Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho
| Ano de defesa: | 2011 |
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Universidade Federal de Lavras
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Departamento de Fitopatologia
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Resumo: | Fitopatologia |
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2014-08-01T14:57:33Z2014-08-01T14:57:33Z20112014-08-012011-08-05KOSHIKUMO, E. S. M. Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho. 2011. 109 p. Tese (Doutorado em Fitopatologia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2011.https://repositorio.ufla.br/handle/1/1941Universidade Federal de LavrasEscola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)Departamento de FitopatologiaBRASILDepartamento de FitopatologiaCiências AgráriasCercosporiose do milhoCercosporinaCercospora zeinaCercospora zeae-maydisCercospora sorghi f.sp. maydisMicroscopia eletrônica de varreduraGray Leaf SpotCercosporinScanning electron microscopyIdentificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milhoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisAlves, EduardoChalfun Junior, AntonioSouza, Paulo Estevão dePinho, Renzo Garcia VonCastro, Hilário Antônio deKoshikumo, Érika Sayuri ManetiFitopatologiaIn the Minas Gerais State, Brazil, there are three species of Cercospora from maize: Cercospora zeina, Cercospora zeae-maydis and Cercospora sorghi f.sp. maydis. This last one has morphologic characteristics totally different from the others: the Mycelial Index Growth Speed (MIGS) is higher, and it produces toxin in tomato juice medium (TJM). On the other hand, the pathogenic species are morphologically similar, but they differ mainly by size and shape of conidia, mycelia growth and production of toxin. The difficulty of distinguishing them morphologically leads us to develope a molecular analysis that is more reliable and easier. Specific primers were developed from ITS regions and regions of ribossomal DNA that identified the pathogenic species of Cercospora from maize. To obtain spores from Cercospora genus, it is necessary to use methods to induce stress, such as drying mycelium or by the transfer of spores, used in this study. Both methods were efficient, mainly in TJM or V8 (V8). The conidia were observed in scanning electron microscope, and it was possible to observe the colonization on sorghum seeds with different Cercospora fungal cultures that were used like transporters for these fungi for inoculating maize plants. The sorghum seeds inoculated with only spores had a higher number of conidia/seeds than those inoculated with conidia and mycelium. Besides, there is more probability to have success in the inoculation when using conidia to inoculate the corn plants. By Spectrometry, it was possible to detect the cercosporin in C. sorghi f.sp maydis in every culture media studed, except in M1D medium, under light condition, at 27 oC. The induction of toxin in C. zeina was not possible, which reinforces the hypothesis that this species just produces toxin in plants. Generally, the C. zeae-maydis produce toxin, however, under the condition mentioned, it was not possible to observe the toxin production. Most likely, there is a factor that blocked the genes products involved in the byossintese process. With the results, it is possible to affirm that the three species of Cercospora from maize in Minas Gerais state, Brazil that can have high production of spores in vitro by using the Patted system, which enables the development of new scientific studies. The coconut water medium with yeast induced the most toxin production in C. sorghi f.sp maydis.. However, more studies are required, especially with C. zeina, which is more aggressive and more difficult to grow in laboratorial condition.Em Minas Gerais são encontradas as três espécies de Cercospora do milho: Cercospora zeina, Cercospora zeae-maydis e Cercospora sorghi f.sp. maydis, e esta última é de fácil separação das demais, por apresentar um índice de velocidade de crescimento micelial maior e pode produzir toxina em meio Suco de Tomate Temperado (STT). As outras duas espécies são patogênicas, morfologicamente semelhantes, diferindo-se, principalmente, pelo tamanho do conidióforo, formato do conídio, crescimento micelial e produção de toxina. A dificuldade de diferenciá-las morfologicamente conduz a uma análise molecular, a qual é mais confiável. Desta forma, foi possível identificar as espécies patogênicas de cercospora do milho utilizando-se de primers específicos. Para obtenção de esporos deste gênero de fungos é necessário usar métodos que induzem algum tipo de estresse, como o de secagem de massa micelial ou de transferência de conídios. Ambos foram eficientes, principalmente, em meio STT ou V8. Com os conídios produzidos por estes métodos foi possível observar em microscópio eletrônico de varredura a colonização das sementes de sorgo com diferentes culturas fúngicas, as quais servem de veículo para inocular plantas de milho. As sementes de sorgo inoculadas apenas com esporos, seja por suspensão ou por meio de cultura, apresentaram maior número de conídios/sementes do que aquelas inoculadas com conídios e micélio. Por espectofometria foi detectada a Cercosporina em C. sorghi f.sp maydis em todos os meios de cultura estudados, exceto em M1D, em condições de luz continua a 27 oC, enquanto a indução da toxina em C. zeina não foi possível, o que reforça a hipótese de que esta espécie apenas produz a toxina em planta. Geralmente, C. zeae-maydis é caracterizada pela produção de toxina, no entanto, para os isolados utilizados nas condições estudadas, não foi possível observar tal fato, provavelmente, em razão de algum fator que alterou e/ou bloqueou os produtos dos genes envolvidos no processo da biossíntese da mesma. O meio com água de coco e extrato de leveduras foi o melhor para induzir a toxina em C.sorghi f.sp maydis. Diante dos resultados, é possível afirmar que há as 3 espécies de Cercospora do milho em Minas Gerais, os isolados podem ter alta produção de esporos in vitro pela transferência de conídios, possibilitando desenvolvimentos de outros trabalhos científicos. Além disso, há maior probabilidade de sucesso na inoculação quando se utilizam conídios. Contudo, há necessidade de mais estudos, principalmente com a C. zeina, a qual é mais agressiva e mais difícil de manter em condições laboratoriais.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdfTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdfapplication/pdf1534287https://repositorio.ufla.br/bitstreams/06d4aa5d-b387-4757-950c-e7e823e156c4/download39fc8f27ff840040e9d7013dfc9d2dceMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/bc0c09a7-b97b-4106-8eff-b66386496ab3/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdf.txtTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdf.txtExtracted texttext/plain102184https://repositorio.ufla.br/bitstreams/f359e54b-5fc8-4fca-8c5d-b55f96d5116c/downloadd6fa6571123c0afbeec7fc110285640aMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdf.jpgTESE_Identificação molecular e morfológica, métodos de esporulação, indução e detecção de cercosporina das espécies de cercospora do milho.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3151https://repositorio.ufla.br/bitstreams/12e8d200-29d2-40a3-af16-6992cdc06717/download3543d2d2af4cd77c05664fd0136b3f09MD54falseAnonymousREAD1/19412025-08-05 15:32:53.076open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/1941https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:32:53Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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