Governação em tempo de guerra: governo geral do estado do Brasil e a gestão da defesa (1642-1654)
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em História
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| Departamento: |
ICH – Instituto de Ciências Humanas
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/543 |
Resumo: | Após a aclamação de D. João IV uma série de medidas foi adotada para garantir a permanência da nova dinastia à frente do trono português. Nesse contexto as guerras passam a ser eventos constantes e por conseqüência produziram transformações de ordem política, econômica e social. No Estado do Brasil a presença holandesa era efetiva desde 1630, fato que ameaçava a unidade da América Portuguesa, e por conseqüência gerava interferências na economia lusobrasileira, pois os holandeses controlavam rentável produção açucareira. O governador geral era o representante do rei no Estado do Brasil, como tal era imbuído de poderes extraordinários nos campos da justiça, fazenda e milícia. Estes poderes lhe conferiam a autoridade para governar o Estado do Brasil. A insurreição dos moradores de Pernambuco e de outras áreas ocupadas pelos neerlandeses iniciou o processo que levou a capitulação definitiva dos invasores estrangeiros. O governo geral atuou em conjunto com os luso-brasileiros de Pernambuco para derrotar os holandeses. Nosso objetivo é analisar quais foram as medidas tomadas pelo governo geral no tocante a gestão da guerra, bem como caracterizar como eram estabelecidas as relações com os poderes locais. |
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No Estado do Brasil a presença holandesa era efetiva desde 1630, fato que ameaçava a unidade da América Portuguesa, e por conseqüência gerava interferências na economia lusobrasileira, pois os holandeses controlavam rentável produção açucareira. O governador geral era o representante do rei no Estado do Brasil, como tal era imbuído de poderes extraordinários nos campos da justiça, fazenda e milícia. Estes poderes lhe conferiam a autoridade para governar o Estado do Brasil. A insurreição dos moradores de Pernambuco e de outras áreas ocupadas pelos neerlandeses iniciou o processo que levou a capitulação definitiva dos invasores estrangeiros. O governo geral atuou em conjunto com os luso-brasileiros de Pernambuco para derrotar os holandeses. Nosso objetivo é analisar quais foram as medidas tomadas pelo governo geral no tocante a gestão da guerra, bem como caracterizar como eram estabelecidas as relações com os poderes locais.After the acclamation of D. João IV a series of measures were adopted to ensure the permanence of the new dynasty ahead of the Portuguese throne. In this context the wars become constant events and consequently produced changes in politic, economic and social order. In the State of Brazil the Dutch presence was effective since 1630, a fact that threatened the unity of Portuguese America, and consequently generated interference in Luso- Brazilian economy, because the Dutch controlled the profitable sugar production. The general governor was the king’s representative in the State of Brazil, as such was imbued with extraordinary powers in the fields of “justiça”, “fazenda” and “milicia”. These powers gave it the authority to govern the State of Brazil. The uprising of the people of Pernambuco and other areas occupied by the Dutch started the process that led to the final capitulation of the foreign invaders. The general government acted in conjunction with the Luso-Brazilian from Pernambuco to defeat the Dutch. Our goal is to analyze what were the measures taken by the general government regarding the management of the war, as well as characterize how were established relations with the local authorities.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de Juiz de ForaPrograma de Pós-graduação em HistóriaUFJFBrasilICH – Instituto de Ciências HumanasCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIAGoverno GeralEstado do BrasilSéculo XVIIGuerraGovernaçãoGeneral governmentState of BrazilSeventeenth CenturyWarGovernationGovernação em tempo de guerra: governo geral do estado do Brasil e a gestão da defesa (1642-1654)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFTEXThugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.txthugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.txtExtracted texttext/plain507033https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/543/3/hugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.txtc43caac50882f22495ec6e84a0b6eaa8MD53THUMBNAILhugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.jpghugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1315https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/543/4/hugoandrefloresfernandesaraujo.pdf.jpg01f84850e742e6669c21da9e66bd1c09MD54ORIGINALhugoandrefloresfernandesaraujo.pdfhugoandrefloresfernandesaraujo.pdfapplication/pdf1169515https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/543/1/hugoandrefloresfernandesaraujo.pdfd151b1391f0902b45ab676a543d72cc7MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/543/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52ufjf/5432019-11-07 11:13:31.9oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/543TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2019-11-07T13:13:31Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false |
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