Constituição do sujeito organizacional: leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Aquino, Magno Geraldo de lattes
Orientador(a): Brito, Mozar José de
Banca de defesa: Carvalho, Mônica Alves Cappelle de, Leal, Rosângela Maria de Almeida Camarano
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Administração
Pós-graduação stricto-sensu em Administração
Departamento: Departamento de Administração e Economia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/10651
Resumo: Com este estudo, em formato de Ensaio Teórico, teve-se como objetivo refletir sobre as questões em torno da constituição do sujeito organizacional a partir das leituras que autores/pesquisadores fazem de Michel Foucault, de modo a argumentar sobre os processos a partir dos quais os indivíduos se constituem como sujeitos por meio das práticas e relações de poder vivenciadas nas organizações ao longo da história, enfocando a relação entre os processos de assujeitamento e as práticas de subjetivação e os jogos de verdade em contexto organizacional. Na perspectiva dos estudos foucaultianos, o funcionamento do poder pressupõe que os indivíduos sejam livres, atuando em um espaço de possibilidades no qual buscam subjetivar-se, sendo atravessados por mecanismos que viabilizam e, ao mesmo tempo, restringem a sua liberdade. Fundamentalmente, as relações de poder constituem-se também como relações estratégicas de imposição e resistência, reforçadas e/ou contrapostas pelo sujeito, em um deslocamento de forças que busca manter ou criar mecanismos que garantam a continuidade do exercício de poder. O trabalho foi desenvolvido em três capítulos. No primeiro, analisam-se as questões em torno de uma mudança significativa operada por Foucault em suas análises sobre as relações de poder. Sem contradizer ou recusar as análises sobre o poder disciplinar, Foucault as reinsere numa discussão mais ampla em que a vida, em sua realidade biológica, consideradas as funções e demandas “naturais” da espécie, como nascimento, doença e morte, é investida por mecanismos do biopoder e da biopolítica. No segundo, buscou-se levantar os elementos fundamentais da analítica do poder, considerados sob a ótica da relação entre saber e poder, bem como a noção de uma positividade do poder, em que se considera que o poder produz, não somente estados disciplinares, como também saberes, práticas e subjetividades, por meio de um diálogo entre a biopolítica e a governamentalidade. No terceiro, analisou-se as questões em torno da relação entre sujeito, poder e verdade e os processos de constituição do sujeito organizacional a partir das práticas de si, em que se busca refletir sobre como alguém, em sua prática histórica específica, torna-se sujeito. Buscou-se, enfim, construir argumentações que buscaram evidenciar o funcionamento das relações de poder entre os sujeitos e as instituições em que atuam, enfatizando como as práticas do indivíduo no contexto organizacional influenciam na sua constituição como sujeito. Nas considerações finais, buscou-se uma síntese das reflexões empreendidas no decorrer deste trabalho, bem como apresentar novas possibilidades de estudos sobre a temática da constituição do sujeito inspirada nas ideias foucaultianas.
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spelling 2015-12-07T12:29:51Z2015-12-07T12:29:51Z2015-12-072015-08-07AQUINO, M. G. de. Constituição do sujeito organizacional: leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais. 2015. 181 p. Dissertação (Mestrado em Administração)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.https://repositorio.ufla.br/handle/1/10651Com este estudo, em formato de Ensaio Teórico, teve-se como objetivo refletir sobre as questões em torno da constituição do sujeito organizacional a partir das leituras que autores/pesquisadores fazem de Michel Foucault, de modo a argumentar sobre os processos a partir dos quais os indivíduos se constituem como sujeitos por meio das práticas e relações de poder vivenciadas nas organizações ao longo da história, enfocando a relação entre os processos de assujeitamento e as práticas de subjetivação e os jogos de verdade em contexto organizacional. Na perspectiva dos estudos foucaultianos, o funcionamento do poder pressupõe que os indivíduos sejam livres, atuando em um espaço de possibilidades no qual buscam subjetivar-se, sendo atravessados por mecanismos que viabilizam e, ao mesmo tempo, restringem a sua liberdade. Fundamentalmente, as relações de poder constituem-se também como relações estratégicas de imposição e resistência, reforçadas e/ou contrapostas pelo sujeito, em um deslocamento de forças que busca manter ou criar mecanismos que garantam a continuidade do exercício de poder. O trabalho foi desenvolvido em três capítulos. No primeiro, analisam-se as questões em torno de uma mudança significativa operada por Foucault em suas análises sobre as relações de poder. Sem contradizer ou recusar as análises sobre o poder disciplinar, Foucault as reinsere numa discussão mais ampla em que a vida, em sua realidade biológica, consideradas as funções e demandas “naturais” da espécie, como nascimento, doença e morte, é investida por mecanismos do biopoder e da biopolítica. No segundo, buscou-se levantar os elementos fundamentais da analítica do poder, considerados sob a ótica da relação entre saber e poder, bem como a noção de uma positividade do poder, em que se considera que o poder produz, não somente estados disciplinares, como também saberes, práticas e subjetividades, por meio de um diálogo entre a biopolítica e a governamentalidade. No terceiro, analisou-se as questões em torno da relação entre sujeito, poder e verdade e os processos de constituição do sujeito organizacional a partir das práticas de si, em que se busca refletir sobre como alguém, em sua prática histórica específica, torna-se sujeito. Buscou-se, enfim, construir argumentações que buscaram evidenciar o funcionamento das relações de poder entre os sujeitos e as instituições em que atuam, enfatizando como as práticas do indivíduo no contexto organizacional influenciam na sua constituição como sujeito. Nas considerações finais, buscou-se uma síntese das reflexões empreendidas no decorrer deste trabalho, bem como apresentar novas possibilidades de estudos sobre a temática da constituição do sujeito inspirada nas ideias foucaultianas.With this study in form of Theoretical Trial, we aimed at reflecting upon issues concerning the organizational subject based on readings authors/researchers conduct of Michel Foucault. This will allow us the argumentation regarding the processes from which individuals are constituted as subjects by means of practices and power relations that occur within the organizations throughout history. We focus on the relation between the subjection processes and the subjectivation practices, and the games of truth within the organizational context. In the perspective of the foucaudian studies, the workings of power presuppose that the individuals are free, acting within a space of possibilities in which they seek to subjectify themselves, being covered by mechanisms that make feasible and, at the same time, restrict liberty. Fundamentally, the power relations also constitute strategic imposition and resistance relations, reinforced or opposed by the subject, in a power shift that seeks to maintain or create new mechanisms that guarantee the continuity of the exercise of power. This work was developed in the form of three main chapters. In the first, we analyze the issues concerning a significant change operated by Foucault in his analyses on power relations. Without contradicting or refusing the analyses on disciplinary power, Foucault reinserts them in a more ample discussion, in which life, in its biological reality and considered the “natural” functions and demands of the species, such as birth, disease and death, is invested of biopower and biopolitical mechanisms. In the second chapter, we sought to survey the fundamental elements of power analytics, considered under the perspective of the relation between knowledge and power, in addition to the notion of power positivity, in which we consider that the power creates not only disciplinary states, but also knowledge, practices and subjectivities, by means of a dialog between biopolitics and governmentality. In the third chapter, we analyzed the issues concerning the relation between subject, power and truth, and the constitution processes of the organizational subject, based on practices of the self, in which we seek to reflect on how an individual, in his specific historic practice, becomes a subject. Finally, we sought to build arguments to evidence the workings of power relations between the subjects and the institution in which they act, emphasizing on how the practices the individual performs within the organizational context influence his constitution as subject. As final considerations, we synthetize the reflections undertaken in the course of this work, as well as present new study possibilities for the theme of subject constitution, inspired by foucaudian ideas.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-graduação em AdministraçãoPós-graduação stricto-sensu em AdministraçãoUFLAbrasilDepartamento de Administração e EconomiaAdministração de recursos humanosAdministração de pessoalConstituição do sujeitoSujeito organizacionalFoucaultSubject constitutionOrganizational subjectFoucaultConstituição do sujeito organizacional: leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionaisOrganizational subject constitution: Foucault readings from the standpoint of organizational studiesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisBrito, Mozar José deCarvalho, Mônica Alves Cappelle deLeal, Rosângela Maria de Almeida Camaranohttp://lattes.cnpq.br/8892904339940817Aquino, Magno Geraldo deinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdfDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdfapplication/pdf896210https://repositorio.ufla.br/bitstreams/fbea7323-ab16-42b5-8979-0e7857b2f109/download5f6fd67743201824de1b8b415d1f8eacMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8925https://repositorio.ufla.br/bitstreams/79b7c75b-b91f-4660-a73f-b216d5456bb8/downloadb8680a72aba1154c473a67df97ef44b9MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdf.txtExtracted texttext/plain103117https://repositorio.ufla.br/bitstreams/28ee05c6-f733-45de-acfa-24f4106d448e/download8914d38602929ea47dfab5fd29761447MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Constituição do sujeito organizacional leituras de Foucault sob o enfoque dos estudos organizacionais.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3268https://repositorio.ufla.br/bitstreams/99937f9d-2e82-4ec5-b1db-76fc4b2f7913/download883880157360a00484fc2e3e8c94c512MD54falseAnonymousREAD1/106512025-08-05 15:14:35.888open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/10651https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:14:35Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQT8/TyBERSBESVNUUklCVUk/P08gTj9PLUVYQ0xVU0lWQQpPIHJlZmVyaWRvIGF1dG9yOgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSA/IHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0P20gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2VuP2EuCkRlY2xhcmEgdGFtYj9tIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG4/byBpbmZyaW5nZSwgdGFudG8gcXVhbnRvCmxoZSA/IHBvc3M/dmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnQ/bSBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG4/byBkZXQ/bSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphPz9vIGRvIGRldGVudG9yIGRvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBwYXJhIGNvbmNlZGVyID8gVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW4/YSwgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBjdWpvcwpkaXJlaXRvcyBzP28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdD8gY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZT9kbyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUuIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlID8KYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpPz9vIHF1ZQpuP28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBMYXZyYXMsIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyCm9icmlnYT8/ZXMgZXhpZ2lkYXMgcGVsbyByZXNwZWN0aXZvIGNvbnRyYXRvIG91IGFjb3Jkby4KCg==
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