardness test (HV0.0245), the values found in austenite were higher than those in the ferrite phase, including in the base metal, for the two steels investigated. The average hardness values (HV10) found in the superduplex steel were higher than those of the duplex steel for all peak temperatures, as expected, but the austenite and ferrite microhardness values varied without being able to observe a trend in the results. In the hardness test (HV10), it could be observed that the specimens referring to the peak temperatures of 800 and 1350 ºC presented higher hardness values than those of 1000 and 1200 ºC. Another explanation, regarding the worst values of CPT, in both steels relative to the peak temperature of 1350 ºC, was the high hardness values. The hardness and microhardness values were below the maximum values established by the ASTM A789 and ASTM A790 standards. Among the four peak temperatures studied for both steels, 1000 ºC presented the best results in the corrosion tests and the lowest values microhardness in austenite and ferrite124 p.Tavares, Sérgio Souto MaiorPimenta, André RochaBarbosa, CássioFarneze, Humberto Nogueirahttp://lattes.cnpq.br/2915115176913133Pecly, Plinio Henrique Rangel2023-09-29T14:45:12Z2023-09-29T14:45:12Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfPECLY, Plinio Henrique Rangel. Avaliação da microestrutura, dureza e resistência à corrosão por pites da zona termicamente afetada simulada dos aços UNS S32205 e UNS S32750. 2022. 124 f. 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