Emprego de túnica albugínea ovina como reforço de parede abdominal em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Canellas, Ana Clara de Castro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/0013000005337
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://app.uff.br/riuff/handle/1/26213
Resumo: Hérnias são umas das afecções que mais acometem os pequenos e grandes animais, podendo ter origem traumática ou não. Estas afecções, geralmente, necessitam de um reparo cirúrgico o mais rápido possível, devido ao fato de suas conseqüências poderem levar o animal ao óbito. Alguns estudos têm avaliado o comportamento da túnica albugínea como biomaterial de enxertia para reforço de parede abdominal, obtendo resultados favoráveis. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o comportamento do enxerto de túnica albugínea ovina e da tela de polipropileno comparando-os, juntamente ao grupo simulação, por meio da análise macroscópica e microscópica da parede abdominal de ratos. Foram selecionados 75 ratos da raça Wistar, os quais foram divididos em três grupos de 25 animais, sendo um grupo simulação (S), um grupo teste (TA), onde os animais receberam reforço de parede abdominal com túnica albugínea ovina e um grupo teste (TP), onde os animais receberam reforço de parede abdominal com tela de polipropileno. Cada grupo foi dividido em cinco subgrupos contendo cinco animais, que foram submetidos à eutanásia nos dias 7, 14, 21, 28 e 42. Nos animais do grupo TP observou-se 16% dos animais com aspecto insatisfatório da ferida cirúrgica, enquanto que no grupo TA o percentual foi de 8%. Na avaliação histopatológica das amostras observou-se no grupo TA maior infiltrado inflamatório, neovascularização, deposição de colágeno e fibrose do que nos animais do grupo TP, concluindo assim que a túnica albugínea ovina é um biomaterial que funciona como substrato e promove uma precocidade da cicatrização de parede abdominal de ratos.
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description Hérnias são umas das afecções que mais acometem os pequenos e grandes animais, podendo ter origem traumática ou não. Estas afecções, geralmente, necessitam de um reparo cirúrgico o mais rápido possível, devido ao fato de suas conseqüências poderem levar o animal ao óbito. Alguns estudos têm avaliado o comportamento da túnica albugínea como biomaterial de enxertia para reforço de parede abdominal, obtendo resultados favoráveis. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o comportamento do enxerto de túnica albugínea ovina e da tela de polipropileno comparando-os, juntamente ao grupo simulação, por meio da análise macroscópica e microscópica da parede abdominal de ratos. Foram selecionados 75 ratos da raça Wistar, os quais foram divididos em três grupos de 25 animais, sendo um grupo simulação (S), um grupo teste (TA), onde os animais receberam reforço de parede abdominal com túnica albugínea ovina e um grupo teste (TP), onde os animais receberam reforço de parede abdominal com tela de polipropileno. Cada grupo foi dividido em cinco subgrupos contendo cinco animais, que foram submetidos à eutanásia nos dias 7, 14, 21, 28 e 42. Nos animais do grupo TP observou-se 16% dos animais com aspecto insatisfatório da ferida cirúrgica, enquanto que no grupo TA o percentual foi de 8%. Na avaliação histopatológica das amostras observou-se no grupo TA maior infiltrado inflamatório, neovascularização, deposição de colágeno e fibrose do que nos animais do grupo TP, concluindo assim que a túnica albugínea ovina é um biomaterial que funciona como substrato e promove uma precocidade da cicatrização de parede abdominal de ratos.
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