A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG
| Ano de defesa: | 2022 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Minas Gerais
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/1843/49774 |
Resumo: | CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico |
| id |
UFMG_eda3f1aa8da504e9b9efee637decff84 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufmg.br:1843/49774 |
| network_acronym_str |
UFMG |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFMG |
| repository_id_str |
|
| spelling |
2023-02-08T15:46:24Z2025-09-08T22:52:17Z2023-02-08T15:46:24Z2022-12-14https://hdl.handle.net/1843/49774CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas GeraisporUniversidade Federal de Minas Geraisdesastre, deslocamento compulsório, disputas, insegurança administrada, reassentamentoDesastres ambientaisMudanças de vidaReconstrução -- Paracatu de Baixo (MG)A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MGinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMaryellen Milena de Limainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8126501E6&tokenCaptchar=03AFY_a8We5la5V2jThxmesNa9_2aVFRwEXR3jTdN4WswxMxvrNVOEY6jolI2tsvA1n3VZlO-3NRo3e8PAadDGk5ALhB2aDas737ozN3rPzczfxySzeDn2upVw8lPEU5ORaCtnfWiQft5WH4-cEeRtkgJ2-4jK5wPqcOhw3lAoK-Oh2r9LTXxd9M8qgfj_XwdjRkbvab61Z2PTEat3rkePeq2N_Qqux-_v9-37tXAivuwdolqy4OgYhJj-L2_sx97lYeM-Ah54fsuLLm5T1puI0CXrtFoVi1nMMxaoyiJhRzCoKmh2aDn1T_fAUc7hyJ7YW-gj5MAEc1q3KLGrLEVl0X7QOULTX9DgrtUD8phzKGYxuq885fqaksirmoSDrRV6RyLMd1hbWc9ycRCGAQjiXePftcVa9y-M6ubU9-uMUzDRxCpGlOQ1Al5c47-jGiUMYt3Mq_utDXV0-P8R66Vby_Mdk2_Gu_GLSZ0AjQ6eJlyzUoBShHXbaWdImFy6FMYe19zmg-5kYQQXvK_DeVqc3JOtL7DaFO_ThIcwX0hCewyeKhEqFSWGipZivjEi8nhNAgFqzHGAUWaTvDPNogXqbxghJ03PlsJu_ARaquel Oliveira Santos Teixeirahttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4730121J8&tokenCaptchar=03AFY_a8VURdgnJ-OmJyhRKhvwpg0_gA2XFg9s-1B5xz5cXxkzs6SBvJOZy5oWu_46ZUbiLCB7rZ07M1AdOoHaffiCeC-QXRGc5XFkvlGFFlY02P7D3vuLbvt-v9T33wJJmuJCFP8MyVtbjQylCP2yMS2MbgP2wOU7fr2GTGjA9OpJybAELrIesgnr6wHLItPzPBgedus7iu_hViktK209pjDQXXH6KFNta-KJv28DMQXqQKKhx09YhR6xI3Zo-ST3JwXRJj8_-QfWwRxhZCGUTX--XMN5mVozvs9T1CZrRgltx90coWh0EdVe_mmosnbEaPCYQe6p43g3YU1LwM9Lm9GnM2TVdIZYRsf2bFeP-T4hqAJyelPaNqdHouwDIwQ9bmWrj1O-J64bLkSnaIW7FhOJq9ZC7E-iUHpl1Gl4DGBRA0KN1yftX-8gcMvX6JJ6I7b0RGkoJX-_lMBDL_OEiGTR_k36UyY3D4o0gOo6-FS9s4G_05ZhCJlrLgck2Td8kc8MX2yP4694SltAsqd1Qnzjv1tyybSRbKOP-_1usw-Diffnpzu1i_kx7t_2MrwwfOZhX4HXs151bSzWXKoogqr_lVzZye1tbARômulo Soares BarbosaMarina de Oliveira PenidoA maioria das famílias que sofreram deslocamento compulsório em decorrência do rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015, está vivendo no centro urbano de Mariana. Essa é a situação vivenciada pelos moradores da comunidade de Paracatu de Baixo. A “vida provisória” é marcada pela luta para a recomposição das suas vidas e ocorre em meio a espera, a incerteza e a resistência. Desde o início do processo de reparação, os moradores de Paracatu de Baixo reivindicam que a comunidade seja erguida de forma que possibilite o retorno ao modo de vida pautado nos antigos costumes da “roça”. Entretanto, diversas disputas emergem na condução da realocação da comunidade. Com isso, o objetivo geral da pesquisa é compreender como o tema reassentamento foi tratado desde os primeiros acordos, com destaque para as disputas em torno da reconstrução a partir das reivindicações dos moradores de Paracatu de Baixo pautadas pelo modo de vida constituído no antigo território. Para isto, a pesquisa foi desenvolvida por meio dos métodos qualitativos. Além da seleção das bibliografias especializadas, a pesquisa e leitura de documentos produzidos pelas instituições envolvidas no processo de reassentamento da comunidade e o acionamento de reportagens disponíveis nas mídias eletrônicas, também foi realizado o acompanhamento etnográfico de reuniões e outros espaços de negociação. Assim, a metodologia de investigação foi baseada na observação participante. Foram ainda realizadas entrevistas semi-estruturadas, acompanhamento de eventos públicos e acionado o material produzido durante o trabalho de Cartografia Comunitária de Paracatu de Baixo, ambos fundamentais para a compreensão dos modos de vida na comunidade de origem e as disputas que emergem no âmbito do processo de negociação. Ao longo deste trabalho é demonstrado que a reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce envolve um doloroso processo de perdas, rupturas, transformações, aprendizados, luta, mobilização e negociação. Tendo em vista que o processo de reparação já dura sete anos, o que era extraordinário se tornou o cotidiano dos atingidos, a crise se tornou o contexto. Ao longo dos anos, os atingidos enfrentam um violento processo de negociação que culminou em algumas conquistas no âmbito da homologação de direitos, como é o caso das Diretrizes de Reparação do Direito à Moradia. Porém, é recorrente o descumprimento dessas medidas por parte das empresas. As violências reiteradas também perpassam pela desqualificação social dos atingidos empreendida pela Fundação Renova. Com efeito, alguns atingidos têm compreendido que a visão de reassentamento que a Fundação Renova possui é de condomínio e não de comunidade. Além disso, o controle social do processo por parte da população atingida fica comprometido devido à dificuldade para a consulta e a falta do acesso às informações essenciais para a construção do reassentamento. Neste contexto, a “insegurança administrada” (SCOTT, 2009), que envolve as ações de reparação a partir da organização social planejada para o reassentamento de Paracatu de Baixo, reproduzem, criam e agravam padrões de vulnerabilização das vítimas. A insegurança da retomada da vida tem gerado incerteza quanto ao futuro na Nova Paracatu de Baixo.BrasilICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIASPrograma de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e TerritórioUFMGLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/7e4afb66-9116-4c9b-a2e9-b0db63ab846c/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD51falseAnonymousREADORIGINALDISSERTAÇÃO - A RECONSTRUÇÃO DA VIDA INTERROMPIDA PELO DESASTRE NO RIO DOCE.pdfapplication/pdf5137842https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/a0d604cb-5561-423e-94ca-b4e8b3bbbc72/download7851154e5385149826476652b59628bbMD52trueAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO - A RECONSTRUÇÃO DA VIDA INTERROMPIDA PELO DESASTRE NO RIO DOCE.pdf.txtDISSERTAÇÃO - A RECONSTRUÇÃO DA VIDA INTERROMPIDA PELO DESASTRE NO RIO DOCE.pdf.txtExtracted texttext/plain103016https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/964a5173-876e-4093-981f-7655ceee6e88/download7b3420ead385d9fcb13ba840490e867bMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO - A RECONSTRUÇÃO DA VIDA INTERROMPIDA PELO DESASTRE NO RIO DOCE.pdf.jpgDISSERTAÇÃO - A RECONSTRUÇÃO DA VIDA INTERROMPIDA PELO DESASTRE NO RIO DOCE.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4480https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/011e4e1d-114e-4378-b41d-04a43865e635/downloada36682e15ef071426ab7ac404736991cMD54falseAnonymousREAD1843/497742025-09-09 15:55:33.256open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/49774https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-09T18:55:33Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K |
| dc.title.none.fl_str_mv |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| title |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| spellingShingle |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG Maryellen Milena de Lima Desastres ambientais Mudanças de vida Reconstrução -- Paracatu de Baixo (MG) desastre, deslocamento compulsório, disputas, insegurança administrada, reassentamento |
| title_short |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| title_full |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| title_fullStr |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| title_full_unstemmed |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| title_sort |
A reconstrução da vida interrompida pelo desastre no rio Doce: o processo de reassentamento da comunidade de Paracatu de Baixo, Mariana/MG |
| author |
Maryellen Milena de Lima |
| author_facet |
Maryellen Milena de Lima |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Maryellen Milena de Lima |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Desastres ambientais Mudanças de vida Reconstrução -- Paracatu de Baixo (MG) |
| topic |
Desastres ambientais Mudanças de vida Reconstrução -- Paracatu de Baixo (MG) desastre, deslocamento compulsório, disputas, insegurança administrada, reassentamento |
| dc.subject.other.none.fl_str_mv |
desastre, deslocamento compulsório, disputas, insegurança administrada, reassentamento |
| description |
CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico |
| publishDate |
2022 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2022-12-14 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2023-02-08T15:46:24Z 2025-09-08T22:52:17Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2023-02-08T15:46:24Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://hdl.handle.net/1843/49774 |
| url |
https://hdl.handle.net/1843/49774 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Minas Gerais |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Minas Gerais |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFMG instname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) instacron:UFMG |
| instname_str |
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| instacron_str |
UFMG |
| institution |
UFMG |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFMG |
| collection |
Repositório Institucional da UFMG |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/7e4afb66-9116-4c9b-a2e9-b0db63ab846c/download https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/a0d604cb-5561-423e-94ca-b4e8b3bbbc72/download https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/964a5173-876e-4093-981f-7655ceee6e88/download https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/011e4e1d-114e-4378-b41d-04a43865e635/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
cda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272 7851154e5385149826476652b59628bb 7b3420ead385d9fcb13ba840490e867b a36682e15ef071426ab7ac404736991c |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositorio@ufmg.br |
| _version_ |
1862105624705236992 |