Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Silva, Fábio Oseias dos Reis
Orientador(a): Ramos, José Darlan
Banca de defesa: Pio, Leila Aparecida Salles, Rufini, José Carlos Moraes, Pasqual, Moacir, Alvarenga, Angelo Albérico
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia
Departamento: Departamento de Agricultura
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/10780
Resumo: A poda de ramos e o raleio de frutos são técnicas comumente utilizadas na fruticultura, notadamente as conhecidas frutíferas de clima temperado. Essas estratégias visam reduzir a alternância de produção de frutos e propiciar a manutenção ou aumento do tamanho dos frutos de modo a satisfazer o consumidor. Dentro desse contexto, objetivou-se com este trabalho avaliar a poda de ramos e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘suncrest’.No primeiro experimento, avaliou-se a influencia da intensidade poda de ramos e níveis raleio de frutos sobre as características vegetativas dos ramos chamados roseta (ramos de aproximadamente 2 cm), ramos médios (ramos de até 30 cm), ramos vigorosos (ramos maiores que 30 cm), produção de carboidratos nas plantas e a produtividade de frutos.Concluiu-se que a poda forte influencia no aumento de ramos em termos de características foliares, sobretudo nos ramos vigorosos.A intensidade de poda não influencia o crescimento do ramo produtivo com até 30 cm e roseta, além disso, não interfere no teor dos carboidratos amido, frutose, glicose e sorbitol no caule das plantas. Quanto mais intensa a poda, maior a quantidade de ramos vigorosos e área foliar. O raleio de frutos influencia positivamente no teor de amido no caule das plantas.A poda média associada ao raleio de frutos favorece o aumento de sacarose no caule das no caule das plantas.Considerando todas as variáveis, recomenda-se a utilização da poda média e raleio de frutos, que proporciona maiores produtividades e massa de frutos, armazenando reservas para o ciclo seguinte. No segundo experimento, avaliou-se a influência da poda de ramos e raleio de frutos sobre o comportamento fenológico reprodutivo, sobretudo a taxa de fixação de frutos. Concluiu-se que a poda de ramos bem como o raleio de frutos influenciam no período de floração dos pessegueiros. As diferentes intensidades de poda e raleio não influenciam a taxa de fixação de frutos, mas exerce forte influencia durante o crescimento e desenvolvimento de flores e frutos. A poda média e o raleio de frutos proporcionam um período de floração ideal para as condições estudadas, embora a escolha do tipo ideal de manejo dependerá do objetivo do produtor.
id UFLA_d2ed911d174c7e819277c769d77ecbe3
oai_identifier_str oai:repositorio.ufla.br:1/10780
network_acronym_str UFLA
network_name_str Repositório Institucional da UFLA
repository_id_str
spelling 2016-01-04T11:55:56Z2016-01-04T11:55:56Z2016-01-042015-07-07SILVA, F. O. dos R. Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’. 2015. 91 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.https://repositorio.ufla.br/handle/1/10780A poda de ramos e o raleio de frutos são técnicas comumente utilizadas na fruticultura, notadamente as conhecidas frutíferas de clima temperado. Essas estratégias visam reduzir a alternância de produção de frutos e propiciar a manutenção ou aumento do tamanho dos frutos de modo a satisfazer o consumidor. Dentro desse contexto, objetivou-se com este trabalho avaliar a poda de ramos e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘suncrest’.No primeiro experimento, avaliou-se a influencia da intensidade poda de ramos e níveis raleio de frutos sobre as características vegetativas dos ramos chamados roseta (ramos de aproximadamente 2 cm), ramos médios (ramos de até 30 cm), ramos vigorosos (ramos maiores que 30 cm), produção de carboidratos nas plantas e a produtividade de frutos.Concluiu-se que a poda forte influencia no aumento de ramos em termos de características foliares, sobretudo nos ramos vigorosos.A intensidade de poda não influencia o crescimento do ramo produtivo com até 30 cm e roseta, além disso, não interfere no teor dos carboidratos amido, frutose, glicose e sorbitol no caule das plantas. Quanto mais intensa a poda, maior a quantidade de ramos vigorosos e área foliar. O raleio de frutos influencia positivamente no teor de amido no caule das plantas.A poda média associada ao raleio de frutos favorece o aumento de sacarose no caule das no caule das plantas.Considerando todas as variáveis, recomenda-se a utilização da poda média e raleio de frutos, que proporciona maiores produtividades e massa de frutos, armazenando reservas para o ciclo seguinte. No segundo experimento, avaliou-se a influência da poda de ramos e raleio de frutos sobre o comportamento fenológico reprodutivo, sobretudo a taxa de fixação de frutos. Concluiu-se que a poda de ramos bem como o raleio de frutos influenciam no período de floração dos pessegueiros. As diferentes intensidades de poda e raleio não influenciam a taxa de fixação de frutos, mas exerce forte influencia durante o crescimento e desenvolvimento de flores e frutos. A poda média e o raleio de frutos proporcionam um período de floração ideal para as condições estudadas, embora a escolha do tipo ideal de manejo dependerá do objetivo do produtor.Branch pruning and fruit thinning are techniques commonly used in fruit-culture, remarkably the known temperate climate fruit trees. Those strategies aim to reduce the fruit bearing alternation and provide the maintenance or increase of fruit size in order to please the consumer. Within that context, it was intended through this work to evaluate both branch pruning and fruit thinning upon fruit yield and phenology in peach tree ‘suncrest’. In the first experiment, the influence of the intensity of branch pruning and fruit thinning upon the vegetative characteristics of the branches named rosette (branches of about 2 cm), medium branches (branches of up to 30 cm), vigorous branches (branches longer than 30 cm), carbohydrates yield in the plants and fruit yield was evaluated. It follows that strong pruning influences the increase of branches in terms of leaf characteristics above all on the vigorous branches. Pruning intensity does not influence the growth of the bearing branch up to 30 cm long and the rosette, in addition, it does not interfere in the content of the carbohydrates starch, fructose, glucose and sorbitol in the stem of plants. The more intense pruning, the greater the amount of vigorous branches and leaf area. Fruit thinning influences positively the starch content in the stem of plants. Medium pruning associated with fruit thinning favors the increase of sucrose in the stem of plants. Considering all the variables, the utilization of medium pruning and fruit thinning is recommended which provide increased yields and fruit mass, storing reserves for the following cycle. In the second experiment, the influence of branch pruning and fruit thinning upon the reproductive phenological behavior was evaluated, above all, the fruit set rate. It follows that branch pruning as well as fruit thinning influences the flowering period of peach trees. The different pruning and thinning intensities do not affect the fruit set rate, but they exert a strong influence during the growth and development of flowers and fruit. Medium pruning and fruit thinning provide a flowering period ideal for the studied conditions, though the choice of the ideal management type will depend upon the farmer’s objective.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Agronomia/FitotecniaUFLAbrasilDepartamento de AgriculturaManejo e Tratos CulturaisPrunus persicaAlternância de produçãoQuantidade de frutosManejoPrunus persicaBearing alternationAmount of fruitManagementPoda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisRamos, José DarlanPio, Leila Aparecida SallesRufini, José Carlos MoraesPasqual, MoacirAlvarenga, Angelo AlbéricoSilva, Fábio Oseias dos Reisporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdfTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdfapplication/pdf1358709https://repositorio.ufla.br/bitstreams/3c5c02c5-57c9-4c28-8e39-a56b54c8060b/download44fdb5ff7f350e6b36f87f5c8d4166b8MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8925https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d402535c-18f4-43b0-a04c-61acc1d082c0/downloadb8680a72aba1154c473a67df97ef44b9MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdf.txtTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdf.txtExtracted texttext/plain102182https://repositorio.ufla.br/bitstreams/e03af366-e736-42b1-ab06-aad9cd3c93b5/download0b0e50cbb06e068072f750836094b808MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdf.jpgTESE_Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2776https://repositorio.ufla.br/bitstreams/32e8cf84-3874-42e7-af0f-b591cfdacf7c/download489dff751ef55bf5fa54663a99cb20ddMD54falseAnonymousREAD1/107802025-08-05 15:42:15.299open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/10780https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:42:15Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQT8/TyBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQpPIHJlZmVyaWRvIGF1dG9yOgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSA/IHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0P20gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2VuP2EuCkRlY2xhcmEgdGFtYj9tIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG4/byBpbmZyaW5nZSwgdGFudG8gcXVhbnRvCmxoZSA/IHBvc3M/dmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnQ/bSBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG4/byBkZXQ/bSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphPz9vIGRvIGRldGVudG9yIGRvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBjdWpvcwpkaXJlaXRvcyBzP28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdD8gY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZT9kbyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUuIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlID8KYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpPz9vIHF1ZQpuP28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBMYXZyYXMsIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyCm9icmlnYT8/ZXMgZXhpZ2lkYXMgcGVsbyByZXNwZWN0aXZvIGNvbnRyYXRvIG91IGFjb3Jkby4KCg==
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
title Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
spellingShingle Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
Silva, Fábio Oseias dos Reis
Manejo e Tratos Culturais
Prunus persica
Alternância de produção
Quantidade de frutos
Manejo
Prunus persica
Bearing alternation
Amount of fruit
Management
title_short Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
title_full Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
title_fullStr Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
title_full_unstemmed Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
title_sort Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’
author Silva, Fábio Oseias dos Reis
author_facet Silva, Fábio Oseias dos Reis
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Ramos, José Darlan
dc.contributor.referee1.fl_str_mv Pio, Leila Aparecida Salles
dc.contributor.referee2.fl_str_mv Rufini, José Carlos Moraes
dc.contributor.referee3.fl_str_mv Pasqual, Moacir
dc.contributor.referee4.fl_str_mv Alvarenga, Angelo Albérico
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Fábio Oseias dos Reis
contributor_str_mv Ramos, José Darlan
Pio, Leila Aparecida Salles
Rufini, José Carlos Moraes
Pasqual, Moacir
Alvarenga, Angelo Albérico
dc.subject.cnpq.fl_str_mv Manejo e Tratos Culturais
topic Manejo e Tratos Culturais
Prunus persica
Alternância de produção
Quantidade de frutos
Manejo
Prunus persica
Bearing alternation
Amount of fruit
Management
dc.subject.por.fl_str_mv Prunus persica
Alternância de produção
Quantidade de frutos
Manejo
Prunus persica
Bearing alternation
Amount of fruit
Management
description A poda de ramos e o raleio de frutos são técnicas comumente utilizadas na fruticultura, notadamente as conhecidas frutíferas de clima temperado. Essas estratégias visam reduzir a alternância de produção de frutos e propiciar a manutenção ou aumento do tamanho dos frutos de modo a satisfazer o consumidor. Dentro desse contexto, objetivou-se com este trabalho avaliar a poda de ramos e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘suncrest’.No primeiro experimento, avaliou-se a influencia da intensidade poda de ramos e níveis raleio de frutos sobre as características vegetativas dos ramos chamados roseta (ramos de aproximadamente 2 cm), ramos médios (ramos de até 30 cm), ramos vigorosos (ramos maiores que 30 cm), produção de carboidratos nas plantas e a produtividade de frutos.Concluiu-se que a poda forte influencia no aumento de ramos em termos de características foliares, sobretudo nos ramos vigorosos.A intensidade de poda não influencia o crescimento do ramo produtivo com até 30 cm e roseta, além disso, não interfere no teor dos carboidratos amido, frutose, glicose e sorbitol no caule das plantas. Quanto mais intensa a poda, maior a quantidade de ramos vigorosos e área foliar. O raleio de frutos influencia positivamente no teor de amido no caule das plantas.A poda média associada ao raleio de frutos favorece o aumento de sacarose no caule das no caule das plantas.Considerando todas as variáveis, recomenda-se a utilização da poda média e raleio de frutos, que proporciona maiores produtividades e massa de frutos, armazenando reservas para o ciclo seguinte. No segundo experimento, avaliou-se a influência da poda de ramos e raleio de frutos sobre o comportamento fenológico reprodutivo, sobretudo a taxa de fixação de frutos. Concluiu-se que a poda de ramos bem como o raleio de frutos influenciam no período de floração dos pessegueiros. As diferentes intensidades de poda e raleio não influenciam a taxa de fixação de frutos, mas exerce forte influencia durante o crescimento e desenvolvimento de flores e frutos. A poda média e o raleio de frutos proporcionam um período de floração ideal para as condições estudadas, embora a escolha do tipo ideal de manejo dependerá do objetivo do produtor.
publishDate 2015
dc.date.submitted.none.fl_str_mv 2015-07-07
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2016-01-04T11:55:56Z
dc.date.available.fl_str_mv 2016-01-04T11:55:56Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2016-01-04
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv SILVA, F. O. dos R. Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’. 2015. 91 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufla.br/handle/1/10780
identifier_str_mv SILVA, F. O. dos R. Poda e raleio de frutos na produção e fenologia em pessegueiro ‘Suncrest’. 2015. 91 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
url https://repositorio.ufla.br/handle/1/10780
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Lavras
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFLA
dc.publisher.country.fl_str_mv brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Departamento de Agricultura
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Lavras
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFLA
instname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
instacron:UFLA
instname_str Universidade Federal de Lavras (UFLA)
instacron_str UFLA
institution UFLA
reponame_str Repositório Institucional da UFLA
collection Repositório Institucional da UFLA
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufla.br/bitstreams/3c5c02c5-57c9-4c28-8e39-a56b54c8060b/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d402535c-18f4-43b0-a04c-61acc1d082c0/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/e03af366-e736-42b1-ab06-aad9cd3c93b5/download
https://repositorio.ufla.br/bitstreams/32e8cf84-3874-42e7-af0f-b591cfdacf7c/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 44fdb5ff7f350e6b36f87f5c8d4166b8
b8680a72aba1154c473a67df97ef44b9
0b0e50cbb06e068072f750836094b808
489dff751ef55bf5fa54663a99cb20dd
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)
repository.mail.fl_str_mv nivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.br
_version_ 1854947784794308608