Organização e busca por cuidados em saúde em município rural remoto: uma análise a partir da teoria dos subsistemas de Arthur Kleinman

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Frias, Karina Vasconcelos Rodrigues
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300000cr0t
Idioma: por
Instituição de defesa: Niterói
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/22982
http://dx.doi.org/10.22409/PPGSC.2021.m.10749328703
Resumo: Municípios brasileiros caracterizados como rurais remotos apresentam contextos territoriais marcados por características geográficas, econômicas, políticas, históricas e culturais específicas que afetam diretamente a vida das pessoas que vivem nessas localidades e o alcance das políticas e serviços públicos, entre os quais os de saúde. Estudos identificam que essas populações enfrentam barreiras adicionais na busca por cuidados em saúde e que, por esta razão, demandam uma compreensão ampliada de como se organizam e se relacionam os sistemas formais e informais envolvidos nos processos de atenção. O objetivo deste trabalho é analisar como se configuram os três subsistemas de cuidados em saúde – informal, profissional e popular - em um município rural remoto da região norte do país. Foi realizado estudo de caso em Assis Brasil, estado do Acre, por meio de entrevistas semiestruturadas com gestores municipais, regionais e estadual; médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde (ACS) da Estratégia Saúde da Família (ESF); e usuários selecionados a partir de eventos traçadores – pré-natal, parto e puerpério, câncer do colo do útero e hipertensão arterial sistêmica. A análise de conteúdo temática foi guiada pela teoria de Arthur Kleinman segundo a qual em qualquer sociedade complexa podem ser identificados três subsistemas de cuidado à saúde que funcionam de maneira sobreposta e não excludente: o informal (popular sector - família, comunidade, rede de amigos, grupos de apoio e auto-ajuda), o popular (folk sector - agentes especializados seculares ou religiosos, mas não reconhecidos legalmente na sociedade) e o subsistema profissional/formal (professional sector) que se relaciona à disponibilidade e utilização dos serviços formais de saúde. Identificou-se que o subsistema informal desempenha triplo papel na composição dos cuidados em saúde: na perspectiva da solidariedade e empatia; no preenchimento de lacunas das políticas e dos serviços de saúde; e também na complementariedade de ações desenvolvidas pelo sistema formal, o SUS. O sistema popular atuava em complementariedade com o sistema formal, com uso pontual ou longitudinal de seus recursos; e em substituição às práticas formais. O subsistema formal figurou como principal ponto de acesso aos serviços de saúde, em pese várias limitações. Distribuição desigual de estabelecimentos de saúde no território com áreas descobertas; dificuldade de acesso aos serviços devido a condições climáticas e barreiras econômicas para custeio de transporte; alto fluxo de atendimento a estrangeiros e população indígena; promoção de ações de saúde itinerantes na área rural; insuficiência de medicamentos; dificuldades de atração e fixação de profissionais; escassez de recursos tecnológicos e ausência de acesso à internet nas UBS foram alguns resultados encontrados em relação ao subsistema formal. Os resultados mostram que a organização dos serviços e o acesso à saúde apresentam elementos dos três subsistemas, ora complementares, ora substitutivos diante dos constrangimentos ao adequado funcionamento do sistema público. De toda forma, a compreensão ampliada da busca por cuidados em contexto marcado por diversas especificidades, como os territórios rurais remotos, pode contribuir para a oferta de cuidados mas apropriados na perspectiva da atenção à saúde, como também mais culturalmente sensíveis
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Estudos identificam que essas populações enfrentam barreiras adicionais na busca por cuidados em saúde e que, por esta razão, demandam uma compreensão ampliada de como se organizam e se relacionam os sistemas formais e informais envolvidos nos processos de atenção. O objetivo deste trabalho é analisar como se configuram os três subsistemas de cuidados em saúde – informal, profissional e popular - em um município rural remoto da região norte do país. Foi realizado estudo de caso em Assis Brasil, estado do Acre, por meio de entrevistas semiestruturadas com gestores municipais, regionais e estadual; médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde (ACS) da Estratégia Saúde da Família (ESF); e usuários selecionados a partir de eventos traçadores – pré-natal, parto e puerpério, câncer do colo do útero e hipertensão arterial sistêmica. A análise de conteúdo temática foi guiada pela teoria de Arthur Kleinman segundo a qual em qualquer sociedade complexa podem ser identificados três subsistemas de cuidado à saúde que funcionam de maneira sobreposta e não excludente: o informal (popular sector - família, comunidade, rede de amigos, grupos de apoio e auto-ajuda), o popular (folk sector - agentes especializados seculares ou religiosos, mas não reconhecidos legalmente na sociedade) e o subsistema profissional/formal (professional sector) que se relaciona à disponibilidade e utilização dos serviços formais de saúde. Identificou-se que o subsistema informal desempenha triplo papel na composição dos cuidados em saúde: na perspectiva da solidariedade e empatia; no preenchimento de lacunas das políticas e dos serviços de saúde; e também na complementariedade de ações desenvolvidas pelo sistema formal, o SUS. O sistema popular atuava em complementariedade com o sistema formal, com uso pontual ou longitudinal de seus recursos; e em substituição às práticas formais. O subsistema formal figurou como principal ponto de acesso aos serviços de saúde, em pese várias limitações. Distribuição desigual de estabelecimentos de saúde no território com áreas descobertas; dificuldade de acesso aos serviços devido a condições climáticas e barreiras econômicas para custeio de transporte; alto fluxo de atendimento a estrangeiros e população indígena; promoção de ações de saúde itinerantes na área rural; insuficiência de medicamentos; dificuldades de atração e fixação de profissionais; escassez de recursos tecnológicos e ausência de acesso à internet nas UBS foram alguns resultados encontrados em relação ao subsistema formal. Os resultados mostram que a organização dos serviços e o acesso à saúde apresentam elementos dos três subsistemas, ora complementares, ora substitutivos diante dos constrangimentos ao adequado funcionamento do sistema público. De toda forma, a compreensão ampliada da busca por cuidados em contexto marcado por diversas especificidades, como os territórios rurais remotos, pode contribuir para a oferta de cuidados mas apropriados na perspectiva da atenção à saúde, como também mais culturalmente sensíveisBrazilian municipalities characterized as remote rural areas have territorial contexts marked by specific geographical, economic, political, historical and cultural characteristics that directly affect the lives of people living in these locations and the reach of public policies and services, including health care. Studies have identified that these populations face additional barriers in the search for health care and, for this reason, demand an expanded understanding of how the formal and informal systems involved in the care processes are organized and related. The objective of this work is to analyze how the three subsystems of health care - informal, professional and popular - are configured in a remote rural municipality in the northern region of the country. A case study was carried out in Assis Brasil, state of Acre, through semi-structured interviews with municipal, regional and state managers; doctors, nurses and community health agents (CHAs) of the Family Health Strategy (FHS); and users selected based on tracer events - prenatal, delivery and puerperium, cervical cancer and systemic arterial hypertension. The thematic content analysis was guided by Arthur Kleinman's theory according to which in any complex society three health care subsystems can be identified, functioning in an overlapping and not excluding manner: the informal (popular sector - family, community, network of friends, support and self-help groups), the folk (secular or religious specialized agents, but not legally recognized in society) and the professional/formal subsystem (professional sector) that relates to the availability and use of formal health services. It was identified that the informal subsystem plays a triple role in the composition of health care: from the perspective of solidarity and empathy; in filling gaps in health policies and services; and also in the complementarity of actions developed by the formal system, the SUS. The popular system acted in complementarity with the formal system, with occasional or longitudinal use of its resources; and in substitution of formal practices. The formal subsystem figured as the main access point to health services, despite several limitations. Unequal distribution of health facilities in the territory with uncovered areas; difficulty in accessing services due to climatic conditions and economic barriers to the cost of transportation; high flow of care for foreigners and indigenous people; promotion of itinerant health actions in rural areas; insufficient medication; difficulties in attracting and retaining professionals; scarcity of technological resources, and lack of Internet access in the PHUs were some of the results found in relation to the formal subsystem. The results show that the organization of services and access to health have elements of the three subsystems, sometimes complementary, sometimes substitutive, when faced with the constraints to the proper functioning of the public system. In any case, the expanded understanding of the search for care in a context marked by several specificities, such as remote rural territories, can contribute to the offer of more appropriate care from the perspective of health care, as well as more culturally sensitive104 f.NiteróiAlmeida, Patty Fidelis deFausto, Márcia Cristina RodriguesHoffmann, Leandro Marcial Amaralhttp://lattes.cnpq.br/2796039404415619http://lattes.cnpq.br/6597844474581855http://lattes.cnpq.br/6788876243255544http://lattes.cnpq.br/4192974643796911Frias, Karina Vasconcelos Rodrigues2021-08-22T05:14:26Z2021-08-22T05:14:26Z2021info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfFRIAS, Karina Vasconcelos Rodrigues. Organização e busca por cuidados em saúde em município rural remoto: uma análise a partir da teoria dos subsistemas de Arthur Kleinman. 2021. 104 f. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2021.https://app.uff.br/riuff/handle/1/22982Aluno de mestradohttp://dx.doi.org/10.22409/PPGSC.2021.m.10749328703ark:/87559/001300000cr0thttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/CC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2022-06-23T17:10:17Zoai:app.uff.br:1/22982Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202022-06-23T17:10:17Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false
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