Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Rimes, Karina Abibi
Orientador(a): Oliveira, Maria Inês Couto de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Niterói
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/5148
Resumo: O aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde até os seis meses de vida da criança, e o trabalho materno pode interferir na sua prática. No Brasil, a legislação garante a licença-maternidade de 120 dias para as trabalhadoras formais. O presente estudo teve por objetivo analisar a associação entre o trabalho materno com licença-maternidade e a prática do aleitamento materno exclusivo. Foi conduzido um estudo transversal em 2013 com mães de crianças menores de seis meses, assistidas pelas nove unidades básicas de saúde com Posto de Recebimento de Leite Humano Ordenhado do município do Rio de Janeiro, Brasil (n=429). Características sociodemográficas maternas, domiciliares, da assistência pré-natal, do parto, do estilo de vida materno, da criança, da assistência à saúde e da alimentação infantil foram investigadas por meio de entrevistas. Análises univariada, bivariada e múltipla foram realizadas, sendo obtidas razões de prevalências ajustadas (RPa) por regressão de Poisson com variância robusta, segundo modelo conceitual hierarquizado. O modelo final foi composto pelas variáveis que se associaram (p≤0,05) ao aleitamento materno exclusivo (desfecho). Entre as mães entrevistadas, 23,1% estavam em licença-maternidade e 17,2% estavam trabalhando. A prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de seis meses foi de 50,1%. O trabalho materno com licença-maternidade se associou a uma maior prevalência do desfecho (RPa=1,91; IC95% 1,32-2,77), comparado às mães que trabalhavam sem licença-maternidade. Prevalências menores de aleitamento materno exclusivo se associaram à cor de pele/raça materna não branca (RPa=0,81), à ausência de companheiro (RPa=0,60), à realização de menos de seis consultas pré-natais (RPa=0,62), ao consumo materno de bebida alcoólica (RPa=0,60), à idade crescente da criança em meses (RPa=0,69) e ao uso de chupeta (RPa=0,67). A licença-maternidade contribuiu para a prática do aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses de vida, indicando a importância desse benefício na proteção do aleitamento materno exclusivo para as mulheres inseridas no mercado de trabalho formal
id UFF-2_7f1f8cea2e368c8d09c31d26ec5d49e8
oai_identifier_str oai:app.uff.br:1/5148
network_acronym_str UFF-2
network_name_str Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
repository_id_str
spelling Rimes, Karina AbibiOliveira, Maria Inês Couto de2017-11-07T14:30:14Z2017-11-07T14:30:14Z2017https://app.uff.br/riuff/handle/1/5148Aluno de mestradoO aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde até os seis meses de vida da criança, e o trabalho materno pode interferir na sua prática. No Brasil, a legislação garante a licença-maternidade de 120 dias para as trabalhadoras formais. O presente estudo teve por objetivo analisar a associação entre o trabalho materno com licença-maternidade e a prática do aleitamento materno exclusivo. Foi conduzido um estudo transversal em 2013 com mães de crianças menores de seis meses, assistidas pelas nove unidades básicas de saúde com Posto de Recebimento de Leite Humano Ordenhado do município do Rio de Janeiro, Brasil (n=429). Características sociodemográficas maternas, domiciliares, da assistência pré-natal, do parto, do estilo de vida materno, da criança, da assistência à saúde e da alimentação infantil foram investigadas por meio de entrevistas. Análises univariada, bivariada e múltipla foram realizadas, sendo obtidas razões de prevalências ajustadas (RPa) por regressão de Poisson com variância robusta, segundo modelo conceitual hierarquizado. O modelo final foi composto pelas variáveis que se associaram (p≤0,05) ao aleitamento materno exclusivo (desfecho). Entre as mães entrevistadas, 23,1% estavam em licença-maternidade e 17,2% estavam trabalhando. A prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de seis meses foi de 50,1%. O trabalho materno com licença-maternidade se associou a uma maior prevalência do desfecho (RPa=1,91; IC95% 1,32-2,77), comparado às mães que trabalhavam sem licença-maternidade. Prevalências menores de aleitamento materno exclusivo se associaram à cor de pele/raça materna não branca (RPa=0,81), à ausência de companheiro (RPa=0,60), à realização de menos de seis consultas pré-natais (RPa=0,62), ao consumo materno de bebida alcoólica (RPa=0,60), à idade crescente da criança em meses (RPa=0,69) e ao uso de chupeta (RPa=0,67). A licença-maternidade contribuiu para a prática do aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses de vida, indicando a importância desse benefício na proteção do aleitamento materno exclusivo para as mulheres inseridas no mercado de trabalho formalThe World Health Organization recommends exclusive breastfeeding up to six months of life, and maternal work can interfere with this practice. In Brazil, the legislation guarantees maternity leave of 120 days for formal workers. This study aimed to analyze the association between maternal work with maternity leave and the practice of exclusive breastfeeding. A cross-sectional study was conducted in 2013 with mothers of children under six months of life, assisted by the nine primary health care units with Human Milk Donation Services in Rio de Janeiro city, Brazil (n=429). Maternal sociodemographic and residence characteristics, prenatal care, childbirth, maternal lifestyle, characteristics of the infant, health care and infant feeding were investigated through interviews. Univariate, bivariate and multiple analyzes were performed, and adjusted prevalence ratios (APR) were obtained by Poisson regression with robust variance, according to a hierarchical conceptual model. The final model was composed by the variables associated (p≤0.05) with exclusive breastfeeding (outcome). Among mothers interviewed, 23.1% were on maternity leave and 17.2% were working. The prevalence of exclusive breastfeeding in children under six months was 50.1%. Maternal work with maternity leave was associated with a higher prevalence of the outcome (APR=1.91; CI95% 1.32-2.77), compared to mothers who worked without maternity leave. Lower prevalences of exclusive breastfeeding were associated with non-white maternal skin color/breed (APR=0.81), absence of a partner (APR=0.60), less than six prenatal visits (APR=0.62), maternal consumption of alcoholic beverage (APR=0.60), increasing age of the child in months (APR=0.69) and pacifier use (APR=0.67). Maternity leave contributed to the practice of exclusive breastfeeding in children under six months of life, indicating the importance of this benefit in the protection of exclusive breastfeeding for women in the formal labor marketUniversidade Federal Fluminense. Instituto de Saúde da Comunidade. Centro de Ciências MédicasCentro Social Nossa Senhora das GraçasCC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessTrabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAleitamento maternoLicença maternidadeAtenção primária à saúdePolíticas públicas de saúdeEstudos transversaisAleitamento maternoLicença parentalAtenção primária à saúdePolítica pública de saúdeEstudo transversalMaternity leaveCross-sectional studiesPrimary health carePublic policyMestrado acadêmicoUniversidade Federal FluminenseSaúde ColetivaPós-Graduação em Saúde Coletiva2017Niterói, RJNiteróiporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFFORIGINALDissertação Karina Abibi Rimes.pdfDissertação Karina Abibi Rimes.pdfapplication/pdf2968146https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Karina%20Abibi%20Rimes.pdfb626de60b480429ec42e20c25052827dMD51CC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; charset=utf-849https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/2/license_url4afdbb8c545fd630ea7db775da747b2fMD52license_textlicense_texttext/html; charset=utf-80https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/3/license_textd41d8cd98f00b204e9800998ecf8427eMD53license_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-80https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/4/license_rdfd41d8cd98f00b204e9800998ecf8427eMD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/5/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD55TEXTDissertação Karina Abibi Rimes.pdf.txtDissertação Karina Abibi Rimes.pdf.txtExtracted texttext/plain159103https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/6/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Karina%20Abibi%20Rimes.pdf.txt6e987b90e0191a2a14d44c56f7e44825MD561/51482022-05-20 17:38:10.311oai:app.uff.br:1/5148Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202022-05-20T20:38:10Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
title Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
spellingShingle Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
Rimes, Karina Abibi
Aleitamento materno
Licença maternidade
Atenção primária à saúde
Políticas públicas de saúde
Estudos transversais
Aleitamento materno
Licença parental
Atenção primária à saúde
Política pública de saúde
Estudo transversal
Maternity leave
Cross-sectional studies
Primary health care
Public policy
title_short Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
title_full Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
title_fullStr Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
title_full_unstemmed Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
title_sort Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
author Rimes, Karina Abibi
author_facet Rimes, Karina Abibi
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Rimes, Karina Abibi
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Oliveira, Maria Inês Couto de
contributor_str_mv Oliveira, Maria Inês Couto de
dc.subject.keyword.pt_BR.fl_str_mv Aleitamento materno
Licença maternidade
Atenção primária à saúde
Políticas públicas de saúde
Estudos transversais
topic Aleitamento materno
Licença maternidade
Atenção primária à saúde
Políticas públicas de saúde
Estudos transversais
Aleitamento materno
Licença parental
Atenção primária à saúde
Política pública de saúde
Estudo transversal
Maternity leave
Cross-sectional studies
Primary health care
Public policy
dc.subject.descriptor.pt_BR.fl_str_mv Aleitamento materno
Licença parental
Atenção primária à saúde
Política pública de saúde
Estudo transversal
dc.subject.keywordother.pt_BR.fl_str_mv Maternity leave
Cross-sectional studies
Primary health care
Public policy
description O aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde até os seis meses de vida da criança, e o trabalho materno pode interferir na sua prática. No Brasil, a legislação garante a licença-maternidade de 120 dias para as trabalhadoras formais. O presente estudo teve por objetivo analisar a associação entre o trabalho materno com licença-maternidade e a prática do aleitamento materno exclusivo. Foi conduzido um estudo transversal em 2013 com mães de crianças menores de seis meses, assistidas pelas nove unidades básicas de saúde com Posto de Recebimento de Leite Humano Ordenhado do município do Rio de Janeiro, Brasil (n=429). Características sociodemográficas maternas, domiciliares, da assistência pré-natal, do parto, do estilo de vida materno, da criança, da assistência à saúde e da alimentação infantil foram investigadas por meio de entrevistas. Análises univariada, bivariada e múltipla foram realizadas, sendo obtidas razões de prevalências ajustadas (RPa) por regressão de Poisson com variância robusta, segundo modelo conceitual hierarquizado. O modelo final foi composto pelas variáveis que se associaram (p≤0,05) ao aleitamento materno exclusivo (desfecho). Entre as mães entrevistadas, 23,1% estavam em licença-maternidade e 17,2% estavam trabalhando. A prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de seis meses foi de 50,1%. O trabalho materno com licença-maternidade se associou a uma maior prevalência do desfecho (RPa=1,91; IC95% 1,32-2,77), comparado às mães que trabalhavam sem licença-maternidade. Prevalências menores de aleitamento materno exclusivo se associaram à cor de pele/raça materna não branca (RPa=0,81), à ausência de companheiro (RPa=0,60), à realização de menos de seis consultas pré-natais (RPa=0,62), ao consumo materno de bebida alcoólica (RPa=0,60), à idade crescente da criança em meses (RPa=0,69) e ao uso de chupeta (RPa=0,67). A licença-maternidade contribuiu para a prática do aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses de vida, indicando a importância desse benefício na proteção do aleitamento materno exclusivo para as mulheres inseridas no mercado de trabalho formal
publishDate 2017
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2017-11-07T14:30:14Z
dc.date.available.fl_str_mv 2017-11-07T14:30:14Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2017
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://app.uff.br/riuff/handle/1/5148
dc.identifier.vinculation.pt_BR.fl_str_mv Aluno de mestrado
url https://app.uff.br/riuff/handle/1/5148
identifier_str_mv Aluno de mestrado
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv CC-BY-SA
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv CC-BY-SA
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.department.fl_str_mv Niterói
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)
instacron:UFF
instname_str Universidade Federal Fluminense (UFF)
instacron_str UFF
institution UFF
reponame_str Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
collection Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
bitstream.url.fl_str_mv https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Karina%20Abibi%20Rimes.pdf
https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/2/license_url
https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/3/license_text
https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/4/license_rdf
https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/5/license.txt
https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/5148/6/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Karina%20Abibi%20Rimes.pdf.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv b626de60b480429ec42e20c25052827d
4afdbb8c545fd630ea7db775da747b2f
d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e
d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33
6e987b90e0191a2a14d44c56f7e44825
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)
repository.mail.fl_str_mv riuff@id.uff.br
_version_ 1881032047829450752