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Arsenic removal from drinking water by membrane technology: a solution for small and large communities

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Flávia Cristina Rodrigues Costa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/82462
Resumo: O arsênio (As) é um elemento que compõe a crosta terrestre e é liberado no meio ambiente naturalmente, mas também devido a atividades antropogênicas, como a mineração. Dessa forma, o As chega aos recursos hídricos e, em muitos países, tem sido detectado em águas subterrâneas, superficiais e potáveis em concentrações muito superiores às recomendadas pela OMS para consumo humano (10 µg/L). Isso representa um sério risco à saúde humana devido aos vários efeitos adversos que o consumo de água com As pode causar, como câncer de pele. Nesse contexto, esta tese teve como principal objetivo avaliar o tratamento de água superficial real contendo altas concentrações de arsênio (até cerca de 35 µg/L) usando ultrafiltração (UF) e osmose inversa (OI) em escala piloto. Primeiramente, avaliou-se a contribuição do tratamento prévio da água pelo processo convencional de tratamento de água (pré-oxidação, coagulação/floculação e decantação) na performance da UF e da OI no tratamento de águas com elevada concentração de As. O sistema de UF-OI gerou água de elevada qualidade (cor < 15 uH, turbidez < 0.1 NTU, ferro < 0.3 mg/L, manganês < 0.1 mg/L), atendendo os limites legais brasileiros para água potável, com ou sem pré-tratamento, porém o pré-tratamento aplicado foi importante para melhorar a permeabilidade da membrana de UF. Os resultados também evidenciaram a maior resiliência do sistema de tratamento com integração da UF-OI ao processo convencional. A OI foi essencial para que os padrões de potabilidade em relação a As fossem atingidos, assegurando um permeado com concentração inferior a 0.5 μg/L. Uma vez confirmada a viabilidade do uso do sistema UF-OI para remoção de arsênio de água superficial,o sistema foi operado por mais de 2000 horas, visando a avaliação da influência do modo de operação (Feed and Bleed e Full Drain), da vazão de retrolavagem e da variação da concentração de sólidos na alimentação no desempenho da UF. Foi avaliado ainda a estabilidade da OI na remoção de arsênio, simulando as condições de diferentes módulos de um sistema de duplo estágio. A operação no modo Full Drain favoreceu a maior permeabilidade da membrana, que foi 10,5% maior do que durante o modo de operação Feed and Bleed. Ademais, no caso de água com baixa concentração de sólidos (turbidez < 10 NTU), não há necessidade de adoção de elevada razão entre fluxo de retrolavagem/ fluxo de permeado. Uma razão de 0.91 foi suficiente para o controle da incrustação. A turbidez da alimentação teve impacto na permeabilidade da membrana A permeabilidade reduziu de 186.4 para 182.3 L/m2h.bar quando a turbidez aumentou para valores > 10 NTU. A concentração de As no permeado de UF foi em torno de 8-30 µg/L, resultado esse influenciado pela especiação do As. A UF atua apenas na retenção de As associado a partículas e coloides. Para remoção de As dissolvido, a OI se faz necessária. A OI garantiu a produção de um permeado com concentração < 0.5 µg/L. Outra alternativa para remoção de As é o uso da dosagem de coagulante (FeCl₃) em linha na alimentação da ultrafiltração. A dosagem de coagulante em linha aumentou a eficiência da UF e a concentração de As no permeado foi reduzida de valores de até 23 µg/L para valores < 10 µg/L, tornando a UF adequada para remoção de arsênio. A adição do coagulante também promoveu o aumento do tamanho das partículas, aumentando a porosidade e permeabilidade da torta formada, melhorando a permeabilidade. Destaca-se que o concentrado da OI apresentou qualidade suficiente para seu enquadramento ao padrão de lançamento vigente. Recomenda-se a recirculação do concentrado da UF para o início do tratamento da ETA para aumentar a recuperação de água. Os resultados encontrados podem subsidiar o projeto de sistemas que podem ser aplicados tanto como polimento de ETAs que recebem como afluente águas com elevadas concentrações de As, com um custo operacional total que varia entre 1.05 e 4.34 US$/m3, quanto para comunidades menores com um custo operacional do sistema de membranas de 0.47-0.49 US$/m3. Assim, a tese contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sutentável 6 da ONU: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.
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Primeiramente, avaliou-se a contribuição do tratamento prévio da água pelo processo convencional de tratamento de água (pré-oxidação, coagulação/floculação e decantação) na performance da UF e da OI no tratamento de águas com elevada concentração de As. O sistema de UF-OI gerou água de elevada qualidade (cor < 15 uH, turbidez < 0.1 NTU, ferro < 0.3 mg/L, manganês < 0.1 mg/L), atendendo os limites legais brasileiros para água potável, com ou sem pré-tratamento, porém o pré-tratamento aplicado foi importante para melhorar a permeabilidade da membrana de UF. Os resultados também evidenciaram a maior resiliência do sistema de tratamento com integração da UF-OI ao processo convencional. A OI foi essencial para que os padrões de potabilidade em relação a As fossem atingidos, assegurando um permeado com concentração inferior a 0.5 μg/L. 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A turbidez da alimentação teve impacto na permeabilidade da membrana A permeabilidade reduziu de 186.4 para 182.3 L/m2h.bar quando a turbidez aumentou para valores > 10 NTU. A concentração de As no permeado de UF foi em torno de 8-30 µg/L, resultado esse influenciado pela especiação do As. A UF atua apenas na retenção de As associado a partículas e coloides. Para remoção de As dissolvido, a OI se faz necessária. A OI garantiu a produção de um permeado com concentração < 0.5 µg/L. Outra alternativa para remoção de As é o uso da dosagem de coagulante (FeCl₃) em linha na alimentação da ultrafiltração. A dosagem de coagulante em linha aumentou a eficiência da UF e a concentração de As no permeado foi reduzida de valores de até 23 µg/L para valores < 10 µg/L, tornando a UF adequada para remoção de arsênio. A adição do coagulante também promoveu o aumento do tamanho das partículas, aumentando a porosidade e permeabilidade da torta formada, melhorando a permeabilidade. Destaca-se que o concentrado da OI apresentou qualidade suficiente para seu enquadramento ao padrão de lançamento vigente. Recomenda-se a recirculação do concentrado da UF para o início do tratamento da ETA para aumentar a recuperação de água. Os resultados encontrados podem subsidiar o projeto de sistemas que podem ser aplicados tanto como polimento de ETAs que recebem como afluente águas com elevadas concentrações de As, com um custo operacional total que varia entre 1.05 e 4.34 US$/m3, quanto para comunidades menores com um custo operacional do sistema de membranas de 0.47-0.49 US$/m3. Assim, a tese contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sutentável 6 da ONU: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorengUniversidade Federal de Minas GeraisArsenic contaminationDrinking water treatmentMembranesCoagulation-flocculationRisk assessmentEngenharia sanitáriaMeio ambienteMembranas (Tecnologia)Água potável - ContaminaçãoArsênioAvaliação de riscosÁgua - Purificação - CoagulaçãoÁgua - Purificação - FloculaçãoArsenic removal from drinking water by membrane technology: a solution for small and large communitiesRemoção de arsênio da água potável por tecnologia de membrana: uma solução para pequenas e grandes comunidadesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisFlávia Cristina Rodrigues Costainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttps://lattes.cnpq.br/2122664918506143Míriam Cristina Santos Amaral Moraviahttp://lattes.cnpq.br/1901180413775034Sonaly Cristina Rezende Borges de LimaMiria Hespanhol Miranda ReisAriuska Karla Barbosa AmorimCamila BaldassoArsenic (As) is an element that makes up the Earth's crust and is released into the environment naturally, but also due to anthropogenic activities, such as mining. In this way, As reaches water resources and in many countries, it has been detected in groundwater, surface water, and drinking water at concentrations much higher than those recommended by the WHO for human consumption (10 µg/L). It poses a serious risk to human health due to the various adverse effects that its consumption can cause, such as skin cancer. Therefore, it is necessary to apply technologies that efficiently remove arsenic. In this context, this thesis aimed to evaluate the treatment of real surface water containing high concentrations of arsenic (up to approximately 35 µg/L) using ultrafiltration (UF) and reverse osmosis (RO) on a pilot scale. First, the contribution of pretreatment of water by the conventional water treatment process (pre-oxidation, coagulation/flocculation, and decantation) on the performance of UF and RO in the treatment of water with high concentrations of As was evaluated. The UF-RO system generated high-quality water (color < 15 uH, turbidity < 0.1 NTU, iron < 0.3 mg/L, manganese < 0.1 mg/L), meeting the Brazilian legal limits for drinking water, with or without pretreatment, but the applied pretreatment was important to improve the permeability of the UF membrane. The results also demonstrated the greater resilience of the treatment system with the integration of UF-RO into the conventional process. RO was essential for achieving the potability standards concerning As, ensuring a permeate with a concentration below 0.5 μg/L. Once the feasibility of using the UF-RO system for arsenic removal from surface water was confirmed, the system was operated for more than 2000 hours, aiming to evaluate the influence of the operating mode (Feed and Bleed and Full Drain), backwash flow rate, and variation in solids concentration in the feed on the UF performance. The stability of the RO in arsenic removal was also evaluated, simulating the conditions of different modules of a two-stage system. Operation in Full Drain mode favored greater membrane permeability, which was 10.5% higher than during the Feed and Bleed mode. Furthermore, in the case of water with low solids concentration (turbidity < 10 NTU), there is no need to adopt a high backwash flow/permeate flow ratio. A ratio of 0.91 was sufficient for fouling control. Feed turbidity impacted membrane permeability. Permeability decreased from 186.4 to 182.3 L/m2h.bar when turbidity increased to values > 10 NTU. The As concentration in the UF permeate was around 8-30 µg/L, a result influenced by As speciation. UF acts only on the retention of As associated with particles and colloids. RO is necessary to remove dissolved As. RO ensured the production of a permeate with a concentration < 0.5 µg/L. Another alternative for As removal is dosing in-line coagulant (FeCl₃) in the ultrafiltration feed. In-line coagulant dosing increased UF efficiency, and the As concentration in the permeate was reduced from values up to 23 µg/L to values < 10 µg/L, making UF suitable for arsenic removal. The addition of the coagulant also increased the particle size, increasing the porosity and permeability of the cake formed, improving permeability. Notably, the RO concentrate presented sufficient quality to comply with the current discharge standard. It is recommended that the UF concentrate be recirculated at the beginning of the WTP treatment to increase water recovery. The results can support the design of systems that can be applied both as polishing for WTPs that receive water with high concentrations of As as influent, with a total operating cost ranging from US$1.05 to US$4.34/m3. For smaller communities, the operating costs of the membrane system are US$0.47-0.49/m3. Thus, the thesis contributes to achieving UN Sustainable Development Goal 6: ensuring the availability and sustainable management of water and sanitation for all.0000-0002-9140-7740BrasilENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTALPrograma de Pós-Graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos HídricosUFMGORIGINALARSENIC REMOVAL FROM DRINKING WATER BY MEMBRANE TECHNOLOGY, A SOLUTION FOR SMALL AND LARGE COMMUNITIES.pdfapplication/pdf5207776https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/6d13664e-77d0-4e3c-be1d-15f20415fc78/download4d50e8189b59448442da312640016d7cMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/b6a069e1-84c3-4ecb-84e7-a27c9feff6b0/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD52falseAnonymousREAD1843/824622025-09-08 20:39:33.271open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/82462https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-08T23:39:33Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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Flávia Cristina Rodrigues Costa
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