Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste de resistência muscular?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Saborosa, Guilherme Pereira lattes
Orientador(a): Silva, Sandro Fernandes da
Banca de defesa: Silva, Sandro Fernandes da, Melo, Bruno Pereira, Manoel, Francisco de Assis
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Nutrição e Saúde
Departamento: Departamento de Nutrição
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/56863
Resumo: Introdução: A cafeína é considerada um dos principais recursos ergogênicos nutricionais (REN) que partir de doses entre 3 – 6 mg.kg-1 promovem diferentes ações, principalmente no sistema nervoso central, inibindo os receptores de adenosina, melhorando o desempenho físico, se tornando um auxílio importante promovendo a melhora de respostas neuromusculares em um exercício resistido, potencializando o desempenho e capacidade trabalho. Objetivo: Verificar os efeitos de diferentes doses (210 mg e 420 mg) da suplementação aguda de cafeína sobre o desempenho de resistência muscular, concentração de glicose, capacidade e ativação neuromuscular. Metodologia: A partir de um ensaio clínico randomizado e duplo-cego, participaram do estudo 11 participantes (25,7 ± 5,9 anos; 71,1 ± 11,0 Kg; 170,72 ± 6,6 cm; 12,49 ± 3,8 %G) do sexo masculino, com experiência prática no TR. Foram realizadas 6 visitas presenciais. A 1° visita foi dívida em: glicose pré, avaliação de medidas antropométricas, espessura muscular do Peitoral Maior (PM), Recordatório Alimentar 24horas (R24H), teste de Contração Voluntária Isométrica Máxima (CVIM) identificando o pico da Eletromiografia (EMG) do PM na sua porção clavicular e esternal, além do teste de uma repetição Máxima (1RM), e a glicose pós-teste. Em todas as visitas analisou-se a glicose pré e pós-teste, a espessura muscular, o R24H e a EMG. Após 48horas foi realizado a 2° visita com o teste de resistência muscular no supino reto com 80% de 1RM. Todas as outras visitas foram idênticas. A 3°, 4°, 5° e 6° visita contaram com a suplementação cafeína e/ou placebo em cápsulas 60 minutos pré-teste de resistência muscular. A cafeína contava com uma dose baixa (CB) de 210 mg e uma alta (CA) com 420 mg, já o placebo baixo (PB) era de 230 mg e o alto (PA) de 460 mg.A 3° visita aconteceu 48horas após a 2°, já a 4°, 5° e a 6° ocorreram 7 dias após a anterior. Foi utilizada a estatística descritiva. A ANOVA Two-Way para a comparação entre as condições com um nível de significância de p < 0,05, a magnitude de variação e o delta de variação foram utilizados. O teste T pareado foi usado para comparar os grupos e os momentos pré e pós-teste. Resultados: O número de repetições mostrou um aumento em todas as condições comparados ao BA, sem diferenças significativas (p > 0,05). A CB e o PA alcançaram as maiores médias de repetições (CB: 12,09 ± 3,33 reps; PA: 12,27 ± 2,72 reps), onde o grupo Fibras tipo II mostrou uma maior sensibilidade à cafeína A espessura muscular foi maior (p < 0,05) em todas as condições no momento pós-teste. Já a resposta glicêmica mostrou uma redução significativa (p < 0,05) pós-teste para as condições BA, PB e PA. Conclusão: Conclui-se que a cafeína influenciou no desempenho do teste de resistência muscular. Os resultados mostraram que sua suplementação teve uma maior influência nas fibras tipo II, promovendo uma maior ativação. Pensando na prática do TR, a suplementação de cafeína se mostrou um suplemento atraente para o desempenho.
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Objetivo: Verificar os efeitos de diferentes doses (210 mg e 420 mg) da suplementação aguda de cafeína sobre o desempenho de resistência muscular, concentração de glicose, capacidade e ativação neuromuscular. Metodologia: A partir de um ensaio clínico randomizado e duplo-cego, participaram do estudo 11 participantes (25,7 ± 5,9 anos; 71,1 ± 11,0 Kg; 170,72 ± 6,6 cm; 12,49 ± 3,8 %G) do sexo masculino, com experiência prática no TR. Foram realizadas 6 visitas presenciais. A 1° visita foi dívida em: glicose pré, avaliação de medidas antropométricas, espessura muscular do Peitoral Maior (PM), Recordatório Alimentar 24horas (R24H), teste de Contração Voluntária Isométrica Máxima (CVIM) identificando o pico da Eletromiografia (EMG) do PM na sua porção clavicular e esternal, além do teste de uma repetição Máxima (1RM), e a glicose pós-teste. Em todas as visitas analisou-se a glicose pré e pós-teste, a espessura muscular, o R24H e a EMG. 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A CB e o PA alcançaram as maiores médias de repetições (CB: 12,09 ± 3,33 reps; PA: 12,27 ± 2,72 reps), onde o grupo Fibras tipo II mostrou uma maior sensibilidade à cafeína A espessura muscular foi maior (p < 0,05) em todas as condições no momento pós-teste. Já a resposta glicêmica mostrou uma redução significativa (p < 0,05) pós-teste para as condições BA, PB e PA. Conclusão: Conclui-se que a cafeína influenciou no desempenho do teste de resistência muscular. Os resultados mostraram que sua suplementação teve uma maior influência nas fibras tipo II, promovendo uma maior ativação. Pensando na prática do TR, a suplementação de cafeína se mostrou um suplemento atraente para o desempenho.Introduction: Caffeine is considered one of the main nutritional ergogenic resources (REN) that from doses between 3 – 6 mg.kg-1 promote different actions, mainly in the central nervous system, inhibiting adenosine receptors, sports physical performance, becoming an important aid promoting the improvement of neuromuscular responses in a resistance exercise, enhancing performance and work capacity. Objective: To verify the effects of different doses (210 mg and 420 mg) of acute caffeine supplementation on muscular endurance performance, glucose concentration, capacity and neuromuscular activation. Methodology: Based on a randomized, double-blind clinical trial, 11 participants (25.7 ± 5.9 years; 71.1 ± 11.0 Kg; 170.72 ± 6.6 cm; 12.49 ± 3.8% F) male, with practical experience in RT. Six face-to-face visits were carried out. The 1st visit was due to: pre-glucose, assessment of anthropometric measurements, muscle thickness of the Pectoralis Major (PM), 24-hour Food Recall (R24H), Maximum Isometric Voluntary Contraction Test (CVIM) identifying the peak of the Electromyography (EMG) of PM in its clavicular and sternal portion, in addition to the one repetition Maximum test (1RM), and post-test glucose. In all visits, pre- and post-test glucose, muscle thickness, 24HR and EMG were analyzed. After 48 hours, the 2nd visit was performed with the muscular endurance test in the bench press with 80% of 1RM. All other visits were satisfied. The 3rd, 4th, 5th and 6th visit had caffeine supplementation and/or placebo in capsules 60 minutes pre-test of muscular endurance. Caffeine had a low dose (LC) of 210 mg and a high dose (CA) of 420 mg, whereas the low placebo (PB) was 230 mg and the high (PA) 460 mg. The 3rd visit known as Baseline (BA) took place 48 hours after the 2nd, while the 4th, 5th and 6th occurred 7 days after the previous one. Descriptive statistics were used. Two-Way ANOVA for comparison between conditions with a significance level of p < 0.05, magnitude of variation and delta of variation were used. The paired t-test was used to compare groups and pre- and post-test times. Results: The number of repetitions showed an increase in all conditions compared to BA, without significant differences (p > 0.05). The AC and PA reached the highest averages of repetitions (CB: 12.09 ± 3.33 reps; PA: 12.27 ± 2.72 reps), where the Fiber type II group showed a greater sensitivity to caffeine. was higher (p < 0.05) in all conditions at the post-test moment. The glycemic response showed a significant reduction (p < 0.05) after the test for conditions BA, PB and PA. Conclusion: It is concluded that caffeine influenced the performance of the muscular endurance test. The results liked that their supplementation had a greater influence on type II fibers, promoting greater activation. Thinking about the practice of RT, caffeine supplementation proved to be an attractive supplement for performance.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-graduação em Nutrição e SaúdeUFLAbrasilDepartamento de NutriçãoAttribution 4.0 Internationalhttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessNutriçãoCafeínaTreinamento resistidoEletromiografiaResistência muscularCaffeineResistance trainingElectromyographyMuscular enduranceDiferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste de resistência muscular?Do different acute caffeine supplementation dosages interfere in neuromuscular parameters during a muscular resistance test?info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSilva, Sandro Fernandes daSilva, Sandro Fernandes daMelo, Bruno PereiraManoel, Francisco de Assishttps://lattes.cnpq.br/6758668674587665Saborosa, Guilherme Pereiraporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdfDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdfapplication/pdf918956https://repositorio.ufla.br/bitstreams/f07a153e-a4a0-4055-a759-52fb19c955fb/download084c0211d5fcee2286bb6462d93934e5MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8907https://repositorio.ufla.br/bitstreams/61be3497-9a28-44f8-908f-8c622fea0293/downloadc07b6daef3dbee864bf87e6aa836cde2MD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8956https://repositorio.ufla.br/bitstreams/cd5ab16d-58b9-4626-8d67-4487347f0231/download5ea4a165b7202cbf475be400d2e16893MD53falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdf.txtExtracted texttext/plain102576https://repositorio.ufla.br/bitstreams/03e7d110-6f74-49fd-ab5b-6c24ceb1db9a/download59b17edef165df06a7ddcfbbed0e37f1MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Diferentes dosagens da suplementação aguda de cafeína interferem em parâmetros neuromusculares durante um teste.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3710https://repositorio.ufla.br/bitstreams/22339e41-8bf4-4675-83ac-f517d5e9a5d7/downloadaf06428bc7f22865b74e5765db0093b2MD55falseAnonymousREAD1/568632025-08-06 08:44:12.105http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/Attribution 4.0 Internationalopen.accessoai:repositorio.ufla.br:1/56863https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T11:44:12Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CgphKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwsIGUgcXVlIGRldMOpbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEgdGFtYsOpbSBxdWUgYSBlbnRyZWdhIGRvIGRvY3VtZW50byBuw6NvIGluZnJpbmdlLCB0YW50byBxdWFudG8gbGhlIMOpIHBvc3PDrXZlbCBzYWJlciwgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgcGVzc29hIG91ICBlbnRpZGFkZS4KCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MgZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUgbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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