Concordância entre diferentes métodos de avaliação da composição corporal em indivíduos com o diagnóstico de doença inflamatória intestinal em tratamento ambulatorial
| Ano de defesa: | 2023 |
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Resumo: | Introdução: A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é uma enfermidade crônica recidivante do trato gastrointestinal. A desnutrição quando presente dificulta o tratamento e a recuperação, por outro lado o sobrepeso e a obesidade estão se tornando mais prevalente em decorrência das terapias. Assim, a atenção dada aos aspectos nutricionais e a composição corporal nestes doentes, deve ser considerada de extrema importância tanto na prevenção como no tratamento. Objetivo: comparar métodos de avaliação da composição corporal mais simples com o padrão referência a Absorciometria Radiológica de Raios-X de Dupla Energia (DEXA).Métodos: foram avaliados 89 pacientes entre 18 e 65 anos, em tratamento no ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, com o diagnóstico estabelecido de doença de Crohn ou colite ulcerativa, entre janeiro de 2016 a dezembro de 2018. Para avaliação antropométrica da composição corporal foram realizadas as medidas de peso, estatura e dobras cutâneas. A avaliação por impedância bioelétrica (BIA) foi feita pelos equipamentos de bioimpedância Tanita®(IB_BC418) e Xitron® (Hydra ECF/ICF, Model 4200). Os resultados foram comparados com os obtidos pelo DEXA (DXA-GE-modelo IDXA). Resultados: foi observado uma maior ocorrencia de indivíduos com DC (57%) do que com CU (43%) e um predomínio de participantes do sexo feminino (52%). O índice de massa corporal (IMC) médio foi de 25,22 kg/m2 sem diferenças significativas entre as duas formas da doença (p=0,681) e nem entre os sexos (p=0,489), sendo a maioria (56,2%) normal, 29,2% apresentavam sobrepeso, 13,5% obesidade e apenas 1,1% com baixo peso. As médias entre os métodos apresentaram diferenças significativas (p<0,05) para o percentual de gordura corporal (%GC) e de massa livre de gordura (%MLG) em comparação com o DEXA, (média do DEXA em relação ao %GC foi de 32,46%, da BIA Xitron 31,00 (p=0,043), antropometria 28,94% (p<0,001) e BIA Tanita 27,66% (p<0,001), portanto houve uma subestimação em relação ao %GC. Já a média do DEXA para o %MLG foi de 67,54%, da BIA Xitron 68,99% (p=0,043), antropometria 71,06% (p<0,001) e BIA Tanita foi de 72,34% (p<0,001) havendo uma superestimação do %MLG em relação ao método de referência. A avaliação pelo método de BIA Xitron obteve uma diferença de 1,45% entre as médias de %GC, seguido pela antropometria 3,5% e por último pelo método de BIA Tanitaque foi de 4,79% em relação ao DEXA. Conclusão: todos os métodos aqui analisados para obtenção da composição corporal subestimaram o %GC e, consequentemente, superestimaram o %MLG, quando comparados ao método padrão, não havendo, portanto, concordância entre eles. O método que obteve resultado mais próximo ao do DEXA foi a BIA Xitron, seguido pela antropometria, e por último a BIA Tanita. Já em relação ao custo-benefício, o melhor método foi a antropometria, portanto, de acordo com os critérios avaliados, nenhum dos métodos analisados pode ser considerado perfeito para avaliação da composição corporal de pacientes com DII, e a escolha do mais adequado deve levar em consideração os recursos disponíveis, assim como a aplicabilidade dos dados obtidos. |
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Concordância entre diferentes métodos de avaliação da composição corporal em indivíduos com o diagnóstico de doença inflamatória intestinal em tratamento ambulatorialDoença de CrohnColite ulcerativaAbsorciometria radiológica de raios X de dupla energiaAnálise de bioimpedância elétricaAntropometriaComposição corporalDoença inflamatória intestinalComposição coporalAvaliação antropométricaBioimpedânciaCrohn's diseaseUlcerative colitsDual-energy X-ray absortiometryBioeletrical impedance analysisAntropometryBody compositionIntrodução: A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é uma enfermidade crônica recidivante do trato gastrointestinal. A desnutrição quando presente dificulta o tratamento e a recuperação, por outro lado o sobrepeso e a obesidade estão se tornando mais prevalente em decorrência das terapias. Assim, a atenção dada aos aspectos nutricionais e a composição corporal nestes doentes, deve ser considerada de extrema importância tanto na prevenção como no tratamento. Objetivo: comparar métodos de avaliação da composição corporal mais simples com o padrão referência a Absorciometria Radiológica de Raios-X de Dupla Energia (DEXA).Métodos: foram avaliados 89 pacientes entre 18 e 65 anos, em tratamento no ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, com o diagnóstico estabelecido de doença de Crohn ou colite ulcerativa, entre janeiro de 2016 a dezembro de 2018. Para avaliação antropométrica da composição corporal foram realizadas as medidas de peso, estatura e dobras cutâneas. A avaliação por impedância bioelétrica (BIA) foi feita pelos equipamentos de bioimpedância Tanita®(IB_BC418) e Xitron® (Hydra ECF/ICF, Model 4200). Os resultados foram comparados com os obtidos pelo DEXA (DXA-GE-modelo IDXA). Resultados: foi observado uma maior ocorrencia de indivíduos com DC (57%) do que com CU (43%) e um predomínio de participantes do sexo feminino (52%). O índice de massa corporal (IMC) médio foi de 25,22 kg/m2 sem diferenças significativas entre as duas formas da doença (p=0,681) e nem entre os sexos (p=0,489), sendo a maioria (56,2%) normal, 29,2% apresentavam sobrepeso, 13,5% obesidade e apenas 1,1% com baixo peso. As médias entre os métodos apresentaram diferenças significativas (p<0,05) para o percentual de gordura corporal (%GC) e de massa livre de gordura (%MLG) em comparação com o DEXA, (média do DEXA em relação ao %GC foi de 32,46%, da BIA Xitron 31,00 (p=0,043), antropometria 28,94% (p<0,001) e BIA Tanita 27,66% (p<0,001), portanto houve uma subestimação em relação ao %GC. Já a média do DEXA para o %MLG foi de 67,54%, da BIA Xitron 68,99% (p=0,043), antropometria 71,06% (p<0,001) e BIA Tanita foi de 72,34% (p<0,001) havendo uma superestimação do %MLG em relação ao método de referência. A avaliação pelo método de BIA Xitron obteve uma diferença de 1,45% entre as médias de %GC, seguido pela antropometria 3,5% e por último pelo método de BIA Tanitaque foi de 4,79% em relação ao DEXA. Conclusão: todos os métodos aqui analisados para obtenção da composição corporal subestimaram o %GC e, consequentemente, superestimaram o %MLG, quando comparados ao método padrão, não havendo, portanto, concordância entre eles. O método que obteve resultado mais próximo ao do DEXA foi a BIA Xitron, seguido pela antropometria, e por último a BIA Tanita. Já em relação ao custo-benefício, o melhor método foi a antropometria, portanto, de acordo com os critérios avaliados, nenhum dos métodos analisados pode ser considerado perfeito para avaliação da composição corporal de pacientes com DII, e a escolha do mais adequado deve levar em consideração os recursos disponíveis, assim como a aplicabilidade dos dados obtidos.Background: Inflammatory bowel disease (IBD) is a recurrent chronic disease of the gastrointestinal tract. Malnutrition when present makes treatment and recovery more difficult, on the other hand overweight and obesity are becoming more prevalent as a result of therapies. Thus, the attention given to nutritional aspects and body composition in these patients must be considered of extreme importance in both prevention and treatment. Objective: to compare methods for assessment the simplest body composition with the reference standard for dual-energy X-ray absorptiometry (DXA). Methods: 89 patients between the ages of 18 and 65 years old, being treated at the Outpatient Clinic for Inflammatory Bowel Diseases at Hospital Universitario Antonio Pedro, Federal Fluminense University in Niterói, Rio de Janeiro, Brazil, were evaluated, with the established diagnosis of Crohn's disease (CD) or Ulcerative Colitis (UC), between January 2016 and December 2018. For anthropometric assessment of body composition, weight, height and skinfold measurement were performed. The evaluation by bioelectrical impedance (BIA) was performed using equipments Tanita®(IB_BC418) and Xitron® (Hydra ECF/ICF, Model 4200). The results were compared with those obtained by DXA. (DXA-GE-model IDXA). Results: there was a higher incidence of individuals with CD (57%) than with UC (43%) and an occurrence of female participants (52%). The average body mass index (BMI) was 25.22kg/m2 with no significant differences between the two forms of the disease (p=0.681) or between the sexes (p = 0.489), with the majority (56.2%) normal, 29.2% were overweight, 13.5 were obese and only 1.1% were underweight. The means between the methods showed significant differences (p<0.05) for the percentage of body fat (%BF) and fat-free mass (%FFM) compared to DXA, (mean of DXA in relation to %BF) was 32.46%, from BIA Xitron® 31.00% (p=0.043), anthropometry 28.94% (p<0.001) and BIA Tanita® 27.66 (p <0.001), so there was an underestimation in relation to %BF The DXA mean for %FFM was 67.54%, for BIA Xitron® 68.99% (p=0.043), anthropometry 71.06% (p<0.001) and BIA Tanita® was 72.34% (p< 0.001) with an overestimation of the %FFM in relation to the reference method. The evaluation by the BIA Xitron® method obtained a difference of 1.45% between the means of %BF, followed by anthropometry 3.5% and finally by the method of BIA Tanita® which was 4.79% in relation to DXA. Conclusion: all the methods analyzed here to obtain body composition in patients with IBD underestimated the %BF and, consequently, overestimated the %FFM, when compared to the standard method, therefore, there is no agreement between them. The method that obtained the closest result to that of DXA was BIA Xitron®, followed by anthropometry, and lastly BIA Tanita®. In relation to cost-benefit, the best method was anthropometry, therefore, according to the evaluated criteria, none of the analyzed methods can be considered perfect for assessing the body composition of patients with IBD, and choosing the most appropriate it must take into account the available resources, as well as the applicability of the data obtained.72 f.Coca Velarde, Luis Guillermohttp://lattes.cnpq.br/5087016670022826Wady, Maria Thereza Baptistahttp://lattes.cnpq.br/9563031938690671Boaventura, Gilson Teleshttp://lattes.cnpq.br/3173803026594951Duarte, Antonio Claudio Goularthttp://lattes.cnpq.br/4201183690734327Huguenin, Grazielle Villas Bôashttp://lattes.cnpq.br/4524969597289041http://lattes.cnpq.br/9539379420077634Santos, Romélia de Oliveira2023-03-30T16:26:48Z2023-03-30T16:26:48Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSANTOS, Romélia de Oliveira. 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Concordância entre diferentes métodos de avaliação da composição corporal em indivíduos com o diagnóstico de doença inflamatória intestinal em tratamento ambulatorial Santos, Romélia de Oliveira Doença de Crohn Colite ulcerativa Absorciometria radiológica de raios X de dupla energia Análise de bioimpedância elétrica Antropometria Composição corporal Doença inflamatória intestinal Composição coporal Avaliação antropométrica Bioimpedância Crohn's disease Ulcerative colits Dual-energy X-ray absortiometry Bioeletrical impedance analysis Antropometry Body composition |
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Introdução: A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é uma enfermidade crônica recidivante do trato gastrointestinal. A desnutrição quando presente dificulta o tratamento e a recuperação, por outro lado o sobrepeso e a obesidade estão se tornando mais prevalente em decorrência das terapias. Assim, a atenção dada aos aspectos nutricionais e a composição corporal nestes doentes, deve ser considerada de extrema importância tanto na prevenção como no tratamento. Objetivo: comparar métodos de avaliação da composição corporal mais simples com o padrão referência a Absorciometria Radiológica de Raios-X de Dupla Energia (DEXA).Métodos: foram avaliados 89 pacientes entre 18 e 65 anos, em tratamento no ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense em Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, com o diagnóstico estabelecido de doença de Crohn ou colite ulcerativa, entre janeiro de 2016 a dezembro de 2018. Para avaliação antropométrica da composição corporal foram realizadas as medidas de peso, estatura e dobras cutâneas. A avaliação por impedância bioelétrica (BIA) foi feita pelos equipamentos de bioimpedância Tanita®(IB_BC418) e Xitron® (Hydra ECF/ICF, Model 4200). Os resultados foram comparados com os obtidos pelo DEXA (DXA-GE-modelo IDXA). Resultados: foi observado uma maior ocorrencia de indivíduos com DC (57%) do que com CU (43%) e um predomínio de participantes do sexo feminino (52%). O índice de massa corporal (IMC) médio foi de 25,22 kg/m2 sem diferenças significativas entre as duas formas da doença (p=0,681) e nem entre os sexos (p=0,489), sendo a maioria (56,2%) normal, 29,2% apresentavam sobrepeso, 13,5% obesidade e apenas 1,1% com baixo peso. As médias entre os métodos apresentaram diferenças significativas (p<0,05) para o percentual de gordura corporal (%GC) e de massa livre de gordura (%MLG) em comparação com o DEXA, (média do DEXA em relação ao %GC foi de 32,46%, da BIA Xitron 31,00 (p=0,043), antropometria 28,94% (p<0,001) e BIA Tanita 27,66% (p<0,001), portanto houve uma subestimação em relação ao %GC. Já a média do DEXA para o %MLG foi de 67,54%, da BIA Xitron 68,99% (p=0,043), antropometria 71,06% (p<0,001) e BIA Tanita foi de 72,34% (p<0,001) havendo uma superestimação do %MLG em relação ao método de referência. A avaliação pelo método de BIA Xitron obteve uma diferença de 1,45% entre as médias de %GC, seguido pela antropometria 3,5% e por último pelo método de BIA Tanitaque foi de 4,79% em relação ao DEXA. Conclusão: todos os métodos aqui analisados para obtenção da composição corporal subestimaram o %GC e, consequentemente, superestimaram o %MLG, quando comparados ao método padrão, não havendo, portanto, concordância entre eles. O método que obteve resultado mais próximo ao do DEXA foi a BIA Xitron, seguido pela antropometria, e por último a BIA Tanita. Já em relação ao custo-benefício, o melhor método foi a antropometria, portanto, de acordo com os critérios avaliados, nenhum dos métodos analisados pode ser considerado perfeito para avaliação da composição corporal de pacientes com DII, e a escolha do mais adequado deve levar em consideração os recursos disponíveis, assim como a aplicabilidade dos dados obtidos. |
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