Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Correia, Pâmella Alves lattes
Orientador(a): Souza, José Camisão de
Banca de defesa: Souza, José Camisão de, Ferreira, Marcos Brandão Dias, Sales, José Nélio de Sousa, Jasmin
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
Departamento: Departamento de Zootecnia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/36833
Resumo: O objetivo foi avaliar diferentes doses do etossulfato de fenazina (PES) durante a maturação in vitro de oócitos bovinos e suas consequências até o descongelamento nos embriões vitrificados. As concentrações 0; 0,16; 0,4 e 1,0 µM foram avaliadas sobre as taxas de produção de embriões, de eclosão e de expansão, conteúdo lipídico e características morfológicas. Oócitos de frigorífico (n=2.232) foram maturados durante 24 horas, parte foi submetido a análise de fluorescência, os demais foram cultivados até D7, destes os embriões grau I foram vitrificados, posteriormente aquecidos e cultivados por 48 horas. Um mínimo de 550 CCOs por tratamento foram maturados em 13 réplicas resultando em 400 embriões vitrificados. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SAS®. A taxa de embriões produzidos para o Controle (C=41,5 ± 1,8, n=237) foi maior (P <0,01) em relação ao PES0,16 (32,5 ±1,7, n=182) e PES1 (32,6 ±1,7, n=186), mas não diferiu do PES0,4 (35,6 ±1,7% n=210). Os grupos tratados não diferiram entre si. A taxa de eclosão (P =0,10) tendeu a ser maior para o PES1 (34,3 ±5,6, n=32) e o PES0,4 (32,4 ±5,6, n=38) em relação ao Controle (27,2 ± 5,7, n=13) e PES0,16 (22,4 ±5,8, n=17). A taxa de expansão ao fim de 48 horas de cultivo foi igual (P <0,05) para o Controle (27,1± 5,2, n=20), PES0,16 (24,3 ± 5,6, n=20) e PES1 (10,3 ± 2,0, n=12). Sendo que os grupos PES0,4 (17,7 ± 3,5, n=10) e PES1 não diferiram entre si. Maior proporção de oócitos do PES1 (P <0,01) atingiram estágios avançados de meiose (>90%) do que o Controle (50%). Não houve efeito de tratamento sobre a quantidade de células apoptóticas ou da MCI. No D9 houve aumento de células apoptóticas (P <0,01) e redução do número de células totais (P <0,01) e da MCI (P <0,01) nos blastocistos. A concentração de lipídios (triglicerídeos, fosfolipídios e colesterol) nos oócitos foi menor (P <0,01) nos grupos tratados em relação ao Controle. Os triglicerídeos do PES1 e PES0,4 não diferiram do Controle durante o cultivo; no PES0,16 foram maiores (P=0,01) do que o Controle. As concentrações de fosfolipídios e colesterol do PES0,4 e PES0,16 foram maiores (P <0,01) do que no Controle e PES1. Os blastocistos que sobreviveram e eclodiram após 48 horas do descongelamento foram 77% do PES0,4, 72% do PES1, contra 44% para o PES0,16 e 25% para o Controle indicando que houve efeito positivo do tratamento. A concentração de lipídeos foi diminuída pelo PES nos oócitos, mas aparentemente houve um efeito compensatório na fase de cultivo, portanto o PES usado somente durante a MIV pode levar a aumento de lipídeos nos embriões.
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spelling 2019-09-17T17:07:09Z2019-09-17T17:07:09Z2019-09-172019-08-07CORREIA, P. A. Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos. 2019. 82 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2019.https://repositorio.ufla.br/handle/1/36833O objetivo foi avaliar diferentes doses do etossulfato de fenazina (PES) durante a maturação in vitro de oócitos bovinos e suas consequências até o descongelamento nos embriões vitrificados. As concentrações 0; 0,16; 0,4 e 1,0 µM foram avaliadas sobre as taxas de produção de embriões, de eclosão e de expansão, conteúdo lipídico e características morfológicas. Oócitos de frigorífico (n=2.232) foram maturados durante 24 horas, parte foi submetido a análise de fluorescência, os demais foram cultivados até D7, destes os embriões grau I foram vitrificados, posteriormente aquecidos e cultivados por 48 horas. Um mínimo de 550 CCOs por tratamento foram maturados em 13 réplicas resultando em 400 embriões vitrificados. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SAS®. A taxa de embriões produzidos para o Controle (C=41,5 ± 1,8, n=237) foi maior (P <0,01) em relação ao PES0,16 (32,5 ±1,7, n=182) e PES1 (32,6 ±1,7, n=186), mas não diferiu do PES0,4 (35,6 ±1,7% n=210). Os grupos tratados não diferiram entre si. A taxa de eclosão (P =0,10) tendeu a ser maior para o PES1 (34,3 ±5,6, n=32) e o PES0,4 (32,4 ±5,6, n=38) em relação ao Controle (27,2 ± 5,7, n=13) e PES0,16 (22,4 ±5,8, n=17). A taxa de expansão ao fim de 48 horas de cultivo foi igual (P <0,05) para o Controle (27,1± 5,2, n=20), PES0,16 (24,3 ± 5,6, n=20) e PES1 (10,3 ± 2,0, n=12). Sendo que os grupos PES0,4 (17,7 ± 3,5, n=10) e PES1 não diferiram entre si. Maior proporção de oócitos do PES1 (P <0,01) atingiram estágios avançados de meiose (>90%) do que o Controle (50%). Não houve efeito de tratamento sobre a quantidade de células apoptóticas ou da MCI. No D9 houve aumento de células apoptóticas (P <0,01) e redução do número de células totais (P <0,01) e da MCI (P <0,01) nos blastocistos. A concentração de lipídios (triglicerídeos, fosfolipídios e colesterol) nos oócitos foi menor (P <0,01) nos grupos tratados em relação ao Controle. Os triglicerídeos do PES1 e PES0,4 não diferiram do Controle durante o cultivo; no PES0,16 foram maiores (P=0,01) do que o Controle. As concentrações de fosfolipídios e colesterol do PES0,4 e PES0,16 foram maiores (P <0,01) do que no Controle e PES1. Os blastocistos que sobreviveram e eclodiram após 48 horas do descongelamento foram 77% do PES0,4, 72% do PES1, contra 44% para o PES0,16 e 25% para o Controle indicando que houve efeito positivo do tratamento. A concentração de lipídeos foi diminuída pelo PES nos oócitos, mas aparentemente houve um efeito compensatório na fase de cultivo, portanto o PES usado somente durante a MIV pode levar a aumento de lipídeos nos embriões.The objective was to evaluate different doses of phenazine ethosulfate (PES) during in vitro maturation of bovine oocytes and their consequences until thawing in vitrified embryos. The concentrations 0; 0.16; 0.4 and 1.0 µM were evaluated on embryo production, hatching and expansion rates, lipid content and morphological characteristics. Refrigerator oocytes (n = 2,232) were matured for 24 hours, part was subjected to fluorescence analysis, the others were cultured to D7, of which the grade I embryos were vitrified, then heated and cultured for 48 hours. A minimum of 550 CCOs per treatment were matured in 13 replicates resulting in 400 vitrified embryos. Data were analyzed by SAS® statistical package. The rate of embryos produced for the Control (C = 41.5 ± 1.8, n = 237) was higher (P <0.01) compared to PES0.16 (32.5 ± 1.7, n = 182). ) and PES1 (32.6 ± 1.7, n = 186), but did not differ from PES0.4 (35.6 ± 1.7% n = 210). The treated groups did not differ from each other. The hatching rate (P = 0.10) tended to be higher for PES1 (34.3 ± 5.6, n = 32) and PES0.4 (32.4 ± 5.6, n = 38) in Control (27.2 ± 5.7, n = 13) and PES0.16 (22.4 ± 5.8, n = 17). The expansion rate after 48 hours of cultivation was the same (P <0.05) for the Control (27.1 ± 5.2, n = 20), PES0.16 (24.3 ± 5.6, n = 20) and PES1 (10.3 ± 2.0, n = 12). The groups PES0,4 (17,7 ± 3,5, n = 10) and PES1 did not differ from each other. Higher proportion of PES1 oocytes (P <0.01) reached advanced meiosis stages (> 90%) than Control (50%). There was no treatment effect on the amount of apoptotic cells or MCI. In D9 there was an increase in apoptotic cells (P <0.01) and a reduction in the number of total cells (P <0.01) and MCI (P <0.01) in blastocysts. Lipid concentration (triglycerides, phospholipids and cholesterol) in oocytes was lower (P <0.01) in treated groups compared to Control. PES1 and PES0.4 triglycerides did not differ from Control during cultivation; in PES0.16 were higher (P = 0.01) than Control. The phospholipid and cholesterol concentrations of PES0.4 and PES0.16 were higher (P <0.01) than in Control and PES1. Blastocysts that survived and hatched 48 hours after thawing were 77% of PES0.4, 72% of PES1, versus 44% of PES0.16 and 25% of Control indicating a positive treatment effect. Lipid concentration was decreased by PES in oocytes, but apparently there was a compensatory effect in the culture phase, so PES used only during IVM may lead to lipid increase in embryos.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em ZootecniaUFLAbrasilDepartamento de ZootecniaZootecniaPhenazine ethosulfate (PES)Maturação in vitroEmbriões bovinosVitrificaçãoAquecimentoBovine embryosVitrificationHeatingEtossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinosFenazine etossulfate in in vitro maturation of bovine oocytesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSouza, José Camisão deJasminSouza, José Camisão deFerreira, Marcos Brandão DiasSales, José Nélio de SousaJasminhttp://lattes.cnpq.br/2200612587940444Correia, Pâmella Alvesinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdfDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdfapplication/pdf1657728https://repositorio.ufla.br/bitstreams/86514b61-c4c3-4dbd-9f04-e2082bf6cfc8/download7ce654c03aeecc2a027fc941dd1c3080MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/2a05c7f3-437f-4271-8972-47698704b7a8/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdf.txtExtracted texttext/plain103262https://repositorio.ufla.br/bitstreams/7cf2f2b3-40a7-4cc2-ba32-572218b5ebf0/downloade44ea21a01e5a56ff5aa7fa9addc4410MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2709https://repositorio.ufla.br/bitstreams/ef6ab9c7-ebf1-4051-9109-8fc05803441e/download8b3230004ecf7e7a6275cc66a014090cMD54falseAnonymousREAD1/368332025-08-22 10:38:39.946open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/36833https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-22T13:38:39Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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