Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Pereira, Dyanna Rangel lattes
Orientador(a): Carvalho, Gladyston Rodrigues
Banca de defesa: Carvalho, Samuel Pereira de, Malta, Marcelo Ribeiro, Rosa, Sttela Dellyzete Veiga Franco da, Resende, Mário Lúcio Vilela de
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia
Departamento: Departamento de Agricultura
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/46224
Resumo: Objetivou-se verificar a eficiência do controle genético e químico da ferrugem e sua influência no progresso da doença e produtividade do cafeeiro, os efeitos da ferrugem e de suas formas de controle na atividade de enzimas antioxidantes e teores de metabólitos de folhas e frutos, e na composição mineral de folhas. Além disso, avaliar os efeitos da expressão da ferrugem e suas formas de controle na qualidade do café. O experimento foi conduzido no Banco Ativo de Germoplasma de Coffea spp. de Minas Gerais, Brasil, no Campo Experimental de Patrocínio (CEPC). Foram avaliados quatro genótipos de café arábica, dos grupos Híbrido de Timor (HT) (MG0277 e MG0313) e Bourbon (MG0006 e MG0012), com e sem tratamento químico para controle de ferrugem (Verdadero 600 WG®, Ciproconazol + Tiametoxan, 1,0 kg.ha-1). Nas plantas não tratadas para controle de ferrugem, realizou-se controle de bicho mineiro (Actara 250 WG®, Tiametoxan, 1,0 kg.ha-1). As avaliações de incidência e severidade de ferrugem e as coletas de folhas e frutos para análise da atividade enzimática, e de frutos para a análise química, ocorreram nos estádios de maturação verde, verde-cana e maduro. Após a colheita, foi realizada coleta de folhas para análise mineralógica foliar de macro e micronutrientes. As produtividades em sacas de café beneficiado por hectare (SC ha-1) foram obtidas por meio da pesagem do café beneficiado após a secagem (12 % de umidade). Após o processamento via seca e preparo das amostras, realizou-se avaliações químicas e físicas do grão, e sensorial da bebida. Todas as avaliações foram realizadas na safra de 2018/19. Existe variabilidade no grupo HT para resistência à ferrugem, sendo o MG0277, resistente, e o MG0313, suscetível. O controle genético é pelo menos tão eficiente quanto o químico, com resposta diferencial dos genótipos ao uso de defensivo. Não houve efeito do controle químico sobre a produtividade na primeira safra após a infestação e os genótipos apresentaram produtividade semelhante, com ou sem uso de defensivo. O controle químico não afeta o teor de nutrientes nas folhas, mas a expressão da ferrugem está associada ao teor desses nutrientes. A atividade das enzimas antioxidantes e os teores de metabólitos nas folhas e frutos estão relacionados à expressão da ferrugem e são afetados pelo tipo de controle e estádio de maturação, indicando uma resposta sistêmica da planta à infecção. Os controles genético e químico são eficazes na redução dos prejuízos provocados pela doença na composição dos grãos. Genótipos com ascendência resistente, mesmo que apresentem quebra de resistência, respondem melhor ao controle químico, refletindo positivamente na qualidade do grão e da bebida. Os componentes químicos e físico-quimicos dos grãos que foram afetados pela ferrugem, se associam com atributos avaliados na análise sensorial. Cafés com maior e menor frequência de notas de sabor ‘frutadadas’ e ‘achocolatadas’, respectivamente, como os HT, apresentam maior nota total na análise sensorial, independentemente do uso de controle químico. A combinação do controle genético e químico favorece o aumento do teor de açúcares nos grãos, a nota sensorial total e a riqueza de sabores percebidos.
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spelling 2021-04-27T16:41:53Z2021-04-27T16:41:53Z2021-04-272021-03-31PEREIRA, D. R. Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café. 2021. 104 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2021.https://repositorio.ufla.br/handle/1/46224Objetivou-se verificar a eficiência do controle genético e químico da ferrugem e sua influência no progresso da doença e produtividade do cafeeiro, os efeitos da ferrugem e de suas formas de controle na atividade de enzimas antioxidantes e teores de metabólitos de folhas e frutos, e na composição mineral de folhas. Além disso, avaliar os efeitos da expressão da ferrugem e suas formas de controle na qualidade do café. O experimento foi conduzido no Banco Ativo de Germoplasma de Coffea spp. de Minas Gerais, Brasil, no Campo Experimental de Patrocínio (CEPC). Foram avaliados quatro genótipos de café arábica, dos grupos Híbrido de Timor (HT) (MG0277 e MG0313) e Bourbon (MG0006 e MG0012), com e sem tratamento químico para controle de ferrugem (Verdadero 600 WG®, Ciproconazol + Tiametoxan, 1,0 kg.ha-1). Nas plantas não tratadas para controle de ferrugem, realizou-se controle de bicho mineiro (Actara 250 WG®, Tiametoxan, 1,0 kg.ha-1). As avaliações de incidência e severidade de ferrugem e as coletas de folhas e frutos para análise da atividade enzimática, e de frutos para a análise química, ocorreram nos estádios de maturação verde, verde-cana e maduro. Após a colheita, foi realizada coleta de folhas para análise mineralógica foliar de macro e micronutrientes. As produtividades em sacas de café beneficiado por hectare (SC ha-1) foram obtidas por meio da pesagem do café beneficiado após a secagem (12 % de umidade). Após o processamento via seca e preparo das amostras, realizou-se avaliações químicas e físicas do grão, e sensorial da bebida. Todas as avaliações foram realizadas na safra de 2018/19. Existe variabilidade no grupo HT para resistência à ferrugem, sendo o MG0277, resistente, e o MG0313, suscetível. O controle genético é pelo menos tão eficiente quanto o químico, com resposta diferencial dos genótipos ao uso de defensivo. Não houve efeito do controle químico sobre a produtividade na primeira safra após a infestação e os genótipos apresentaram produtividade semelhante, com ou sem uso de defensivo. O controle químico não afeta o teor de nutrientes nas folhas, mas a expressão da ferrugem está associada ao teor desses nutrientes. A atividade das enzimas antioxidantes e os teores de metabólitos nas folhas e frutos estão relacionados à expressão da ferrugem e são afetados pelo tipo de controle e estádio de maturação, indicando uma resposta sistêmica da planta à infecção. Os controles genético e químico são eficazes na redução dos prejuízos provocados pela doença na composição dos grãos. Genótipos com ascendência resistente, mesmo que apresentem quebra de resistência, respondem melhor ao controle químico, refletindo positivamente na qualidade do grão e da bebida. Os componentes químicos e físico-quimicos dos grãos que foram afetados pela ferrugem, se associam com atributos avaliados na análise sensorial. Cafés com maior e menor frequência de notas de sabor ‘frutadadas’ e ‘achocolatadas’, respectivamente, como os HT, apresentam maior nota total na análise sensorial, independentemente do uso de controle químico. A combinação do controle genético e químico favorece o aumento do teor de açúcares nos grãos, a nota sensorial total e a riqueza de sabores percebidos.The objective of this study was to verify the efficiency of rust genetic and chemical control and its influence on disease progress and coffee yield, the effects of rust and its control forms on the activity of antioxidant enzymes and metabolite levels of leaves and fruits and on leaf mineral composition, in addition to evaluating the effects of rust expression and its control forms on coffee quality. The experiment was conducted in the Germplasm Active Bank of Coffea spp., in Minas Gerais, Brazil, in the Experimental Field of Patrocínio (CEPC). Four arabica coffee genotypes wre evaluated, from the groups Híbrido de Timor (HT) (MG0277 and MG0313) and Bourbon (MG0006 and MG0012), with and without chemical treatment for rust control (Verdadero 600 WG® - Cyproconazole + Thiamethoxam, 1.0 kg.ha-1). In plants not treated for rust control, the leaf miner was controlled (Actara 250 WG®, Thiamethoxam, 1.0 kg.ha-1). The assessments of rust incidence and severity, as well as the collection of leaves and fruits for analysis of enzymatic activity and of fruits for chemical analysis occurred when the fruits were green, sugarcane-green and ripe. After harvesting, leaves were collected for leaf mineralogical analysis of macro-and micronutrients. Yields in bags of processed coffee per hectare (SC ha-1) were measured by weighing the processed coffee after drying (12% moisture). After dry processing and sample preparation, chemical and physical evaluations of the bean and sensory assessments of the beverage were carried out. All evaluations were performed in the 2018/19 harvest. There is variability in the HT group for rust resistance, with MG0277 resistant and MG0313 susceptible. Genetic control is at least as efficient as chemical control, with a differential response of genotypes to the use of pesticides. There was no effect of chemical control on yield in the first harvest after infestation and the genotypes showed similar yield, with or without the use of pesticides. Chemical control does not affect nutrient content in the leaves, but rust expression is associated with the content of these nutrients. The activity of antioxidant enzymes and the levels of metabolites in leaves and fruits are related to rust expression and are affected by the type of control and ripening stage, indicating a systemic response of the plant to the infection. Genetic and chemical controls are effective in reducing the damage caused by the disease in bean composition. Genotypes with resistant ancestry, even with resistance breakdown, respond better to chemical control, reflecting positively on bean and beverage quality. The chemical and physicochemical components of beans that were affected by rust are associated with attributes evaluated by sensory analysis. Coffees with a higher and lower frequency of “fruity” and “chocolate” flavor notes, respectively, such as HT, have a higher total score in sensory analysis, regardless of the use of chemical control. The combination of genetic and chemical control favors an increase in the sugar content in the beans, the total sensory score and the richness of perceived flavors.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Agronomia/FitotecniaUFLAbrasilDepartamento de AgriculturaFitotecniaCafeeiro - FerrugemCafeeiro - Doenças e pragasHemileia vastatrix BerkHíbrido de TimorTriazolAtividade antioxidanteCafeeiro - Análise foliarCafé - MaturaçãoCafé - QualidadeCoffee - RustCoffee - Pests and diseasesTriazoleAntioxidant activityCoffee - Leaf analysisCoffee - RipeningCoffee - QualityControle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do caféGenetic and chemical control of coffee rust and its relationship with disease expression, yield, chemical composition, antioxidant activity and coffee qualityinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCarvalho, Gladyston RodriguesCarvalho, Samuel Pereira deMalta, Marcelo RibeiroRosa, Sttela Dellyzete Veiga Franco daResende, Mário Lúcio Vilela dehttp://lattes.cnpq.br/2307827680028667Pereira, Dyanna Rangelporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d9cd50ce-d582-41df-844d-394b500942b5/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD51falseAnonymousREADORIGINALTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdfTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdfapplication/pdf1258954https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6e0cf84e-fa9d-4385-8de3-e4c28e918d53/download14e650b5c2c923b464dae3881714f30dMD52trueAnonymousREADTEXTTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdf.txtTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdf.txtExtracted texttext/plain102694https://repositorio.ufla.br/bitstreams/946d4813-3e46-4270-bca8-fee83c366108/download1cd6eac2ee70efad44cd682696f9e21bMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdf.jpgTESE_Controle genético e químico da ferrugem do cafeeiro e sua relação com a expressão da doença, produtividade, composição química, atividade antioxidante e qualidade do café.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3422https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6fe58c73-1704-4f41-b0d4-95d8836d7ed6/download77b6927bf4002ee9902edf8d7f135a47MD54falseAnonymousREAD1/462242025-08-05 15:41:04.842open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/46224https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:41:04Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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