Efetividade da clozapina nas diferentes fase da vida: análise de sobrevida de adultos e idosos com esquizofrenia assistidos pelo Sistema Único de Saúde em uma coorte de 16 anos.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Julio Cesar Menezes Vieira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/79194
Resumo: It is estimated that 21 million people worldwide live with schizophrenia, predominantly in low- and middle-income countries. In Brazil, schizophrenia is one of the leading diagnoses for psychiatric hospitalization within the Unified Health System, second only to substance-induced mental disorders. The aging population and the consequent increase in schizophrenia prevalence among the elderly highlight the need for a deeper understanding of the specific treatment aspects in this population. Clozapine is a more effective antipsychotic for treatment-resistant schizophrenia. However, its effectiveness in older adults remains understudied due to a limited number of large-scale prospective trials. This study evaluated the survival of adult and elderly patients with schizophrenia using clozapine compared to non-clozapine atypical antipsychotics provided by the Unified Health System. The study assessed social and clinical factors using real-world data from a 16-year retrospective cohort. The Kaplan-Meier method was used to estimate the cumulative probability of survival, and the Cox proportional hazards model was adjusted to assess risk factors for survival. Article 1 included 375,352 adults with schizophrenia, showing an overall survival rate of 76.0%. Multivariate analysis revealed a higher risk of death for men, older adults, and residents of the Southeast region of Brazil. Patients with non-clozapine atypical antipsychotics had a 21% higher risk of death compared to those with clozapine, and hospitalization for pneumonia was the primary clinical variable associated with increased risk of death, followed by lung cancer, cardiovascular diseases, and any neoplasm. In Article 2, the survival rate of elderly patients with schizophrenia was 18.4% over 15 years. Half of the patients died within 6.2 years of follow-up. The analysis showed a significantly higher risk of death for patients using quetiapine compared to clozapine. The risk of death for non-clozapine antipsychotic users was 54% higher than for clozapine users. Multivariate analysis confirmed higher risks of death for men, Southeast residents, and those with a history of hospitalization for pneumonia and cardiovascular diseases. This study demonstrated that the use of clozapine had a protective effect on the survival of adult and elderly patients with schizophrenia compared to atypical antipsychotics in this real-world evaluation. Advanced age, male sex, residence in the Southeast region, and hospitalization for pneumonia are significant risk factors for death in this population.
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spelling 2025-01-14T11:42:13Z2025-09-08T23:03:45Z2025-01-14T11:42:13Z2024-11-19https://hdl.handle.net/1843/79194It is estimated that 21 million people worldwide live with schizophrenia, predominantly in low- and middle-income countries. In Brazil, schizophrenia is one of the leading diagnoses for psychiatric hospitalization within the Unified Health System, second only to substance-induced mental disorders. The aging population and the consequent increase in schizophrenia prevalence among the elderly highlight the need for a deeper understanding of the specific treatment aspects in this population. Clozapine is a more effective antipsychotic for treatment-resistant schizophrenia. However, its effectiveness in older adults remains understudied due to a limited number of large-scale prospective trials. This study evaluated the survival of adult and elderly patients with schizophrenia using clozapine compared to non-clozapine atypical antipsychotics provided by the Unified Health System. The study assessed social and clinical factors using real-world data from a 16-year retrospective cohort. The Kaplan-Meier method was used to estimate the cumulative probability of survival, and the Cox proportional hazards model was adjusted to assess risk factors for survival. Article 1 included 375,352 adults with schizophrenia, showing an overall survival rate of 76.0%. Multivariate analysis revealed a higher risk of death for men, older adults, and residents of the Southeast region of Brazil. Patients with non-clozapine atypical antipsychotics had a 21% higher risk of death compared to those with clozapine, and hospitalization for pneumonia was the primary clinical variable associated with increased risk of death, followed by lung cancer, cardiovascular diseases, and any neoplasm. In Article 2, the survival rate of elderly patients with schizophrenia was 18.4% over 15 years. Half of the patients died within 6.2 years of follow-up. The analysis showed a significantly higher risk of death for patients using quetiapine compared to clozapine. The risk of death for non-clozapine antipsychotic users was 54% higher than for clozapine users. Multivariate analysis confirmed higher risks of death for men, Southeast residents, and those with a history of hospitalization for pneumonia and cardiovascular diseases. This study demonstrated that the use of clozapine had a protective effect on the survival of adult and elderly patients with schizophrenia compared to atypical antipsychotics in this real-world evaluation. Advanced age, male sex, residence in the Southeast region, and hospitalization for pneumonia are significant risk factors for death in this population.Outra AgênciaporUniversidade Federal de Minas Geraishttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/info:eu-repo/semantics/openAccessEnvelhecimentoIdosoAntipsicóticosClozapinaEsquizofreniaSobrevidaEfetividade da clozapina nas diferentes fase da vida: análise de sobrevida de adultos e idosos com esquizofrenia assistidos pelo Sistema Único de Saúde em uma coorte de 16 anos.Effectiveness of clozapine in different life phases: survival analysis of adults and older adults with schizophrenia assisted by the national health system in a 16-year cohort.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisJulio Cesar Menezes Vieirareponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://lattes.cnpq.br/7915485051221406Cristina Mariano Ruashttp://lattes.cnpq.br/3535918051912413Edna Afonso ReisHelian Nunes de OliveiraJuliana Alvares TeodoroSaulo CastelEverton Nunes da SilvaMaira Tonidandel BarbosaEstima-se que 21 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com a esquizofrenia, principalmente em países de baixa e média renda. No Brasil, a doença representa um dos principais diagnósticos para internação psiquiátrica no Sistema Único de Saúde, sendo superada apenas pelos transtornos mentais induzidos por substâncias. O crescente envelhecimento populacional e a consequente elevação da prevalência de esquizofrenia em idosos evidenciam a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os aspectos específicos do tratamento nesta população. A clozapina é um antipsicótico mais eficaz para a esquizofrenia resistente ao tratamento. No entanto, sua efetividade em adultos mais velhos ainda é pouco estudada devido à limitação de ensaios prospectivos de grande escala. Este estudo avaliou a sobrevida de pacientes adultos e idosos com esquizofrenia usando clozapina em comparação aos antipsicóticos atípicos não clozapina fornecidos pelo Sistema Único de Saúde. O estudo avaliou fatores sociais e clínicos usando dados de mundo real de uma coorte retrospectiva com acompanhamento de 16 anos. O método de Kaplan-Meier foi utilizado para estimar a probabilidade cumulativa de sobrevida e o modelo de riscos proporcionais de Cox foi ajustado para avaliar os fatores de risco para sobrevida. O Artigo 1 incluiu 375.352 adultos com esquizofrenia, mostrando uma taxa de sobrevida geral de 76,0%. A análise multivariada revelou um risco maior de morte para homens, idosos e residentes da região Sudeste do Brasil. Pacientes com antipsicóticos atípicos não clozapina tiveram um risco 21% maior de morte em comparação com aqueles com clozapina, e a hospitalização por pneumonia foi a principal variável clínica associada ao aumento do risco de morte, seguida por câncer de pulmão, doenças cardiovasculares e qualquer neoplasia. No Artigo 2, a taxa de sobrevida dos pacientes idosos com esquizofrenia foi de 18,4% em 15 anos. Metade dos pacientes morreu dentro de 6,2 anos de acompanhamento. A análise mostrou um risco significativamente maior de morte para pacientes usando quetiapina em comparação com clozapina. O risco de morte para usuários de antipsicóticos não clozapina foi 54% maior do que para usuários de clozapina. A análise multivariada confirmou riscos de morte mais elevados para homens, residentes do Sudeste e aqueles com histórico de hospitalização por pneumonia e por doenças cardiovasculares. Este estudo mostrou que o uso de clozapina apresentou efeito protetor na sobrevida de pacientes adultos e idosos com esquizofrenia comparativamente aos antipsicóticos atípicos nesta avaliação de mundo real. Idade avançada, sexo masculino, residência na região Sudeste e hospitalização por pneumonia são fatores de risco significativos para morte nessa população.https://orcid.org/0000-0002-6976-5939BrasilFARMACIA - FACULDADE DE FARMACIAPrograma de Pós-Graduação em Medicamentos e Assistencia FarmaceuticaUFMGORIGINALTESE_CLOZ_ESQUIZ_UFMG_2024.REPOSITORIO.pdfapplication/pdf3336215https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/edfe5f91-7e5d-4336-9ebf-b6456abbe908/download33559fce9e39749932150c7b7de1b393MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdfapplication/octet-stream811https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/8f5a7487-0287-48cd-a55b-25b8b2bc58d1/downloadcfd6801dba008cb6adbd9838b81582abMD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/d3e4e5e2-56e7-4ef1-b505-a55b33f580f5/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD53falseAnonymousREAD1843/791942025-09-08 20:03:45.344http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/Acesso Abertoopen.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/79194https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-08T23:03:45Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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