Conhecimento fonológico de retroflexos em inglês-L2
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Minas Gerais
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/1843/LETR-9ARNNZ |
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2019-08-09T13:34:37Z2025-09-09T00:32:36Z2019-08-09T13:34:37Z2013-07-12https://hdl.handle.net/1843/LETR-9ARNNZUniversidade Federal de Minas GeraisEtroflexoFonologia de usoDetalhe fonéticoRóticosTeoria de exemplaresLíngua inglesa FonologiaLíngua inglesa Estudo e ensino Falantes estrangeirosLíngua inglesa FonéticaAquisição de segunda linguagemConhecimento fonológico de retroflexos em inglês-L2info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMarco Aurélio Cunha Camargosinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGThais Cristofaro Alves da SilvaAdriana Silvia MarussoFlavia Christina de Azevedo CerqueiraEsta dissertação tem por objetivo principal investigar como o retroflexo é apropriado por aprendizes brasileiros de inglês visando explorar a relação entre propriedades articulatórias e organização lexical. Assumimos para este estudo os fundamentos teóricos da Fonologia de Uso (BYBEE, 2001, 2010) e da Teoria de Exemplares (JOHNSON, 1997; PIERREHUMBERT, 2001, 2003), modelos multirrepresentacionais, que sugerem, sobretudo, que a organização sonora tem relação estreita com a organização lexical; e que os falantes têm conhecimento fonético detalhado de sua língua. Respondemos a três perguntas de pesquisa: 1) Como se dá a apropriação do retroflexo por aprendizes brasileiros de inglês-L2, levando em consideração diferentes variedades dialetais? 2) Como se dá a apropriação do retroflexo por aprendizes brasileiros de inglês-L2, levando em consideração palavras (quase) homófonas nas duas línguas em questão? e 3) As propriedades fonéticas finas do retroflexo em L1 são adotadas em L2? Foram analisadas variedades dialetais que se diferenciam quanto à realização do retroflexo em final de sílaba em PB-L1: Lavras (MG), que apresenta o retroflexo em L1 e Belo Horizonte (MG) e Conselheiro Lafaiete (MG), que não apresentam o retroflexo em L1. Os participantes envolvidos foram submetidos a dois experimentos: um experimento na língua portuguesa e outro experimento na língua inglesa. Na tela do laptop, eram expostas duas figuras distintas e uma frase abaixo delas com uma lacuna em branco. O participante teria que escolher qual a figura que mais se adequava ao contexto da frase, completar a lacuna e dizer a frase em voz alta, que seria gravada. Os resultados indicam (1) que o retroflexo é realizado categoricamente em contexto de encontro consonantal e quase categórico em início de palavra, havendo variabilidade em contexto de final de sílaba; (2) que palavras (quase) homófonas indicam maior variabilidade e menores índices de retroflexo do que as palavras em geral que foram analisadas; e (3) que os dados indicam que o detalhe fonético fino do retroflexo em L1 não é adotado em L2.UFMGORIGINALconhecimento_fonol_gico_de_retroflexos_em_ingl_s_l2___disserta__o_marco__aur_lio_cunha_camargos.pdfapplication/pdf2028961https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/6b8244a4-56ef-40b9-80bc-f2edbf7b3176/downloadbbd5f7c940d7c9b7ee5c9d019a4df247MD51trueAnonymousREADTEXTconhecimento_fonol_gico_de_retroflexos_em_ingl_s_l2___disserta__o_marco__aur_lio_cunha_camargos.pdf.txttext/plain184574https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/04e2241b-df31-46d7-8819-4476f68577ab/downloade74fbaf35c81c0822529eeb784b45f96MD52falseAnonymousREAD1843/LETR-9ARNNZ2025-09-08 21:32:36.47open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/LETR-9ARNNZhttps://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-09T00:32:36Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)false |
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