Controle de fitopatógenos com extratos vegetais
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Mato Grosso
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Agricultura Tropical
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| Departamento: |
Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia (FAMEVZ)
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| País: |
Brasil
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| Área do conhecimento CNPq: | Resumo: | No mundo, além do crescimento populacional aumenta-se a demanda por alimentos mais saudáveis. Entre os fatores que reduzem a produção de alimentos, as doenças fúngicas apresentam grande relevância. Para o controle da maioria das doenças é utilizado o tratamento convencional com agrotóxicos, porém, a crescente exigência por produtos vegetais, livres de contaminação por resíduos químicos tem incentivado a busca por métodos alternativos de controle. Estudos têm revelado que extratos de plantas apresentam potencial para o controle alternativo de doenças. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo selecionar e avaliar a ação de extratos vegetais sobre fungos fitopatogênicos e a germinação de sementes. No Capítulo I, “Extratos vegetais de plantas do Cerrado na indução à produção de fitoalexinas”, objetivou-se avaliar extratos aquosos de folhas frescas e folhas secas, na indução de fitoalexinas em mesocótilos de Sorghum bicolor L.. Os resultados obtidos demonstrou que os extratos aquosos de caju, cerejeira, jequitibá, pequi, lixeira, baru, timbó, aroeira, tarumã e cambárá, ativaram a produção de fitoalexinas “in vitro”, demostrando que essas plantas têm propriedades que podem auxiliar na ativação de mecanismos de defesas das plantas. Entre os extratos aquosos, as folhas secas de timbó e aroeira foram os mais eficientes em induzir fitoalexinas em mesocótilos de sorgo. No Capítulo II, “Inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum com uso de extratos vegetais”, o objetivo foi avaliar a inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum, com a utilização de extratos aquosos de folhas frescas e secas de plantas do cerrado. Extratos aquosos de folha frescas esterilizados desempenham ação inibitória no crescimento micelial de S. sclerotiorum. Ficou concluído que os extratos de folha seca esterilizados proporcionou menor número e peso de escleródios, enquanto extratos de folha frescas, apenas o número de escleródios. A utilização de extratos vegetais aquosos de folhas frescas esterilizado de caju, pequi e aroeira e, não esterilizado de pequi e extrato aquoso de folha frescas não esterilizado de jequitibá, estimularam o desenvolvimento micelial de S. sclerotiorum. No Capítulo III, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Guizotia abyssinica”, objetivou-se avaliar o potencial de extratos vegetais de plantas, em pó e etanólicos, no tratamento de sementes de Níger. Os resultados indicaram que os extratos etanólicos de nim, mutamba e o extrato em pó de mutamba controlaram 100% a incidência de Cladosporium sp. e Aspergillus sp. O extrato etanólico de manga reduziu em 18% a 9 germinação das sementes de níger. E no Capítulo IV, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Triticum aestivum” avaliou-se o efeito de diferentes extratos vegetais no tratamento de sementes de cinco variedades de trigo e a influência na germinação. O aquoso de pimenta do reino é eficiente no controle de Cladosporium cladosporioides, Bipolaris sorokiniana e Fusarium graminearum e não afeta a germinação de sementes de Triticum aestivum. Extrato aquoso de nim, coentro, mutamba e manga reduz a germinação de sementes de Triticum aestivum. |
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2021-05-05T14:49:49Z2015-06-242021-05-05T14:49:49Z2015-03-13BARROS, Liliane Silva de. Controle de fitopatógenos com extratos vegetais. 2015. 77 f. Tese (Doutorado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal de Mato Grosso, Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia, Cuiabá, 2015.http://ri.ufmt.br/handle/1/2436No mundo, além do crescimento populacional aumenta-se a demanda por alimentos mais saudáveis. Entre os fatores que reduzem a produção de alimentos, as doenças fúngicas apresentam grande relevância. Para o controle da maioria das doenças é utilizado o tratamento convencional com agrotóxicos, porém, a crescente exigência por produtos vegetais, livres de contaminação por resíduos químicos tem incentivado a busca por métodos alternativos de controle. Estudos têm revelado que extratos de plantas apresentam potencial para o controle alternativo de doenças. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo selecionar e avaliar a ação de extratos vegetais sobre fungos fitopatogênicos e a germinação de sementes. No Capítulo I, “Extratos vegetais de plantas do Cerrado na indução à produção de fitoalexinas”, objetivou-se avaliar extratos aquosos de folhas frescas e folhas secas, na indução de fitoalexinas em mesocótilos de Sorghum bicolor L.. Os resultados obtidos demonstrou que os extratos aquosos de caju, cerejeira, jequitibá, pequi, lixeira, baru, timbó, aroeira, tarumã e cambárá, ativaram a produção de fitoalexinas “in vitro”, demostrando que essas plantas têm propriedades que podem auxiliar na ativação de mecanismos de defesas das plantas. Entre os extratos aquosos, as folhas secas de timbó e aroeira foram os mais eficientes em induzir fitoalexinas em mesocótilos de sorgo. No Capítulo II, “Inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum com uso de extratos vegetais”, o objetivo foi avaliar a inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum, com a utilização de extratos aquosos de folhas frescas e secas de plantas do cerrado. Extratos aquosos de folha frescas esterilizados desempenham ação inibitória no crescimento micelial de S. sclerotiorum. Ficou concluído que os extratos de folha seca esterilizados proporcionou menor número e peso de escleródios, enquanto extratos de folha frescas, apenas o número de escleródios. A utilização de extratos vegetais aquosos de folhas frescas esterilizado de caju, pequi e aroeira e, não esterilizado de pequi e extrato aquoso de folha frescas não esterilizado de jequitibá, estimularam o desenvolvimento micelial de S. sclerotiorum. No Capítulo III, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Guizotia abyssinica”, objetivou-se avaliar o potencial de extratos vegetais de plantas, em pó e etanólicos, no tratamento de sementes de Níger. Os resultados indicaram que os extratos etanólicos de nim, mutamba e o extrato em pó de mutamba controlaram 100% a incidência de Cladosporium sp. e Aspergillus sp. O extrato etanólico de manga reduziu em 18% a 9 germinação das sementes de níger. E no Capítulo IV, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Triticum aestivum” avaliou-se o efeito de diferentes extratos vegetais no tratamento de sementes de cinco variedades de trigo e a influência na germinação. O aquoso de pimenta do reino é eficiente no controle de Cladosporium cladosporioides, Bipolaris sorokiniana e Fusarium graminearum e não afeta a germinação de sementes de Triticum aestivum. Extrato aquoso de nim, coentro, mutamba e manga reduz a germinação de sementes de Triticum aestivum.Worldwide, along with population growths comes the demand for more healthy foods. Among the factors that reduce food production, fungal diseases are of great relevance. These diseases are traditionally controlled using agrochemical. However, the increasing demand for products free of chemical residuals has incentivized research into alternative treatments. Studies have shown that plantbased extracts show potential as an alternative control against diseases. The objective of this work is to select and evaluate the effect of plant-based extracts on phytopathogenic fungi and seed germination. Chapter 1, “Vegetable Extracts of Cerrado plants induce Phytoalexin Production”, evaluates extracts of fresh and dry leaves on phytoalexin production in mesocotyls of Sorghum bicolor L. Results show that aqueous extracts of cashew, cerejeira, jequitibá, pequi, lixeira, baru, timbó, aroeira, tarumã and cambará all activated the production of phytoalexins “in vitro”, demonstrating that these plants have the ability to assist in the activation of plant defense mechanisms. Aqueous extracts of dry leaves of timbó and aroeira were the most efficient phytoalexin inducers for sorghum mesocotyls. In Chapter 2, “Inhibition of mycelial growth and sclerotia production of Sclerotinia sclerotiorum with plant extracts”, the objective was to evaluate inhibition of mycelial growth and sclerotia production of Sclerotinia sclerotiorum, using aqueous extracts of fresh and dry leaves of cerrado plants. Sterile aqueous extracts of fresh leaves inhibited mycelial growth of S. Sclerotiorum. We found that sterilized extracts of dry leaves resulted in a lower number and weight of sclerotia, whereas extracts based on fresh leaves only reduced the number of sclerotia. The use of sterilized aqueous plant extracts based on fresh cashew, pequi and aroeira leaves, and non-sterilized aqueous extracts of pequi and jequitibá stimulate mycelial development of S. sclerotiorum. In Chapter III, “Plant extracts for the alternative treatment of Guizotia abyssinica seeds”, I aim to evaluate the potential of plant extracts, in powder and ethanol-based solutions, for treatment of Niger seeds. It was found that ethanol-based extracts of nim, mutamba and a powdered extract of mutamba controlled 100% of Cladosporium sp. and Aspergillus sp. An ethanol-based extract of mango reduced the germination of niger seeds by 18%. In Chapter IV, “Plant extracts for the alternative treatment of Triticum aestivum seeds” the effect of different plant extracts on the treatment and germination of five varieties of wheat seeds was evaluated. It was found that treatment using an aqueous extract of black pepper is effective for the controlo of Cladosporium cladosporioides, Bipolaris sorokiniana and Fusarium graminearum and 11 did not effect germination of Triticum aestivum. Aqueous extracts of nim, coriander, mutamba and mango reduced the germination of Triticum aestivum seeds.Submitted by Nádia Paes (nadia66paes@gmail.com) on 2020-11-26T20:23:27Z No. of bitstreams: 1 TESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdf: 1225210 bytes, checksum: fb0222b46b5ec5f518430ee80c21d870 (MD5)Approved for entry into archive by Jordan Souza (jordanbiblio@gmail.com) on 2021-05-05T14:49:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdf: 1225210 bytes, checksum: fb0222b46b5ec5f518430ee80c21d870 (MD5)Made available in DSpace on 2021-05-05T14:49:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdf: 1225210 bytes, checksum: fb0222b46b5ec5f518430ee80c21d870 (MD5) Previous issue date: 2015-03-13CAPESporUniversidade Federal de Mato GrossoPrograma de Pós-Graduação em Agricultura TropicalUFMT CUC - CuiabáBrasilFaculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia (FAMEVZ)Controle de fitopatógenos com extratos vegetaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisFungos fitopatogênicosControle alternativoIndução de resistênciaCNPQ::CIENCIAS AGRARIASPhytopathogenic fungiAlternative controlInduction of resistanceMendonça, Elisabeth Aparecida Furtado deKobayasti, Leimihttp://lattes.cnpq.br/3980921888915874http://lattes.cnpq.br/9525356783136700Mendonça, Elisabeth Aparecida Furtado de328.043.771-72http://lattes.cnpq.br/9525356783136700Kobayasti, Leimi488.607.001-91http://lattes.cnpq.br/3980921888915874328.043.771-72488.607.001-91Camili, Elisangela Clarete262.718.108-45http://lattes.cnpq.br/7599429487582546Goussain, Rita de Cassia Santos717.742.626-49http://lattes.cnpq.br/6074172796652309Costa, Mauro Junior Natalino da000.256.956-65http://lattes.cnpq.br/1652125296360837841.235.242-49http://lattes.cnpq.br/8923357010333788Barros, Liliane Silva deinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMTinstname:Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)instacron:UFMTTEXTTESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdf.txtTESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdf.txtExtracted texttext/plain125028http://localhost/bitstream/1/2436/3/TESE_2015_Liliane+Silva+de+Barros.pdf.txt48ce6a538d9aae4d4158232347b89179MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866http://localhost/bitstream/1/2436/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52ORIGINALTESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdfTESE_2015_Liliane Silva de Barros.pdfapplication/pdf1225210http://localhost/bitstream/1/2436/1/TESE_2015_Liliane+Silva+de+Barros.pdffb0222b46b5ec5f518430ee80c21d870MD511/24362021-05-06 03:03:08.99oai:localhost:1/2436TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttp://ri.ufmt.br/oai/requestjordanbiblio@gmail.comopendoar:2021-05-06T07:03:08Repositório Institucional da UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)false |
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No mundo, além do crescimento populacional aumenta-se a demanda por alimentos mais saudáveis. Entre os fatores que reduzem a produção de alimentos, as doenças fúngicas apresentam grande relevância. Para o controle da maioria das doenças é utilizado o tratamento convencional com agrotóxicos, porém, a crescente exigência por produtos vegetais, livres de contaminação por resíduos químicos tem incentivado a busca por métodos alternativos de controle. Estudos têm revelado que extratos de plantas apresentam potencial para o controle alternativo de doenças. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo selecionar e avaliar a ação de extratos vegetais sobre fungos fitopatogênicos e a germinação de sementes. No Capítulo I, “Extratos vegetais de plantas do Cerrado na indução à produção de fitoalexinas”, objetivou-se avaliar extratos aquosos de folhas frescas e folhas secas, na indução de fitoalexinas em mesocótilos de Sorghum bicolor L.. Os resultados obtidos demonstrou que os extratos aquosos de caju, cerejeira, jequitibá, pequi, lixeira, baru, timbó, aroeira, tarumã e cambárá, ativaram a produção de fitoalexinas “in vitro”, demostrando que essas plantas têm propriedades que podem auxiliar na ativação de mecanismos de defesas das plantas. Entre os extratos aquosos, as folhas secas de timbó e aroeira foram os mais eficientes em induzir fitoalexinas em mesocótilos de sorgo. No Capítulo II, “Inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum com uso de extratos vegetais”, o objetivo foi avaliar a inibição do crescimento micelial e produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum, com a utilização de extratos aquosos de folhas frescas e secas de plantas do cerrado. Extratos aquosos de folha frescas esterilizados desempenham ação inibitória no crescimento micelial de S. sclerotiorum. Ficou concluído que os extratos de folha seca esterilizados proporcionou menor número e peso de escleródios, enquanto extratos de folha frescas, apenas o número de escleródios. A utilização de extratos vegetais aquosos de folhas frescas esterilizado de caju, pequi e aroeira e, não esterilizado de pequi e extrato aquoso de folha frescas não esterilizado de jequitibá, estimularam o desenvolvimento micelial de S. sclerotiorum. No Capítulo III, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Guizotia abyssinica”, objetivou-se avaliar o potencial de extratos vegetais de plantas, em pó e etanólicos, no tratamento de sementes de Níger. Os resultados indicaram que os extratos etanólicos de nim, mutamba e o extrato em pó de mutamba controlaram 100% a incidência de Cladosporium sp. e Aspergillus sp. O extrato etanólico de manga reduziu em 18% a 9 germinação das sementes de níger. E no Capítulo IV, “Extratos vegetais no tratamento alternativo de sementes de Triticum aestivum” avaliou-se o efeito de diferentes extratos vegetais no tratamento de sementes de cinco variedades de trigo e a influência na germinação. O aquoso de pimenta do reino é eficiente no controle de Cladosporium cladosporioides, Bipolaris sorokiniana e Fusarium graminearum e não afeta a germinação de sementes de Triticum aestivum. Extrato aquoso de nim, coentro, mutamba e manga reduz a germinação de sementes de Triticum aestivum. |
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