Ecology and evolution of seed dormancy in campos rupestres

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Roberta Dayrell de Lima Campos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/55940
Resumo: Ciclos reprodutivos de plantas adultas terminam com a dispersão de sementes, enquanto o estabelecimento de seus descendentes se inicia com a germinação de sementes. A dormência regula o tempo de germinação de sementes, permitindo que cada um desses eventos da vida da planta aconteça sob condições favoráveis. Usamos um conjunto de dados na escala de comunidade para testar hipóteses de ecologia e evolução na ocorrência de dormência em sementes. Relatamos a ocorrência de dormência primária em plantas de campos rupestres, pertencentes às savanas brasileiras (cerrado). Reunimos dados originais (1) experimentais de germinação e viabilidade de 26 espécies e (2) de pesquisa bibliográfica sobre a ocorrência de dormência e viabilidade em sementes de campos rupestres. A frequência de sementes de campos rupestres dormentes foi determinada e contrastada com frequências relatadas para savanas e para todo o mundo. Examinamos os processos ecológicos e filogenéticos que conduzem a evolução da dormência das sementes. Nosso levantamento resultou em 231 populações pertencentes a 27 famílias de plantas. Frequências de ausência de dormência foram acentuadamente diferentes entre campos rupestres e savanas, e reportamos que o campo rupestre é a vegetação com a maior proporção de sementes não-dormentes no mundo. A análise filogenética sugeriu uma evolução convergente na ocorrência de dormência, evidenciada pela distribuição aleatória dessa característica em todos os principais clados. No entanto, nenhuma das correlações ecológicas investigadas aqui - período de dispersão de sementes, microhabitat, forma de vida ou modo de dispersão – influenciou na ocorrência de dormência. Um maior número de populações de campos rupestres dispersa sementes durante período favorável, indicando que o controle sobre o período de dispersão, e não a dormência das sementes, garante que a germinação ocorra em condições favoráveis. Relatamos também uma grande variação na viabilidade das sementes entre taxa, o que aponta para uma capacidade desigual de reprodução sexual. Peculiaridades de campos rupestres referentes aos padrões de ecologia de semente podem estar relacionadas com estabilidade geologica e infertilidade de solo desses ambientes.
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A frequência de sementes de campos rupestres dormentes foi determinada e contrastada com frequências relatadas para savanas e para todo o mundo. Examinamos os processos ecológicos e filogenéticos que conduzem a evolução da dormência das sementes. Nosso levantamento resultou em 231 populações pertencentes a 27 famílias de plantas. Frequências de ausência de dormência foram acentuadamente diferentes entre campos rupestres e savanas, e reportamos que o campo rupestre é a vegetação com a maior proporção de sementes não-dormentes no mundo. A análise filogenética sugeriu uma evolução convergente na ocorrência de dormência, evidenciada pela distribuição aleatória dessa característica em todos os principais clados. No entanto, nenhuma das correlações ecológicas investigadas aqui - período de dispersão de sementes, microhabitat, forma de vida ou modo de dispersão – influenciou na ocorrência de dormência. 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Peculiaridades de campos rupestres referentes aos padrões de ecologia de semente podem estar relacionadas com estabilidade geologica e infertilidade de solo desses ambientes.CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas GeraisCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorengUniversidade Federal de Minas GeraisCommunity assessmentNeotropical grasslandsnondormancyseed germinationseed dispersal timingtropical savannaSementes - DormênciaDispersãoSementes – GerminaçãoCampo rupestreCerradosComunidadeMorfologia vegetalEcology and evolution of seed dormancy in campos rupestresinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisRoberta Dayrell de Lima Camposinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://lattes.cnpq.br/8987132686117348Fernando Augusto de Oliveira e Silveirahttp://lattes.cnpq.br/7065415640299923Alessandra Tomaselli FidelisDaniel Negreiros Alves PereiraReproductive cycles of adult plants end with seed dispersal, whereas the establishment of their offspring begins with seed germination. Seed dormancy enables each of these life events to happen under favorable conditions by regulating the timing of germination. Here we used a community-level dataset to test hypotheses on the ecology and evolution of seed dormancy. We report the occurrence of primary dormancy in plants growing in campos rupestres, Neotropical grasslands of the Brazilian savanna (i.e. cerrado). We (1) provide original data from germination and viability experiments of 26 species and (2) surveyed the literature for information on dormancy occurrence and viability of campos rupestres seeds. Seed dormancy occurrence in campos rupestres was determined and contrasted with reported frequencies from savannas and worldwide. Ecological and phylogenetic processes driving the evolution of seed dormancy were examined. We gathered data from 231 populations of 27 plant families. Frequencies of nondormancy markedly differed among campos rupestres and savannas, with campos rupestres showing the highest proportion of nondormancy across all vegetations in the world. Phylogenetic analysis suggested a convergent evolution in dormancy occurrence, as evidenced by its random distribution across all major clades. However, none of the ecological correlates investigated here – season of seed dispersal, microhabitat, life form or dispersion mode – seems to influence seed dormancy occurrence. A greater number of campos rupestres populations dispersed seeds during favorable period, indicating that control over timing of seed dispersal rather than seed dormancy assures germination to occur under favorable conditions. We also report a wide variation on seed viability between taxa, pointing to uneven ability for sexual reproduction. Campos rupestres peculiarities regarding patterns of seed ecology could be related to geological stability and infertile soils of these environments.http://orcid.org/0000-0002-4770-9100BrasilICB - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICAPrograma de Pós-Graduação em Biologia VegetalUFMGLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/e48a6766-2be9-4363-af37-79138088649c/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD51falseAnonymousREADORIGINALDayrell RLC - Ecology and evolution of seed dormancy in campos rupestres_FINAL.pdfapplication/pdf2662702https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/6fdd07ec-7783-4c41-a306-30778be43657/downloadbd2e72b2418c4af183dae7dde8c3a613MD52trueAnonymousREAD1843/559402025-09-08 22:11:09.532open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/55940https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-09T01:11:09Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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