Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas
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| Departamento: |
Departamento de Biologia
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/49944 |
Resumo: | O mofo branco é uma doença causada pelo fungo ascomiceto Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) De Bary que possui uma ampla distribuição geográfica. É uma doença altamente destrutiva que afeta o feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) e outras culturas de importância. Apesar de existir vários métodos de controle do mofo branco nenhum destes é totalmente eficaz, devido à sobrevivência de estruturas de resistência, denominadas de escleródios, produzidas pelo patógeno e que sobrevivem no solo por vários anos. A escolha de metodologias de inoculação eficientes é essencial na identificação de fontes de resistência que podem ser utilizadas em programas de melhoramento, bem como na etapa de seleção de progênies ou linhagens resistentes. Dessa forma, este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a eficiência da metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flores na discriminação de genótipos de feijoeiro quanto a reação ao fungo S. sclerotiorum. As reações de seis genótipos de feijoeiro (CXII-53/10, CXII-56/6, CXII-59/8, CXII-64/9, CXII-64/14 e VC-17) a dois isolados de S. sclerotiorum (UFLA 65 e UFLA 145) foram avaliadas utilizando duas metodologias de inoculação: suspensão de ascósporos em flor (câmara de nebulização e casa de vegetação) e straw test. Foram utilizadas quatro testemunhas: Cornell 605 e A 195 (resistentes), IPR Corujinha e Beryl (suscetíveis) em todos os experimentos. Na metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flor foram conduzidos dois experimentos em blocos casualizados: um em casa-de-vegetação e outro em câmara de nebulização. A parcela foi constituída por duas plantas por vaso. A inoculação foi realizada no estádio R6 das plantas, onde a flor foi inoculada com uma suspensão de ascósporos na concentração de 1,5 x 106 ascósporos/mL. A avaliação da severidade foi realizada dez dias após a inoculação. Na metodologia straw test foi conduzido um experimento em casa de vegetação no delineamento em blocos casualizados e a parcela constituída de três plantas por vaso. Discos de micélio colonizados foram colocados na haste principal da planta com o auxílio de uma ponteira, e a avaliação realizada sete dias após a inoculação. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância pelo software Genes e as médias comparadas pelo teste de Dunnett. Não houve correlação entre a metodologia straw test e a de suspensão de ascósporo em flor em câmara de nebulização. A metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flores apresentou menor eficiência na discriminação de genótipos quando comparada ao método do straw teste, mas pode ser uma alternativa nas etapas finais de um programa de melhoramento ou quando a inoculação em campo não é possível. |
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2022-05-16T18:08:15Z2022-05-16T18:08:15Z2022-05-162022-02-16FERREIRA, A. N. Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência. 2022. 54 p. Dissertação (Mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2022.https://repositorio.ufla.br/handle/1/49944O mofo branco é uma doença causada pelo fungo ascomiceto Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) De Bary que possui uma ampla distribuição geográfica. É uma doença altamente destrutiva que afeta o feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) e outras culturas de importância. Apesar de existir vários métodos de controle do mofo branco nenhum destes é totalmente eficaz, devido à sobrevivência de estruturas de resistência, denominadas de escleródios, produzidas pelo patógeno e que sobrevivem no solo por vários anos. A escolha de metodologias de inoculação eficientes é essencial na identificação de fontes de resistência que podem ser utilizadas em programas de melhoramento, bem como na etapa de seleção de progênies ou linhagens resistentes. Dessa forma, este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a eficiência da metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flores na discriminação de genótipos de feijoeiro quanto a reação ao fungo S. sclerotiorum. As reações de seis genótipos de feijoeiro (CXII-53/10, CXII-56/6, CXII-59/8, CXII-64/9, CXII-64/14 e VC-17) a dois isolados de S. sclerotiorum (UFLA 65 e UFLA 145) foram avaliadas utilizando duas metodologias de inoculação: suspensão de ascósporos em flor (câmara de nebulização e casa de vegetação) e straw test. Foram utilizadas quatro testemunhas: Cornell 605 e A 195 (resistentes), IPR Corujinha e Beryl (suscetíveis) em todos os experimentos. Na metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flor foram conduzidos dois experimentos em blocos casualizados: um em casa-de-vegetação e outro em câmara de nebulização. A parcela foi constituída por duas plantas por vaso. A inoculação foi realizada no estádio R6 das plantas, onde a flor foi inoculada com uma suspensão de ascósporos na concentração de 1,5 x 106 ascósporos/mL. A avaliação da severidade foi realizada dez dias após a inoculação. Na metodologia straw test foi conduzido um experimento em casa de vegetação no delineamento em blocos casualizados e a parcela constituída de três plantas por vaso. Discos de micélio colonizados foram colocados na haste principal da planta com o auxílio de uma ponteira, e a avaliação realizada sete dias após a inoculação. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância pelo software Genes e as médias comparadas pelo teste de Dunnett. Não houve correlação entre a metodologia straw test e a de suspensão de ascósporo em flor em câmara de nebulização. A metodologia de inoculação com suspensão de ascósporo em flores apresentou menor eficiência na discriminação de genótipos quando comparada ao método do straw teste, mas pode ser uma alternativa nas etapas finais de um programa de melhoramento ou quando a inoculação em campo não é possível.White mold is a disease caused by the ascomycete fungus Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) De Bary that has a wide geographic distribution. It is a highly destructive disease that affects common bean (Phaseolus vulgaris L.) and other important crops. Although there are several methods of controlling white mold, none of them is totally effective, due to the survival of resistance structures, called sclerotia, produced by the pathogen and that survive in the soil for several years. The choice of efficient inoculation methodologies is essential in identifying sources of resistance that can be used in breeding programs, as well as in the stage of selection of progenies or resistant lines. Thus, this study was carried out with the objective of evaluating the efficiency of the methodology of inoculation with ascospore suspension in flowers in the discrimination of common bean genotypes regarding the reaction to the fungus S. sclerotiorum. The reactions of six common bean genotypes (CXII-53/10, CXII-56/6, CXII-59/8, CXII-64/9, CXII-64/14 and VC-17) to two isolates of S. sclerotiorum (UFLA 65 and UFLA 145) were evaluated using two inoculation methodologies: suspension of flowering ascospores (nebulization chamber and greenhouse) and straw test. Four controls were used: Cornell 605 and A 195 (resistant), IPR Corujinha and Beryl (susceptible) in all experiments. In the methodology of inoculation with ascospore suspension in flower, two experiments were carried out in randomized blocks: one in a greenhouse and the other in a nebulization chamber. The plot consisted of two plants per pot. Inoculation was carried out at the R6 stage of the plants, where the flower was inoculated with an ascospore suspension at a concentration of 1.5 x 106 ascospores/mL. Severity assessment was performed ten days after inoculation. In the straw test methodology, an experiment was carried out in a greenhouse in a randomized block design and the plot consisted of three plants per pot. Colonized mycelium discs were placed on the main stem of the plant with the aid of a tip, and the assessment was performed seven days after inoculation. The data obtained were submitted to analysis of variance using the Genes software and the means were compared using Dunnett's test. There was no correlation between the straw test methodology and the suspension of ascospores in flower in a nebulization chamber. The method of inoculation with ascospore suspension in flowers showed less efficiency in genotype discrimination when compared to the straw test method, but it can be an alternative in the final steps of a breeding program or when inoculation in the field is not possible.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de PlantasUFLAbrasilDepartamento de BiologiaCiências BiológicasMofo brancoInoculação em floresSuspensão de ascósporosMetodologias de inoculaçãoWhite moldInoculation in flowersAscospore suspensionInoculation methodologiesEficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistênciaEfficiency of inoculation of ascospores of Sclerotinia sclerotiorum in bean flowers in evaluation of resistanceinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSouza, Elaine Aparecida dePereira, Fernanda Aparecida CastroPaula Júnior, Trazilbo José deCarneiro, Vinícius Quintãohttp://lattes.cnpq.br/6179418169856948Ferreira, Alex Navesinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLALICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/49df80b2-c6f0-4d1a-a160-ce63acf0b57d/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD51falseAnonymousREADORIGINALDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdfDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdfapplication/pdf873014https://repositorio.ufla.br/bitstreams/4d7bec7b-6f69-4495-b73b-b8352eb91129/downloade104825654d1b38f1c50bf0f132abe7bMD52trueAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdf.txtExtracted texttext/plain102746https://repositorio.ufla.br/bitstreams/3daffad8-5272-4a52-963d-ab6e9866646e/download7a89ac76f826030d72f27d96c85fe478MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Eficiência da inoculação de ascósporos de Sclerotinia sclerotiorum em flores do feijoeiro na avaliação da resistência.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3124https://repositorio.ufla.br/bitstreams/5a04298a-8ad5-4904-8b0c-88de23f68d1c/downloadb19941b5099f7da81fa94a6685fdf74eMD54falseAnonymousREAD1/499442025-08-05 17:21:52.446open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/49944https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T20:21:52Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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