Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Pereira, Aurélio de Souza lattes
Orientador(a): Carvalho, Stephan Malfitano
Banca de defesa: Carvalho, Stephan Malfitano, Sobreiro, Ana Isabel, Souza, Jander Rodrigues
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Entomologia
Departamento: Departamento de Entomologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/56707
Resumo: A presença de xenobióticos no ambiente representa um grande risco para diversas espécies de organismos benéficos e, em se tratando do Brasil, verifica-se uma diversidade imensa quando falamos em abelhas. Dentre os inseticidas empregados no controle de diversos insetos-praga, encontram-se moléculas dos grupos organofosforado (dimetoato), neonicotinoide (tiametoxam), piretroide (deltametrina) e fenilpirazol (fipronil), produtos neurotóxicos e de amplo uso na agricultura, como nas lavouras de algodão e maçã. Com relação às espécies de abelhas, podemos destacar o maior grupo de espécies das abelhas nativas brasileiras, a tribo Meliponini, fundamentais na polinização de angiospermas nativas e no desenvolvimento da meliponicultura, atividade responsável pelo manejo dessas espécies. Destacando-se as espécies Tetragonisca angustula, Scaptotrigona xanthotricha e Frieseomelitta varia, presentes no meliponário da Universidade Federal de Lavras, este estudo comparativo teve por objetivo realizar a exposição destas três espécies de abelhas aos inseticidas deltametrina, dimetoato, fipronil e tiametoxam em condições de laboratório. Os resultados obtidos de dose letal 50 (DL50) demonstram a existência de resposta diferenciada frente à intoxicação com as mesmas moléculas estudadas com a espécie de abelha Apis mellifera, justificando a necessidade de estudos mais aprofundados com esse grupo de insetos nativos, visando o desenvolvimento de protocolos de proteção.
id UFLA_4ccc4b007724ef7c7527ac96e65be8c2
oai_identifier_str oai:repositorio.ufla.br:1/56707
network_acronym_str UFLA
network_name_str Repositório Institucional da UFLA
repository_id_str
spelling 2023-04-25T14:32:21Z2023-04-25T14:32:21Z2023-04-24PEREIRA, A. de S. Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras. 2023. 53 p. Dissertação (Mestrado em Entomologia)–Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2023.https://repositorio.ufla.br/handle/1/56707A presença de xenobióticos no ambiente representa um grande risco para diversas espécies de organismos benéficos e, em se tratando do Brasil, verifica-se uma diversidade imensa quando falamos em abelhas. Dentre os inseticidas empregados no controle de diversos insetos-praga, encontram-se moléculas dos grupos organofosforado (dimetoato), neonicotinoide (tiametoxam), piretroide (deltametrina) e fenilpirazol (fipronil), produtos neurotóxicos e de amplo uso na agricultura, como nas lavouras de algodão e maçã. Com relação às espécies de abelhas, podemos destacar o maior grupo de espécies das abelhas nativas brasileiras, a tribo Meliponini, fundamentais na polinização de angiospermas nativas e no desenvolvimento da meliponicultura, atividade responsável pelo manejo dessas espécies. Destacando-se as espécies Tetragonisca angustula, Scaptotrigona xanthotricha e Frieseomelitta varia, presentes no meliponário da Universidade Federal de Lavras, este estudo comparativo teve por objetivo realizar a exposição destas três espécies de abelhas aos inseticidas deltametrina, dimetoato, fipronil e tiametoxam em condições de laboratório. Os resultados obtidos de dose letal 50 (DL50) demonstram a existência de resposta diferenciada frente à intoxicação com as mesmas moléculas estudadas com a espécie de abelha Apis mellifera, justificando a necessidade de estudos mais aprofundados com esse grupo de insetos nativos, visando o desenvolvimento de protocolos de proteção.The presence of xenobiotics in the environment represents a great risk for several species of beneficial organisms and, when it comes to Brazil, there is an immense diversity when we talk about bees. Among the insecticides used to control various insect pests, there are molecules from the organophosphate groups (dimethoate), neonicotinoid (thiamethoxam), pyrethroid (deltamethrin) and phenylpyrazole (fipronil), neurotoxic products widely used in agriculture, such as crops of cotton and apple. With regard to bee species, we can highlight the largest group of native Brazilian bee species, the Meliponini tribe, fundamental in the pollination of native angiosperms and in the development of meliponiculture, the activity responsible for managing these species. Highlighting the species Tetragonisca angustula, Scaptotrigona xanthotricha and Frieseomelitta varia, present in the meliponary of the Federal University of Lavras. This comparative study aimed to carry out the exposure of these three species of bees to the insecticides deltamethrin, dimethoate, fipronil and thiamethoxam in laboratory conditions. The results obtained at a lethal dose of 50 (LD50) demonstrate the existence of a differentiated response to intoxication with the same molecules studied with the Apis mellifera bee species, justifying the need for further studies with this group of native insects, aiming the development of protocols protection.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-graduação em EntomologiaUFLAbrasilDepartamento de EntomologiaAttribution 4.0 Internationalhttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessDefesa FitossanitáriaMeliponiniEcotoxicologiaPesticidasMeliponíneosEcotoxicologyPesticidesToxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileirasToxicity of insecticides for brazilian native beesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCarvalho, Stephan MalfitanoCarvalho, Stephan MalfitanoSobreiro, Ana IsabelSouza, Jander Rodrigueshttp://lattes.cnpq.br/0968240833807079Pereira, Aurélio de Souzaporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdfDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdfapplication/pdf1384649https://repositorio.ufla.br/bitstreams/53cd9a8b-c9d7-47d9-9710-43245c12ba2f/downloade9cb5f163f087863d93b5a2c42ae7bdfMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8907https://repositorio.ufla.br/bitstreams/72e88709-5c28-4f32-bf93-6d069a74a477/downloadc07b6daef3dbee864bf87e6aa836cde2MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8956https://repositorio.ufla.br/bitstreams/7b70c7f1-beb6-4f09-bc82-ca0a3bd0059e/download5ea4a165b7202cbf475be400d2e16893MD53falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdf.txtExtracted texttext/plain101875https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d2ffef84-6363-46ba-acc2-6ca914a860ba/downloadf16c8fc79f153faedaa4420d03d13674MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3025https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d2adc4fa-2eb0-4ead-826f-3d3c1d04e2f3/downloada2ff3eea65cf791ddbc9b88599c2bbb2MD55falseAnonymousREAD1/567072025-08-06 11:05:27.452http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/Attribution 4.0 Internationalopen.accessoai:repositorio.ufla.br:1/56707https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T14:05:27Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwsIGUgcXVlIGRldMOpbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgYSBlbnRyZWdhIGRvIGRvY3VtZW50byBuw6NvIGluZnJpbmdlLCB0YW50byBxdWFudG8gbGhlIMOpIHBvc3PDrXZlbCBzYWJlciwgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgcGVzc29hIG91ICBlbnRpZGFkZS4KCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MgZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUgbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv Toxicity of insecticides for brazilian native bees
title Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
spellingShingle Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
Pereira, Aurélio de Souza
Defesa Fitossanitária
Meliponini
Ecotoxicologia
Pesticidas
Meliponíneos
Ecotoxicology
Pesticides
title_short Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
title_full Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
title_fullStr Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
title_full_unstemmed Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
title_sort Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras
author Pereira, Aurélio de Souza
author_facet Pereira, Aurélio de Souza
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Carvalho, Stephan Malfitano
dc.contributor.referee1.fl_str_mv Carvalho, Stephan Malfitano
dc.contributor.referee2.fl_str_mv Sobreiro, Ana Isabel
dc.contributor.referee3.fl_str_mv Souza, Jander Rodrigues
dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/0968240833807079
dc.contributor.author.fl_str_mv Pereira, Aurélio de Souza
contributor_str_mv Carvalho, Stephan Malfitano
Carvalho, Stephan Malfitano
Sobreiro, Ana Isabel
Souza, Jander Rodrigues
dc.subject.cnpq.fl_str_mv Defesa Fitossanitária
topic Defesa Fitossanitária
Meliponini
Ecotoxicologia
Pesticidas
Meliponíneos
Ecotoxicology
Pesticides
dc.subject.por.fl_str_mv Meliponini
Ecotoxicologia
Pesticidas
Meliponíneos
Ecotoxicology
Pesticides
description A presença de xenobióticos no ambiente representa um grande risco para diversas espécies de organismos benéficos e, em se tratando do Brasil, verifica-se uma diversidade imensa quando falamos em abelhas. Dentre os inseticidas empregados no controle de diversos insetos-praga, encontram-se moléculas dos grupos organofosforado (dimetoato), neonicotinoide (tiametoxam), piretroide (deltametrina) e fenilpirazol (fipronil), produtos neurotóxicos e de amplo uso na agricultura, como nas lavouras de algodão e maçã. Com relação às espécies de abelhas, podemos destacar o maior grupo de espécies das abelhas nativas brasileiras, a tribo Meliponini, fundamentais na polinização de angiospermas nativas e no desenvolvimento da meliponicultura, atividade responsável pelo manejo dessas espécies. Destacando-se as espécies Tetragonisca angustula, Scaptotrigona xanthotricha e Frieseomelitta varia, presentes no meliponário da Universidade Federal de Lavras, este estudo comparativo teve por objetivo realizar a exposição destas três espécies de abelhas aos inseticidas deltametrina, dimetoato, fipronil e tiametoxam em condições de laboratório. Os resultados obtidos de dose letal 50 (DL50) demonstram a existência de resposta diferenciada frente à intoxicação com as mesmas moléculas estudadas com a espécie de abelha Apis mellifera, justificando a necessidade de estudos mais aprofundados com esse grupo de insetos nativos, visando o desenvolvimento de protocolos de proteção.
publishDate 2023
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2023-04-25T14:32:21Z
dc.date.available.fl_str_mv 2023-04-25T14:32:21Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2023-04-24
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv PEREIRA, A. de S. Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras. 2023. 53 p. Dissertação (Mestrado em Entomologia)–Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2023.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufla.br/handle/1/56707
identifier_str_mv PEREIRA, A. de S. Toxicidade de inseticidas para abelhas nativas brasileiras. 2023. 53 p. Dissertação (Mestrado em Entomologia)–Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2023.
url https://repositorio.ufla.br/handle/1/56707
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution 4.0 International
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution 4.0 International
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Lavras
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pós-graduação em Entomologia
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFLA
dc.publisher.country.fl_str_mv brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Departamento de Entomologia
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Lavras
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFLA
instname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
instacron:UFLA
instname_str Universidade Federal de Lavras (UFLA)
instacron_str UFLA
institution UFLA
reponame_str Repositório Institucional da UFLA
collection Repositório Institucional da UFLA
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufla.br/bitstreams/53cd9a8b-c9d7-47d9-9710-43245c12ba2f/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/72e88709-5c28-4f32-bf93-6d069a74a477/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/7b70c7f1-beb6-4f09-bc82-ca0a3bd0059e/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d2ffef84-6363-46ba-acc2-6ca914a860ba/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d2adc4fa-2eb0-4ead-826f-3d3c1d04e2f3/download
bitstream.checksum.fl_str_mv e9cb5f163f087863d93b5a2c42ae7bdf
c07b6daef3dbee864bf87e6aa836cde2
5ea4a165b7202cbf475be400d2e16893
f16c8fc79f153faedaa4420d03d13674
a2ff3eea65cf791ddbc9b88599c2bbb2
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)
repository.mail.fl_str_mv nivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.br
_version_ 1854947803326840832