Disponibilidade hidríca na bacia hidrográfica do Rio Amambai – MS
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/2228 |
Resumo: | Caracterizou-se a disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Amambai. Para tanto foram estudadas as precipitações médias anual e mensal, a contribuição potencial e real para os afluentes diretos do rio principal; as vazões mínimas de referência Q7,10, Q90 e Q95; regionalização de vazões mínimas Q7,10, considerando os períodos anual e trimestral, Q90 e Q95, considerando período anual, com base nas metodologias: interpolação e extrapolação de vazão; vazão específica e equações de regressão. Pode-se concluir que as precipitações e vazões específicas médias diminuem da nascente para a foz da bacia. As sub-bacias com maiores contribuições potencial e real para a formação da vazão do Rio Amambai, são: Rio Verde, Córrego Guaembeperi e Rio Piratinim. Os maiores coeficientes de deságue são constatados nos Rio Taquara e Córrego Saljú, e apresentam crescimento gradual na taxa para os afluentes da margem direita do Rio Amambai. As funções de distribuições de probabilidades apresentam melhores resultados para as funções Log-Normal e Gama. As vazões mínimas, para os períodos anuais, estimadas pelos três métodos de regionalização apresentam melhores resultados de erros médios e coeficientes de eficiência de Nash e Sutcliffe para a permanência de 95% no tempo. Comparando os métodos de regionalização de interpolação e extrapolação e vazão específica, é possível notar resultados constantes entre si para os períodos trimestral e anual. O melhor método de regionalização estudado é o obtido por equações de regressão. |
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2015-04-29T20:09:54Z2021-09-30T19:56:00Z2012https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/2228Caracterizou-se a disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Amambai. Para tanto foram estudadas as precipitações médias anual e mensal, a contribuição potencial e real para os afluentes diretos do rio principal; as vazões mínimas de referência Q7,10, Q90 e Q95; regionalização de vazões mínimas Q7,10, considerando os períodos anual e trimestral, Q90 e Q95, considerando período anual, com base nas metodologias: interpolação e extrapolação de vazão; vazão específica e equações de regressão. Pode-se concluir que as precipitações e vazões específicas médias diminuem da nascente para a foz da bacia. As sub-bacias com maiores contribuições potencial e real para a formação da vazão do Rio Amambai, são: Rio Verde, Córrego Guaembeperi e Rio Piratinim. Os maiores coeficientes de deságue são constatados nos Rio Taquara e Córrego Saljú, e apresentam crescimento gradual na taxa para os afluentes da margem direita do Rio Amambai. As funções de distribuições de probabilidades apresentam melhores resultados para as funções Log-Normal e Gama. As vazões mínimas, para os períodos anuais, estimadas pelos três métodos de regionalização apresentam melhores resultados de erros médios e coeficientes de eficiência de Nash e Sutcliffe para a permanência de 95% no tempo. Comparando os métodos de regionalização de interpolação e extrapolação e vazão específica, é possível notar resultados constantes entre si para os períodos trimestral e anual. O melhor método de regionalização estudado é o obtido por equações de regressão.Characterized water availability in the Amambai River Basin. To that end, the study analyzed the annual and monthly average rainfall, as well as the potential and real contributions to the direct tributaries of the main river. The minimum reference outflows Q7,10, Q90, and Q95 were also studied, along with the regionalization of low flows (Q7,10 considering annual and quarterly periods, and Q90 and Q95 considering the annual period), based on the following methodologies: interpolation and extrapolation of flow, specific yield flow, and regression equations. It was concluded that rainfall and mean specific yield flow decrease from the river head toward the mouth of the basin. The sub-basins with the highest potential and real contributions to the formation of the Amambai River flow are: Verde River, Guaembeperi Stream, and Piratini River. The highest outlet coefficients are observed in the Taquara River and Saljú Stream, representing a gradual increase in the contribution rate of the right-bank tributaries of the Amambai River. The probability distribution functions that showed the best results were the Log-Normal and Gamma functions. The low flows for the annual periods, estimated using the three regionalization methods, presented the best results in terms of mean error and the Nash and Sutcliffe efficiency coefficient, especially for durations of 95%. When comparing regionalization methods—interpolation and extrapolation, and specific outflow—it is possible to observe consistent results between quarterly and annual periods. The best regionalization method studied was the one based on regression equations.porBacias Hidrográficas - Mato Grosso do Sul (MS)Precipitação AtmosféricaMedição de VazãoDisponibilidade hidríca na bacia hidrográfica do Rio Amambai – MSWater availability in Amambai River’s Basin – MSinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAlves Sobrinho, TeodoricoMolina, Sabrina Kodjaoglanian Martinsinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMSinstname:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)instacron:UFMSTHUMBNAILSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdf.jpgSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1171https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2228/4/Sabrina%20Kodjaoglanian%20Martins%20Molina.pdf.jpgad11ade7beceaa0d26ed6c96e2076088MD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2228/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdfSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdfapplication/pdf845212https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2228/1/Sabrina%20Kodjaoglanian%20Martins%20Molina.pdfa510efe72af212366a39f81f54ffc0cfMD51TEXTSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdf.txtSabrina Kodjaoglanian Martins Molina.pdf.txtExtracted texttext/plain0https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/2228/3/Sabrina%20Kodjaoglanian%20Martins%20Molina.pdf.txtd41d8cd98f00b204e9800998ecf8427eMD53123456789/22282025-07-28 07:29:12.988oai:repositorio.ufms.br:123456789/2228Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufms.br/oai/requestri.prograd@ufms.bropendoar:21242025-07-28T11:29:12Repositório Institucional da UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)false |
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Caracterizou-se a disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Amambai. Para tanto foram estudadas as precipitações médias anual e mensal, a contribuição potencial e real para os afluentes diretos do rio principal; as vazões mínimas de referência Q7,10, Q90 e Q95; regionalização de vazões mínimas Q7,10, considerando os períodos anual e trimestral, Q90 e Q95, considerando período anual, com base nas metodologias: interpolação e extrapolação de vazão; vazão específica e equações de regressão. Pode-se concluir que as precipitações e vazões específicas médias diminuem da nascente para a foz da bacia. As sub-bacias com maiores contribuições potencial e real para a formação da vazão do Rio Amambai, são: Rio Verde, Córrego Guaembeperi e Rio Piratinim. Os maiores coeficientes de deságue são constatados nos Rio Taquara e Córrego Saljú, e apresentam crescimento gradual na taxa para os afluentes da margem direita do Rio Amambai. As funções de distribuições de probabilidades apresentam melhores resultados para as funções Log-Normal e Gama. As vazões mínimas, para os períodos anuais, estimadas pelos três métodos de regionalização apresentam melhores resultados de erros médios e coeficientes de eficiência de Nash e Sutcliffe para a permanência de 95% no tempo. Comparando os métodos de regionalização de interpolação e extrapolação e vazão específica, é possível notar resultados constantes entre si para os períodos trimestral e anual. O melhor método de regionalização estudado é o obtido por equações de regressão. |
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