Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Fonseca, Elda Bonilha Assis
Orientador(a): Pasqual, Moacir
Banca de defesa: Carvalho, Janice Guedes de, Corrêa, João Batista Donizeti, Antunes, Luis Eduardo Corrêa, Paula, Miralda Bueno de
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia
Departamento: Departamento de Agricultura
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/10698
Resumo: Visando estudar o efeito da calagem no crescimento e nutrição de maracujazeiro-doce, foram desenvolvidos dois experimentos em casa-devegetação do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados com quatro repetições, em esquema fatorial (2x4) + 2. Os tratamentos envolveram duas classes de solo (LATOSSOLO VERMELHO AMARELO DistróficoLVAd e LATOSSOLO VERMELHO Distrófico-LVd) e quatro níveis de saturação por bases (40%, 60%, 80%e 100%), maisdois tratamentos adicionais (LVAdsem calagem e LVd sem calagem).No primeiro experimento, utilizaramse mudas provenientes de sementes e, no segundo, mudas provenientes de estacas. O tamanho da parcela experimental foi de quatro e dois vasos para o primeiro e segundo experimentos, respectivamente. Após 150 dias, avaliaram-se o comprimento de haste, número de folhas, produção de matéria seca da parte aérea e de raízes, relação raiz/parte aérea, teores de macro e micronutrientes na matéria seca da parte aérea, e de P, Ca e Mg na matéria seca das raízes. Para os dois experimentos concluiu-se que: o maior crescimento ocorre no LVd; o maracujazeiro-doce tolera solos com baixos níveis de saturação por bases. Para o experimento conduzido com mudas provenientes de sementes concluiu-se que: o aumento do nível de saturação por bases no LVd reduz o crescimento vegetativo do maracujazeiro-doce, enquanto no LVAd não influencia o crescimento; o aumento do nível de saturação por bases não influencia os teores de N, P e K, aumenta os teores de Ca, Mg e S, reduz os teores de Cu, Mn e Zn na matéria seca da parte aérea do maracujazeiro-doce, nas duas classes de solo; o teor de B na matéria seca do maracujazeiro-doce aumenta e não se altera quando cultivado no LVd e LVAd, respectivamente. Para o experimento conduzido com mudas propagadas por estacas concluiu-se que: o aumento do nível de saturação por bases não influencia o crescimento vegetativoe aumenta os teores de P, Mg e S na matéria seca do maracujazeiro-doce, independente da classe de solo; para o Ca e K, ocorrem aumento e redução, respectivamente, na matéria seca do maracujazeiro-doce cultivado no LVd, e ausência de resposta no LVAd; o aumento do nível de saturação por bases reduz os teores de B, Cu, Mn e Zn na matéria seca da parte aérea do maracujazeiro-doce, nas duas classes de solo.
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Os tratamentos envolveram duas classes de solo (LATOSSOLO VERMELHO AMARELO DistróficoLVAd e LATOSSOLO VERMELHO Distrófico-LVd) e quatro níveis de saturação por bases (40%, 60%, 80%e 100%), maisdois tratamentos adicionais (LVAdsem calagem e LVd sem calagem).No primeiro experimento, utilizaramse mudas provenientes de sementes e, no segundo, mudas provenientes de estacas. O tamanho da parcela experimental foi de quatro e dois vasos para o primeiro e segundo experimentos, respectivamente. Após 150 dias, avaliaram-se o comprimento de haste, número de folhas, produção de matéria seca da parte aérea e de raízes, relação raiz/parte aérea, teores de macro e micronutrientes na matéria seca da parte aérea, e de P, Ca e Mg na matéria seca das raízes. Para os dois experimentos concluiu-se que: o maior crescimento ocorre no LVd; o maracujazeiro-doce tolera solos com baixos níveis de saturação por bases. Para o experimento conduzido com mudas provenientes de sementes concluiu-se que: o aumento do nível de saturação por bases no LVd reduz o crescimento vegetativo do maracujazeiro-doce, enquanto no LVAd não influencia o crescimento; o aumento do nível de saturação por bases não influencia os teores de N, P e K, aumenta os teores de Ca, Mg e S, reduz os teores de Cu, Mn e Zn na matéria seca da parte aérea do maracujazeiro-doce, nas duas classes de solo; o teor de B na matéria seca do maracujazeiro-doce aumenta e não se altera quando cultivado no LVd e LVAd, respectivamente. Para o experimento conduzido com mudas propagadas por estacas concluiu-se que: o aumento do nível de saturação por bases não influencia o crescimento vegetativoe aumenta os teores de P, Mg e S na matéria seca do maracujazeiro-doce, independente da classe de solo; para o Ca e K, ocorrem aumento e redução, respectivamente, na matéria seca do maracujazeiro-doce cultivado no LVd, e ausência de resposta no LVAd; o aumento do nível de saturação por bases reduz os teores de B, Cu, Mn e Zn na matéria seca da parte aérea do maracujazeiro-doce, nas duas classes de solo.Aiming to study the effect of the liming on the growth and nutrition of sweet passion fruit plants, two experiments were carried out in the greenhouse of the Agriculture Department of the Federal University of Lavras (UFLA). The statistical design used was randomized blocks in a factorial scheme (2x4) + 2, with four replications. The treatments involved two soil classes (Dystrophic Red-Yellow Latosol - LVAd and Dystrophic Red Latosol - LVd), four base saturation leveis (40%, 60%, 80% and 100%) and two more additional treatments, LVAd without liming and LVd without liming. The fírst experiment was carried out with seedlings (originated from seeds) and the second with cuttings. The experimental plot was constituted of four vases in the fírst experiment and two vases in the second. After 150 days, the stem length, number ofleaves, dry matter ofshoots and roots, the roots/shoots ratio, macro and micronutrients contents in the shoots dry matter and P, Ca and Mg in the roots dry matter were evaluated. It was concluded that in both experiments the largest growth happened in the LVd and the sweet passion fruit tolerates soils with low base saturation leveis. In the fírst experiment, with seedlings, the increase ofbase saturation leveis reduced vegetative growth ofplants in the LVd but had no influence in the LVAd. For both soil classes, this increase did not influence the contents ofN, P and K, increased the contents ofCa, Mg and S and reduced the contents of Cu, Mn and Zn in the shoots dry matter. As for the content of B the increase of base saturation leveis caused an increase of B in shoots dry matter in the LVd and did not change these contents in the LVAd. For the second experiment, with cuttings, it was concluded that the increase of base saturation leveis did not influence the vegetative growth and increased the contents ofP, Mg and S in the shoots dry matter, independently ofthe soil class. For Ca it was observed an increase in shoots dry matter ofplants cultivated in the LVd and no response in the LVAd. K contents in shoots dry matter decreased in the LVd and had no response in the LVAd. The increase in base saturation leveis reduced the contents of B, Cu, Mn and Zn in the shoots dry matter ofsweet passion fruit plants in both soil classes.Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Agronomia/FitotecniaUFLAbrasilDepartamento de AgriculturaFitotecniaCorretivoLatossolosPropagaçãoMaracujáCalagem dos solosNutrição mineralFerralsolsPropagationPassion fruitLiming of soilsCrescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de mudainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisPasqual, MoacirCarvalho, Janice Guedes deCorrêa, João Batista DonizetiAntunes, Luis Eduardo CorrêaPaula, Miralda Bueno deFonseca, Elda Bonilha Assisinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdfTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdfapplication/pdf5955858https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a599dd62-a565-49c3-ae49-e2053aacecc5/download12bda2b9433cd418c82bb79b85b3535fMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8925https://repositorio.ufla.br/bitstreams/5e9d17d1-bedf-4830-b68c-ca421a2347f0/downloadb8680a72aba1154c473a67df97ef44b9MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdf.txtTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdf.txtExtracted texttext/plain102762https://repositorio.ufla.br/bitstreams/4a5fe495-8e4e-4e5b-bef8-79c406901bb6/download618951d4b813e9723642388ea120a74eMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdf.jpgTESE_Crescimento do maracujazeiro-doce (Passiflora alata Dryand.) em função da calagem, classes de solo e tipos de muda.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4208https://repositorio.ufla.br/bitstreams/44d4bee8-b3b0-48ec-a638-6e76abf0e87c/downloadc0fba7d1bd9de6fbace44f6461cc3bd7MD54falseAnonymousREAD1/106982025-08-11 09:55:36.631open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/10698https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-11T12:55:36Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQT8/TyBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQpPIHJlZmVyaWRvIGF1dG9yOgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSA/IHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0P20gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2VuP2EuCkRlY2xhcmEgdGFtYj9tIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG4/byBpbmZyaW5nZSwgdGFudG8gcXVhbnRvCmxoZSA/IHBvc3M/dmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnQ/bSBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG4/byBkZXQ/bSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphPz9vIGRvIGRldGVudG9yIGRvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBjdWpvcwpkaXJlaXRvcyBzP28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdD8gY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZT9kbyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUuIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlID8KYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpPz9vIHF1ZQpuP28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBMYXZyYXMsIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyCm9icmlnYT8/ZXMgZXhpZ2lkYXMgcGVsbyByZXNwZWN0aXZvIGNvbnRyYXRvIG91IGFjb3Jkby4KCg==
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