Mobilização subjetiva: do sofrimento ao viver criativo no trabalho

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Nascimento, Bruno Marcello Ferreira do
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300001c243
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/39633
Resumo: Esta dissertação inicia com a seguinte questão: como a Psicodinâmica do Trabalho pode explicar o conceito de mobilização subjetiva? A pesquisa apresenta, inicialmente, um panorama histórico e os principais conceitos da Psicodinâmica do Trabalho. Em seguida, é exposta a teoria de Donald W. Winnicott sobre o “brincar”, para que, em um último momento, seja possível buscar articulações entre o pensamento do psicanalista inglês e a teoria da Psicodinâmica do Trabalho. Investigou-se qual subjetividade é esta que é mobilizada para que o sujeito trabalhe e como se dá este processo, que leva em consideração a inteligência astuciosa, a ressonância simbólica, a sublimação, o reconhecimento, a cooperação e os espaços de deliberação. O trabalhador sofre no momento em que lida com o insucesso advindo da impossibilidade de seguir fielmente as prescrições. O sofrimento, então, se transforma em exigência de superação e a subjetividade é mobilizada a fim de que o sujeito consiga produzir prazer e encontrar sentido no trabalho. Quanto à metodologia, foi realizada uma pesquisa bibliográfica de obras de autores que se baseiam na Psicodinâmica do Trabalho, recorrendo-se mais diretamente ao trabalho de Christophe Dejours, além de autores que têm como suporte o pensamento de Winnicott. Foram descobertos pontos de contato entre estes autores no tocante ao brincar e ao viver criativo, levando-se em consideração que, para Winnicott, o brincar se apresenta como um precursor do trabalho na vida adulta e é uma forma de construir o self.
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