A mística, a serenidade e a espiritualidade: a fenomenologia hermenêutica de Heidegger, as experiências espirituais e a daseinsanálise

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Azevedo, Patrick Wagner de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300001bzfc
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/38515
Resumo: Nesse trabalho, apresentamos um estudo a partir da fenomenologia hermenêutica de Heidegger sobre experiências espirituais e o modo como a daseinsanálise lida e acolhe tais experiências. Mestre Eckhart, dominicano do século XIII, compreendia a experiência de Deus como intimamente relacionada com a virtude do desprendimento. Ao desprender-se da atração dos entes, o homem pode abrir-se para uma experiência espiritual com o Absoluto. A referida experiência com Deus, sustenta-se numa disposição afetiva própria, a serenidade (Gelassenheit). Mais de setecentos anos depois do Mestre Eckhart, Simone Weil, judia francesa do século XX, descreve um Encontro com Cristo que altera todo modo como o mundo se abre para ela desde então. A presença de Cristo em sua vida realiza uma profunda mudança no modo como a atenção se constitui. Para Weil, assumimos o que ela chama de "atenção criadora", onde vemos a dor e o sofrimento de todos. A partilha e acolhimento do sofrimento do outro faz-se premente quando estamos na experiência de Cristo. Tanto para Mestre Eckhart como para Simone Weil a experiência é mística no sentido de um Encontro misterioso com Deus. Deus na experiência mística, no ocidente, é um Encontro com Alguém, com um TU, que apresenta uma disposição afetiva própria que produz mudanças significativas no modo como o mundo abre-se e vêm ao encontro do Dasein. Com Heidegger, nos aproximamos de uma experiência espiritual não distinta, mas também não idêntica à mística: a serenidade (Gelassenheit). Para o pensador alemão, a serenidade pode ser compreendida como um aguardar pelos envios do Ser. O Ser envia, doa e ele mesmo é o sentido, sentido que destina os entes sob determinada luz e os faz aparecer de tal e qual modo. Contudo, na serenidade, em Heidegger diferentemente do Mestre Eckhart, não temos um Encontro, pois o Ser não é Alguém ou mesmo Deus. Entretanto, na serenidade o Dasein é disposto de modo distinto e os entes não são mais o alvo da atenção que se volta para o Ser. É importante apontar que nessa tese, com a daseinsanálise, lançamos mão dos sonhos narrados por um paciente em psicoterapia que indicavam para uma não tematização ou apropriação de possibilidades existenciais que relacionavam-se com experiências espirituais. Assim, ao lado de Mestre Eckhart e de Simone Weil, o paciente volta-se para uma aproximação de suas próprias experiências que, acolhidas, o dispõe de modo diverso, com uma atenção desprendida dos significados simplesmente dados e voltada para o Ser e seus envios. Poderia dizer ainda, no caso do referido paciente, que trata-se de uma atenção voltada para Deus, voltada para um Encontro e sua disposição afetiva deslocante e por vezes assustadora. Na daseinsanálise, a experiência do analisando dirige nosso trabalho, e a psicoterapia a partir desta abordagem, aponta na direção da desconstrução de sentidos rigidamente estabelecidos, ancorados na metafísica constituidora de um mundo simplesmente dado. A partir da apropriação de sentidos, podemos seguir na direção de uma abertura para a explosão de possibilidades existenciais que é o próprio Dasein. Possibilidades estas que podem ser inclusive, para muitos, de caráter espiritual. Experiências espirituais que são alvo do horizonte técnico vigente que as deslegitimizam. A daseinsanálise aponta para o 5 espírito e não propriamente para a inteligência. Espírito entendido como abertura para o Ser; a inteligência entendida como cálculo, aptidão para a eficiência produtiva do mundo técnico. Entendemos assim o que seja psicoterapia: cuidado com a alma, com o espírito.
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Mais de setecentos anos depois do Mestre Eckhart, Simone Weil, judia francesa do século XX, descreve um Encontro com Cristo que altera todo modo como o mundo se abre para ela desde então. A presença de Cristo em sua vida realiza uma profunda mudança no modo como a atenção se constitui. Para Weil, assumimos o que ela chama de "atenção criadora", onde vemos a dor e o sofrimento de todos. A partilha e acolhimento do sofrimento do outro faz-se premente quando estamos na experiência de Cristo. Tanto para Mestre Eckhart como para Simone Weil a experiência é mística no sentido de um Encontro misterioso com Deus. Deus na experiência mística, no ocidente, é um Encontro com Alguém, com um TU, que apresenta uma disposição afetiva própria que produz mudanças significativas no modo como o mundo abre-se e vêm ao encontro do Dasein. Com Heidegger, nos aproximamos de uma experiência espiritual não distinta, mas também não idêntica à mística: a serenidade (Gelassenheit). Para o pensador alemão, a serenidade pode ser compreendida como um aguardar pelos envios do Ser. O Ser envia, doa e ele mesmo é o sentido, sentido que destina os entes sob determinada luz e os faz aparecer de tal e qual modo. Contudo, na serenidade, em Heidegger diferentemente do Mestre Eckhart, não temos um Encontro, pois o Ser não é Alguém ou mesmo Deus. Entretanto, na serenidade o Dasein é disposto de modo distinto e os entes não são mais o alvo da atenção que se volta para o Ser. É importante apontar que nessa tese, com a daseinsanálise, lançamos mão dos sonhos narrados por um paciente em psicoterapia que indicavam para uma não tematização ou apropriação de possibilidades existenciais que relacionavam-se com experiências espirituais. Assim, ao lado de Mestre Eckhart e de Simone Weil, o paciente volta-se para uma aproximação de suas próprias experiências que, acolhidas, o dispõe de modo diverso, com uma atenção desprendida dos significados simplesmente dados e voltada para o Ser e seus envios. Poderia dizer ainda, no caso do referido paciente, que trata-se de uma atenção voltada para Deus, voltada para um Encontro e sua disposição afetiva deslocante e por vezes assustadora. Na daseinsanálise, a experiência do analisando dirige nosso trabalho, e a psicoterapia a partir desta abordagem, aponta na direção da desconstrução de sentidos rigidamente estabelecidos, ancorados na metafísica constituidora de um mundo simplesmente dado. A partir da apropriação de sentidos, podemos seguir na direção de uma abertura para a explosão de possibilidades existenciais que é o próprio Dasein. Possibilidades estas que podem ser inclusive, para muitos, de caráter espiritual. Experiências espirituais que são alvo do horizonte técnico vigente que as deslegitimizam. A daseinsanálise aponta para o 5 espírito e não propriamente para a inteligência. Espírito entendido como abertura para o Ser; a inteligência entendida como cálculo, aptidão para a eficiência produtiva do mundo técnico. Entendemos assim o que seja psicoterapia: cuidado com a alma, com o espírito.In this work, we present a study from Heidegger’s hermeneutics phenomenology about the spiritual experiences and the way daseinsanalysis deals with and welcomes those experiences. Meister Eckhart, Dominican who lived in the XIII century, understood the experience of God as intimately related to the virtue of detachment. By letting go of the attraction of the beings, man can open up to a spiritual adventure with the Absolute. The referred experience with God is underpinned by one’s own affective disposition, the serenity (Gelassenheit). More than seven hundred years after Meister Eckhart, Simone Weil, a French Jew who lived in the XX century, describes the Encounter with Christ, which modifies the way the world opens up to her up to that moment completely. The presence of Christ in her life operates a deep change on the way attention arises. According to Weil, we take over what she calls “creative attention”, in which we see everybody’s pain and suffering. The sharing and acceptance of other’s suffering is a necessity when experiencing Christ. Both Meister Eckhart and Simone Weil believe that the experience is mystic in the sense of a mysterious Encounter with God. God in the mystic experience, in West, is an Encounter with Somebody Else, with others’ needs that present an inner affective disposition that generates significant changes in the way the world opens up and comes to meet Dasein. With Heidegger, we come closer to an indistinct spiritual experience, but also not the same as the mystic: the serenity (Gelassenheit). To the German philosopher, serenity can be understood as a wait for the Being’s transmissions. The Being sends, donates and is the significance, the significance which fates the beings to go under a given light and makes them appear in such way. However, in serenity, in Heidegger distinctly from Meister Eckhart, there is not an Encounter, because the Being is not Somebody or even God. Nevertheless, in serenity, Dasein is stated in a distinct manner and the beings are not the focus of attention anymore, which reverts to the Being. It is important to highlight that in the present thesis, with daseinsanalysis, we resort to dreams narrated by a patient in psychotherapy that led to a non-theming or appropriation of existential possibilities, which were linked to spiritual experiences. This way, together with Meister Eckhart and Simone Weil, the patient goes back to an approximation of his own experiences that, welcomed, dispose in a diverse manner, with a detached attention of the meanings merely given and destined to the Being and its transmissions. It is also possible to affirm that, regarding the cited patient, it is about an attention aiming at God, aiming at an Encounter and its movable affective disposition and sometimes frightening. In daseinsanalysis, the experience of the patient guides our work, and the psychotherapy derived from this approach, points out in the direction of a deconstruction of rigid established meanings, anchored in the metaphysics that erects a world simply given. From the appropriation of senses, we can follow in the direction of openness to an explosion of possibilities, which are the Dasein itself. Possibilities which can also be, for many, of spiritual connotation. Spiritual experiences that are the aim of the prevailing technical horizon that delegitimize them. The daseinsanalysis points towards the spirit and not towards the intelligence itself. Spirit understood as openness to the Being; the intelligence understood as a calculation, aptitude to a productive efficiency in the technical world. We see the psychotherapy this way: as soul care, spirit care.187 f.Sá, Roberto Novaes dehttp://lattes.cnpq.br/5093366488220824Gemino, Alessandro de MagalhãesReis, Verusca Moss Simões dosDamião Junior, MaddiNascimento, Crisóstomo Lima dohttp://lattes.cnpq.br/7258605595688097Azevedo, Patrick Wagner de2025-05-26T16:20:04Z2025-05-26T16:20:04Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfAZEVEDO, Patrick Wagner de. A mística, a serenidade e a espiritualidade: a fenomenologia hermenêutica de Heidegger, as experiências espirituais e a daseinsanálise. 2018. 187 f. 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