A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada
|
| Departamento: |
Departamento de Biologia
|
| País: |
brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/13289 |
Resumo: | O avanço das ciências ligadas ao estudo da diversidade vegetal ocorreu de forma tardia, atingindo seu ápice somente a partir do século XIX. Nos países coloniais como o Brasil, as pesquisas acerca da diversidade vegetal foram desenvolvidas principalmente sob uma perspectiva exploratória, resultando assim, em diversas lacunas no conhecimento da diversidade vegetal brasileira. Tendo em vista a crescente necessidade por esforços que busquem compreender a diversidade biológica, a Estratégia Global para Conservação das Plantas e a Iniciativa Global de Taxonomia, tem incentivado a realização de inventários florísticos de modo geral. Dentro desta perspectiva, os Campos Rupestres constituem ecossistemas montanos peculiares, caracterizados pela grande variação edafo-climática e a forte presença de afloramentos rochosos. Essas regiões apresentam uma grande diversidade de espécies e alto endemismo distribuídos em formações disjuntas. Apesar disso, muitos locais ao longo do Campo das Vertentes (MG) ainda são pouco conhecidos do ponto de vista florístico. Sendo assim, o presente trabalho busca auxiliar na compreensão da riqueza e dos padrões de distribuição das espécies destes ecossistemas nas serras da referida região. Para tal, foi realizado um levantamento florístico das angiospermas, presente na vegetação de Campo Rupestre sensu stricto, uma caracterização descritiva da vegetação e uma análise de similaridade florística para as Serras da Chapada, do Ouro Grosso e para a formação Pombeiro/Galinheiro no município de Itutinga (MG). O levantamento das espécies contou com dados de registros disponíveis nos herbários virtuais, no herbário ESAL e expedições mensais de coleta de material botânico com flores e frutos organizadas em dois períodos distintos o primeiro referente a março de 2010 a fevereiro de 2012, o segundo realizado de julho de 2015 até julho de 2016. Foram encontradas 365 espécies e 33 morfoespécies. As famílias mais ricas foram Asteraceae (62 spp.), Poaceae (35 spp.), Melastomataceae (23 spp.), Cyperaceae (20 spp.) e Fabaceae (16 spp.). A vegetação apresentou uma maior infuência do domínio do Cerrado e apontaram uma diversidade florística singular para cada serra. O alto grau de ameaça sobre esta vegetação e a presença expressiva de espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, ressalta a urgente necessidade da elaboração e aplicação de políticas conservacionistas que venham a abrangir as serras presentes no Campo das Vertentes. |
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2017-07-06T13:03:27Z2017-07-06T13:03:27Z2017-07-052017-04-27ARRUDA, I. A. de C. A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG. 2017. 134 p. Dissertação (Mestrado em Botânica Aplicada)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.https://repositorio.ufla.br/handle/1/13289O avanço das ciências ligadas ao estudo da diversidade vegetal ocorreu de forma tardia, atingindo seu ápice somente a partir do século XIX. Nos países coloniais como o Brasil, as pesquisas acerca da diversidade vegetal foram desenvolvidas principalmente sob uma perspectiva exploratória, resultando assim, em diversas lacunas no conhecimento da diversidade vegetal brasileira. Tendo em vista a crescente necessidade por esforços que busquem compreender a diversidade biológica, a Estratégia Global para Conservação das Plantas e a Iniciativa Global de Taxonomia, tem incentivado a realização de inventários florísticos de modo geral. Dentro desta perspectiva, os Campos Rupestres constituem ecossistemas montanos peculiares, caracterizados pela grande variação edafo-climática e a forte presença de afloramentos rochosos. Essas regiões apresentam uma grande diversidade de espécies e alto endemismo distribuídos em formações disjuntas. Apesar disso, muitos locais ao longo do Campo das Vertentes (MG) ainda são pouco conhecidos do ponto de vista florístico. Sendo assim, o presente trabalho busca auxiliar na compreensão da riqueza e dos padrões de distribuição das espécies destes ecossistemas nas serras da referida região. Para tal, foi realizado um levantamento florístico das angiospermas, presente na vegetação de Campo Rupestre sensu stricto, uma caracterização descritiva da vegetação e uma análise de similaridade florística para as Serras da Chapada, do Ouro Grosso e para a formação Pombeiro/Galinheiro no município de Itutinga (MG). O levantamento das espécies contou com dados de registros disponíveis nos herbários virtuais, no herbário ESAL e expedições mensais de coleta de material botânico com flores e frutos organizadas em dois períodos distintos o primeiro referente a março de 2010 a fevereiro de 2012, o segundo realizado de julho de 2015 até julho de 2016. Foram encontradas 365 espécies e 33 morfoespécies. As famílias mais ricas foram Asteraceae (62 spp.), Poaceae (35 spp.), Melastomataceae (23 spp.), Cyperaceae (20 spp.) e Fabaceae (16 spp.). A vegetação apresentou uma maior infuência do domínio do Cerrado e apontaram uma diversidade florística singular para cada serra. O alto grau de ameaça sobre esta vegetação e a presença expressiva de espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, ressalta a urgente necessidade da elaboração e aplicação de políticas conservacionistas que venham a abrangir as serras presentes no Campo das Vertentes.The advance of science connected to the study of plant diversity has occurred slowly, reaching its maximum only from XIX century. In colonial countries as Brazil, the study of plant diversity was developed under an exploratory point of view, leaving gaps about Brazilian diversity knowledge. Considering the growing concern to understand biological diversity, the Global Strategy for Plant Conservation and the Global Taxonomy Initiative has encouraged the accomplishment of floristic inventories. Within that perspective, the Rupestrian Grasslands constitute a peculiar mountain ecosystem characterized by great edaphic and climatic variations, and the remarkable presence of rock outcrops. These regions show high species diversity and endemism distributed in disconnected formations. Despite this, many sites along Campo das Vertentes (MG) still are poorly known about its floristic composition. Therefore, this research intends to assist in the comprehension of species richness and distribution in the Campo das Vertentes‟ (MG) mountains. To achieve that goal, we developed a floristic inventory restricted to angiosperms on Rupestrian Grassland sensu stricto vegetation; a descriptive characterization of the vegetation; and a floristic similarity analysis between three mountains known as “Serra do Ouro Grosso”, “Serra da Chapada” and “Pombeiro/Galinheiro” formation. All these mountains are located in Itutinga (MG). The inventory considered the data available at herbarium virtual collections, ESAL herbarium collection, and expeditions surveys to collect botanic material. The expeditions occurred in two moments, the first was from March 2010 to February 2012 and the second from July 2015 to July 2016. A total of 365 species and 33 morphospecies was registered. The richest families was Asteraceae (62 spp.), Poaceae (35 spp.), Melastomataceae (23 spp.), Cyperaceae (20 spp.) and Fabaceae (16 spp.). The vegetation revealed a great influence of Cerrado domain and a singular floristic diversity for each mountain studied. The presence of endemics species threatened of extinction at this vegetation is under high degree of anthropogenic threat and demands for urgent conservation policies for the "Campo das Vertentes‟ mountains.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Botânica AplicadaUFLAbrasilDepartamento de BiologiaBotânica AplicadaSingularidade florísticaCampos rupestresAngiospermasVegetação - Políticas conservacionistasFloristic singularityRock fieldsAngiospermsVegetation - Conservation policiesA singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MGinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMansanares, Mariana EstevesVan den Berg, EduardoCampos, Caroline Cambraia Furtadohttp://lattes.cnpq.br/3813659714549830Arruda, Iago Augusto de Castroinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdfDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdfapplication/pdf2577303https://repositorio.ufla.br/bitstreams/478048e8-6842-485d-89c4-31ec099f66a9/downloadc4f4ce88a5c216db1fe49b6577bb8e8fMD52trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6d503d2c-6eae-46f2-bea1-6d4cfe6b5e64/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD51falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdf.txtDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdf.txtExtracted texttext/plain102899https://repositorio.ufla.br/bitstreams/99d1c7b1-36b4-4078-9898-2ae5ec2a4226/download713b6eb8a8855d8704340928bdb12dc4MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_A singularidade florística dos campos rupestres sensu stricto no município de Itutinga, MG.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2873https://repositorio.ufla.br/bitstreams/cf6d7e66-102f-416a-9b68-0329b4367cf8/download6b51e8c1489a7ade4f4faab18ce1fa54MD54falseAnonymousREAD1/132892025-08-08 09:36:21.907open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/13289https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-08T12:36:21Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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