Falas Nefandas: inquisição, blasfêmias e proposições heréticas no Brasil colonial (XVI-XVIII)
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em História
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| Departamento: |
ICH – Instituto de Ciências Humanas
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/5546 |
Resumo: | Estudos realizados sobre a Inquisição Moderna ocorrem substancialmente em duas direções: uma análise sobre os aspectos jurídicos-institucionais do Tribunal do Santo Oficio e, sob outra ótica, uma investigação sob determinadas transgressões que foram alvo de perseguições. O presente trabalho enquadra-se na segunda vertente, onde buscarei examinar os processos-crime dos réus julgados pelos delitos de blasfêmia e de proposições heréticas, oriundos do Brasil, que se encontravam sob jurisdição do Tribunal de Lisboa. Após uma distinção entre os dois delitos - que facilmente são confundidos por estarem relacionados à fala -, buscarei uma análise que mostre como as blasfêmias estavam enraizadas na cultura do colono na América portuguesa. Expressões que faziam parte do dia a dia de homens e mulheres, jovens ou velhos; discursos grosseiros, jocosos, rústicos, que não visavam atacar, ofender, mas sim, expressar uma insatisfação momentânea. Quanto às proposições heréticas apresentarei os agentes históricos desse delito que, normalmente, eram pessoas instruídas na fé, que sabiam ler e escrever. Oposta às blasfêmias, as proposições tinham o intuito de romper, de agredir, de gerar novas ideias e propagá-las o máximo possível. As análises realizadas na presente dissertação sobre a perseguição aos delitos de blasfêmias e proposições heréticas servirão como auxilio na busca pelo entendimento da realidade social vivida pelos colonos do Novo Mundo frente às políticas de intolerância do Santo Ofício português e seus desdobramentos. |
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Borges, Celia Aparecida Resende Maiahttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4786928E8Daibert Junior, Roberthttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4760097U7Assis, Angelo Adriano Faria dehttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761039E5http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4855419P2Pereira, Diogo Tomaz2017-08-09T15:09:17Z2017-07-192017-08-09T15:09:17Z2017-05-25https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/5546Estudos realizados sobre a Inquisição Moderna ocorrem substancialmente em duas direções: uma análise sobre os aspectos jurídicos-institucionais do Tribunal do Santo Oficio e, sob outra ótica, uma investigação sob determinadas transgressões que foram alvo de perseguições. O presente trabalho enquadra-se na segunda vertente, onde buscarei examinar os processos-crime dos réus julgados pelos delitos de blasfêmia e de proposições heréticas, oriundos do Brasil, que se encontravam sob jurisdição do Tribunal de Lisboa. Após uma distinção entre os dois delitos - que facilmente são confundidos por estarem relacionados à fala -, buscarei uma análise que mostre como as blasfêmias estavam enraizadas na cultura do colono na América portuguesa. Expressões que faziam parte do dia a dia de homens e mulheres, jovens ou velhos; discursos grosseiros, jocosos, rústicos, que não visavam atacar, ofender, mas sim, expressar uma insatisfação momentânea. Quanto às proposições heréticas apresentarei os agentes históricos desse delito que, normalmente, eram pessoas instruídas na fé, que sabiam ler e escrever. Oposta às blasfêmias, as proposições tinham o intuito de romper, de agredir, de gerar novas ideias e propagá-las o máximo possível. As análises realizadas na presente dissertação sobre a perseguição aos delitos de blasfêmias e proposições heréticas servirão como auxilio na busca pelo entendimento da realidade social vivida pelos colonos do Novo Mundo frente às políticas de intolerância do Santo Ofício português e seus desdobramentos.Most studies carried out on the Modern Inquisition subject occur substantially on two perspectives: through the analysis of legal formalities of the Holy Office and, from another point of view, through the investigation of transgressions that were persecuted. This paper is part of the second type of perspective, where I will try to examine the criminal proceedings of the defendants who were tried for the crimes of blasphemy and heretical propositions coming from Brazil, which was under the jurisdiction of the Lisbon Court. After a distinction between the two offenses - which are easily confused because they are related to speech - I will seek an analysis that shows how blasphemies were rooted in the colonist's culture in Portuguese America. Expressions that were part of the daily life of men and women, young or old; discourses that were crude, jocular, rustic, not aimed at attacking, offending, but expressing a momentary dissatisfaction. As for the heretical propositions, I will present the historical agents of this crime, who were usually people of faith who knew how to read and write. Opposed to blasphemies, the propositions were intended to break, to attack, to generate new ideas and to propagate them as much as possible. The analysis conducted in this dissertation about the persecution of crimes of blasphemies and heretical propositions will serve as an aid in the search for comprehension of the social reality lived by the settlers of the New World against the policies of intolerance of the Portuguese Holy Office, as well as its unfoldings.FAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas GeraisporUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)Programa de Pós-graduação em HistóriaUFJFBrasilICH – Instituto de Ciências HumanasCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIAInquisiçãoBlasfêmiasProposições heréticasInquisitionBlasphemyHeretical propositionsFalas Nefandas: inquisição, blasfêmias e proposições heréticas no Brasil colonial (XVI-XVIII)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFTEXTdiogotomazpereira.pdf.txtdiogotomazpereira.pdf.txtExtracted texttext/plain400337https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/5546/3/diogotomazpereira.pdf.txtd823b773d493d2ab9749984469214db1MD53THUMBNAILdiogotomazpereira.pdf.jpgdiogotomazpereira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1160https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/5546/4/diogotomazpereira.pdf.jpgc04d0c8ca38960b68fb561672dc7c171MD54ORIGINALdiogotomazpereira.pdfdiogotomazpereira.pdfapplication/pdf1570437https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/5546/1/diogotomazpereira.pdf83a3dbee30ae2e573a19d5550b79b519MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82197https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/5546/2/license.txt000e18a5aee6ca21bb5811ddf55fc37bMD52ufjf/55462019-06-16 07:38:08.7oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/5546TElDRU7vv71BIERFIERJU1RSSUJVSe+/ve+/vU8gTu+/vU8tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHvv73vv71vIGRlc3RhIGxpY2Vu77+9YSwgdm9j77+9IChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l077+9cmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIEp1aXogZGUgRm9yYSBvIGRpcmVpdG8gbu+/vW8tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pLCBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYe+/ve+/vW8gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLvv71uaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIO+/vXVkaW8gb3Ugdu+/vWRlby4KClZvY++/vSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l077+9cmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgSnVpeiBkZSBGb3JhIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXvv71kbywgdHJhbnNwb3IgYSBzdWEgcHVibGljYe+/ve+/vW8gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZh77+977+9by4gVm9j77+9IHRhbWLvv71tIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTvv71yaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBKdWl6IGRlIEZvcmEgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY++/vXBpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYe+/ve+/vW8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7vv71hLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHvv73vv71vLiBWb2Pvv70gZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYe+/ve+/vW8g77+9IG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY++/vSB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbu+/vWEuIFZvY++/vSB0YW1i77+9bSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcO+/vXNpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2Hvv73vv71vIG7vv71vLCBxdWUgc2VqYSBkZSBzZXUgY29uaGVjaW1lbnRvLCBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBuaW5nde+/vW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2Hvv73vv71vIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHF1ZSB2b2Pvv70gbu+/vW8gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9j77+9IGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3Pvv71vIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdO+/vXJpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIEp1aXogZGUgRm9yYSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7vv71hLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3Tvv70gY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250Ze+/vWRvIGRhIHB1YmxpY2Hvv73vv71vIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0Hvv73vv71PIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ++/vU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfvv71OQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0Pvv70gREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklT77+9TyBDT01PIFRBTULvv71NIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0Hvv73vv71FUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l077+9cmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgSnVpeiBkZSBGb3JhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2Hvv73vv71vLCBlIG7vv71vIGZhcu+/vSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHvv73vv71vLCBhbO+/vW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbu+/vWEuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2019-06-16T10:38:08Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false |
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