Equações volumétricas e de afilamento para mogno africano (Khaya ivorensis A. Chev.) nos Estados de Minas Gerais e Pará, Brasil
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal
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| Departamento: |
Departamento de Ciências Florestais
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/12809 |
Resumo: | A espécie Khaya ivorensis (mogno africano) produz madeira com qualidade e alto valor comercial. Os plantios dessa espécie estão em expansão no Brasil e necessitam de informações quantitativas que colaborem com o planejamento e otimização das atividades florestais. Essa realidade motivou o desenvolvimento dessa dissertação, e dois artigos foram elaborados: no primeiro, foram testados modelos volumétricos de simples e dupla entrada para estimar volume do fuste e total das árvores e; no segundo artigo, modelos polinomiais não segmentados foram testados para estimar diâmetros e volumes em diferentes posições na árvore, até a altura do fuste, e foi calculada a taxa de afilamento até uma altura aproximada de 6 m e realizou-se o sortimento das árvores em toras com dimensões definidas. Foram utilizadas duas bases de dados: 100 árvores com idade próxima ao primeiro desbaste (7 anos) em Minas Gerais e 46 árvores com idade próxima ao corte final (14 - 15 anos) no Pará. As árvores foram cubadas pelo método não destrutivo, com uso do Criterion RD 1000. Essa metodologia indireta foi validada com 10 árvores cubadas diretamente após o abate, sendo os diâmetros e os volumes das duas cubagens semelhantes estatisticamente para α=0,05. O volume foi calculado seguindo o método de Smalian. No primeiro artigo, as equações de dupla entrada foram superiores às de simples entrada. O modelo de Schumacher e Hall foi selecionado para estimar volume do fuste em plantios com idade próxima ao primeiro desbaste e ao corte final, Spurr logaritimizado para estimar o volume total em plantio com idade próxima ao primeiro desbaste e, Spurr para estimar o volume total em plantio com idade próxima ao corte final. No segundo artigo, as árvores com 14 e 15 anos se apresentaram mais cônicas do que as árvores com 7 anos. Os modelos polinomiais de Schöepfer, Hradetzky e Kozak, apresentaram ajuste e boas estatísticas de precisão, e o modelo de Schöepfer foi o mais acurado para as duas idades estudadas. As informações disponibilizadas neste estudo foram satisfatórias, e podem ser utilizadas para quantificação de árvores da espécie Khaya ivorensis. |
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2017-05-04T12:11:12Z2017-05-04T12:11:12Z2017-05-032017-02-23OLIVEIRA, X. M. de. Equações volumétricas e de afilamento para mogno africano (Khaya ivorensis A. Chev.) nos Estados de Minas Gerais e Pará, Brasil. 2017. 130 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.https://repositorio.ufla.br/handle/1/12809A espécie Khaya ivorensis (mogno africano) produz madeira com qualidade e alto valor comercial. Os plantios dessa espécie estão em expansão no Brasil e necessitam de informações quantitativas que colaborem com o planejamento e otimização das atividades florestais. Essa realidade motivou o desenvolvimento dessa dissertação, e dois artigos foram elaborados: no primeiro, foram testados modelos volumétricos de simples e dupla entrada para estimar volume do fuste e total das árvores e; no segundo artigo, modelos polinomiais não segmentados foram testados para estimar diâmetros e volumes em diferentes posições na árvore, até a altura do fuste, e foi calculada a taxa de afilamento até uma altura aproximada de 6 m e realizou-se o sortimento das árvores em toras com dimensões definidas. Foram utilizadas duas bases de dados: 100 árvores com idade próxima ao primeiro desbaste (7 anos) em Minas Gerais e 46 árvores com idade próxima ao corte final (14 - 15 anos) no Pará. As árvores foram cubadas pelo método não destrutivo, com uso do Criterion RD 1000. Essa metodologia indireta foi validada com 10 árvores cubadas diretamente após o abate, sendo os diâmetros e os volumes das duas cubagens semelhantes estatisticamente para α=0,05. 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As informações disponibilizadas neste estudo foram satisfatórias, e podem ser utilizadas para quantificação de árvores da espécie Khaya ivorensis.Khaya ivorensis (African mahogany) yields high-quality and high-priced wood at the international market. Planting area is in expansion in Brazil and information is need to enhance planing and optimization of the forest activities. This motivated this dissertation and two papers were produced: the first tests single and double-entry models to fit commercial and total volume for Khaya ivorensis stands at first thinning (7 years) and final cut ages (14 – 15 years); and in the second paper polynomial non-segmented models were fitted to estimate diameters and volume at different positions the tree up to the commercial height. Taper was calculated up to 6 meters and the tree was assorted by different products. It was used 2 data bases: 100 trees with age close to the first thinning (from a Minas Gerais plantation) and 46 trees with ages close to final cut (from a Pará plantation). Tree volume was measured indirectly using Criterion RD 1000. Indirect measurements were validated comparing values obtained directly from 10 felled trees, being diameters and volumes from direct and indirect measurements statistically equal (α=0,05). Volume was calculated using Smalian’s formula. On the first paper, double-entry equations overperformed single-entry equations and Schumacher and Hall model was selected to estimate commercial volume for plantations with age close to the first thinning and final cut. Spurr Logarithmized model was the best to estimate total volume of the plantation with age close to the first thinning and Spurr was the best to estimate total volume for the plantation with age close to final cut. On the second paper, older trees were more conical than the younger. Schöepfer, Hradetzky and Kozak polynomial models presented good fit and good precision statistics. Schöepfer was the most acurate for both studied ages. Information from this study was satisfactory and can be used to quantify Khaya ivorensis dendrometric values.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Engenharia FlorestalUFLAbrasilDepartamento de Ciências FlorestaisTecnologia e Utilização de Produtos FlorestaisMadeira – Qualidade – Modelos matemáticosMogno africano – Estimativa de parâmetrosWood – Quality – Mathematical modelsAfrican mahogany – Parameter estimationKhaya ivorensisEquações volumétricas e de afilamento para mogno africano (Khaya ivorensis A. Chev.) nos Estados de Minas Gerais e Pará, BrasilVolumetric and taper equations for african mahogany (Khaya ivorensis A. Chev.) in the states of Minas Gerais and Pará, Brazilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisFerraz Filho, Antonio CarlosLima, Renato Ribeiro deCabacinha, Christian DiasGomide, Lucas RezendeLima, Renato Ribeiro dehttp://lattes.cnpq.br/5778668445331272Oliveira, Ximena Mendes deinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Equações volumétricas e de afilamento para mogno africano (Khaya ivorensis A. Chev.) nos Estados de Minas Gerais e Pará, Brasil.pdfDISSERTAÇÃO_Equações volumétricas e de afilamento para mogno africano (Khaya ivorensis A. 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