Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias
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| Departamento: |
Departamento de Medicina Veterinária
|
| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/10523 |
Resumo: | Sepse é definida como a resposta inflamatória sistêmica desencadeada por uma infecção bacteriana, viral, fúngica ou presença de protozoários associada a sinais de repercussão sistêmica, já a disfunção orgânica é conhecido como sepse grave. Os efeitos da sepse sobre o sistema cardiovascular podem ser predominantes, ocorrendo, dessa forma, quadro clínico característico de depressão miocárdica, uma das principais causas de morte em cadelas com piometra. Diante disso, objetivou -se, nest e estudo, avaliar a troponina I como biomarcador de lesão cardíaca na sepse, além de outros parâmetros hematológicos em cadelas com piometra. Foi realizado um estudo prospectivo entre dezembro de 2013 e abril de 2015, realizado na Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais. Dezenove cadelas com diagnóstico de piometra e 10 cadelas saudáveis. Os grupos avaliados não diferiram estatisticamente na avaliação da concentração sérica da troponina I cardíaca. A quantidade total de leucócitos (mm 3 ) e porcentagem de bastonetes foi significativamente maior no grupo sepse (23.221,74 ± 16.848,80 mm 3 e 5,91 ± 10,18 %) quando comparado ao grupo não sepse (14.492,86 ± 6.828,26 mm 3 e 1,93 ± 1,64 %) e grupo controle (10.320,00 ± 3.999,02 mm 3 e 1,65 ± 2,05 % respectivamente). Da mesma forma, elevações mais significativas nas concentrações séricas da enzima fosfatase alcalina foram verificadas no grupo sepse (347,72 ± 300,18 U/L) comparado ao grupo não sepse e grupo controle respectivamente (174,71 ± 150,93 e 110,32 ± 41,25). Houve diferença significativa nas concentrações séricas da Proteína C reativa (mg/dL) no grupo sepse (19,57 ± 41,69 md/dL), se comparado ao grupo não sepse (10,29 ± 12,02 mg/dL) e grupo controle (3,60 ± 3,53 mg/dL). Na avaliação da concentração sérica do lactato, houve diferença significativa entre cães com piometra e cães saudáveis, porém não houve diferença significativa entre os grupos sepse e não sepse. Os resultados do presente estudo indicam que a troponina I cardíaca não pôde ser considerada um biomarcador precoce para injúria miocárdica nos casos de cadela com piometra, pois os resultados das mensurações foram semelhantes entre os grupos, inferindo que pode não ter ocorrido lesão dos cardiomiócitos nesta fase. Já, a proteína C reativa e o lactato são possíveis marcadores para inflamação sistêmica, uma vez que demonstraram concentrações séricas significativamente maiores em cadelas com piometra. |
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2015-10-22T11:58:04Z2015-10-22T11:58:04Z2015-06-302015-10-22PEREIRA, C. S. Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse. 2015. 55 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.https://repositorio.ufla.br/handle/1/10523Sepse é definida como a resposta inflamatória sistêmica desencadeada por uma infecção bacteriana, viral, fúngica ou presença de protozoários associada a sinais de repercussão sistêmica, já a disfunção orgânica é conhecido como sepse grave. Os efeitos da sepse sobre o sistema cardiovascular podem ser predominantes, ocorrendo, dessa forma, quadro clínico característico de depressão miocárdica, uma das principais causas de morte em cadelas com piometra. Diante disso, objetivou -se, nest e estudo, avaliar a troponina I como biomarcador de lesão cardíaca na sepse, além de outros parâmetros hematológicos em cadelas com piometra. Foi realizado um estudo prospectivo entre dezembro de 2013 e abril de 2015, realizado na Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais. Dezenove cadelas com diagnóstico de piometra e 10 cadelas saudáveis. Os grupos avaliados não diferiram estatisticamente na avaliação da concentração sérica da troponina I cardíaca. A quantidade total de leucócitos (mm 3 ) e porcentagem de bastonetes foi significativamente maior no grupo sepse (23.221,74 ± 16.848,80 mm 3 e 5,91 ± 10,18 %) quando comparado ao grupo não sepse (14.492,86 ± 6.828,26 mm 3 e 1,93 ± 1,64 %) e grupo controle (10.320,00 ± 3.999,02 mm 3 e 1,65 ± 2,05 % respectivamente). Da mesma forma, elevações mais significativas nas concentrações séricas da enzima fosfatase alcalina foram verificadas no grupo sepse (347,72 ± 300,18 U/L) comparado ao grupo não sepse e grupo controle respectivamente (174,71 ± 150,93 e 110,32 ± 41,25). Houve diferença significativa nas concentrações séricas da Proteína C reativa (mg/dL) no grupo sepse (19,57 ± 41,69 md/dL), se comparado ao grupo não sepse (10,29 ± 12,02 mg/dL) e grupo controle (3,60 ± 3,53 mg/dL). Na avaliação da concentração sérica do lactato, houve diferença significativa entre cães com piometra e cães saudáveis, porém não houve diferença significativa entre os grupos sepse e não sepse. Os resultados do presente estudo indicam que a troponina I cardíaca não pôde ser considerada um biomarcador precoce para injúria miocárdica nos casos de cadela com piometra, pois os resultados das mensurações foram semelhantes entre os grupos, inferindo que pode não ter ocorrido lesão dos cardiomiócitos nesta fase. Já, a proteína C reativa e o lactato são possíveis marcadores para inflamação sistêmica, uma vez que demonstraram concentrações séricas significativamente maiores em cadelas com piometra.Sepsis is defined as the systemic inflammatory response triggered by a bacterial, viral, fungal or protozoal presence of associated with systemic repercussions signals, and organ dysfunction is known as severe sepsis. The sepsis effects on the cardiovascular system are predominant. It is being a clinical picture of myocardial depression, one of the main causes of death in dogs with pyometra. the aim of this study was to evaluate troponin I as a biomarker of cardiac injury in sepsis, and other hematological parameters in female dogs with pyometra. A prospective study was conducted on December 2013 to April 2015, at University Federal of Lavras, Minas Gerais. Nineteen dogs diagnosed with pyometra and 10 healthy dogs. The groups did not differ in the assessment of serum cardiac troponin I. The total number of leukocytes (mm3) and the percentage of rods was significantly higher in the sepsis group (23.221,74 ± 16.848,80 mm 3 e 5,91 ± 10,18 %) compared to no sepsis group (14.492,86 ± 6.828,26 mm 3 e 1,93 ± 1,64 %) and control group (10.320,00 ± 3.999,02 mm 3 e 1,65 ± 2,05 %). The most significant elevations in serum concentrations of alkaline phosphatase enzyme were observed in sepsis group (347,72 ± 300,18 U/L) compared to no sepsis group and control group respectively (174,71 ± 150,93 e 110,32 ± 41,25). There were significant differences in serum concentrations of C-reactive protein (mg / dL) in sepsis group (19,57 ± 41,69 md/dL compared compared to no sepsis group (10,29 ± 12,02 mg/dL) and control group (3,60 ± 3,53 mg/dL). In the evaluation of serum lactate concentration, there were significant difference between dogs with pyometra and healthy dogs, but there were no significant difference between the groups and no sepsis sepsis. The results of this study indicate that troponin I could not be considered an early biomarker for myocardial injury in cases of dog with pyometra, because the results of the measurements were similar between groups, inferring that may not have occurred injury of cardiomyocytes this stage. Furthermore C-reactive protein and lactate are markers for potential systemic inflammation, as demonstrated significantly higher serum concentrations in dogs with pyometra.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Ciências VeterináriasPrograma de Pós-Graduação em Ciências VeterináriasUFLAbrasilDepartamento de Medicina VeterináriaClínica e Cirurgia AnimalSepseCãesBiomarcadoresSepsisDogsBiomarkersTroponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepseTroponin I as a biomarker of cardiac injury in dogs with sepsisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMuzzi, Ruthnea Aparecida LázaroLacreta Junior, Antonio Carlos CunhaOberlender, GuilhermeLeomil Neto, MoacirMuzzi, Leonardo Augusto LopesLacreta Junior, Antonio Carlos Cunhahttp://lattes.cnpq.br/5584881541627107Pereira, Camila Santosinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdfDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdfapplication/pdf418311https://repositorio.ufla.br/bitstreams/7ad2a4a8-75fb-49a1-8b7a-a908328645ba/downloada15db6a991c0c9e23e9095af5a0232b8MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/1bd8538a-22a8-44ae-adb9-2c680c444586/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdf.txtExtracted texttext/plain85406https://repositorio.ufla.br/bitstreams/bd35e7df-c57f-4c3d-8c64-ce45cc72e4f7/download193f77bd27df1f4e92e9ee9d5ed175d3MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Troponina I como biomarcador de lesão cardíaca em cães com sepse.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3000https://repositorio.ufla.br/bitstreams/c6f20e55-4e8a-4862-8cc2-62f32cc97be1/download6822faa5f9749b9e5c64ab4132c890dfMD54falseAnonymousREAD1/105232025-10-06 10:17:11.285open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/10523https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-10-06T13:17:11Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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