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Estudo dos efeitos oxidantes da ventilação mecânica em diferentes modos ventilatórios sobre a resposta inflamatória pulmonar e sistêmica em ratos Wistar e humanos adultos.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Horta, Jacques Gabriel Álvares
Orientador(a): Figueiredo, Sônia Maria de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/20079
Resumo: Programa de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.
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spelling Horta, Jacques Gabriel ÁlvaresFigueiredo, Sônia Maria deSantiago, Iara FurtadoSantos, Marcelo Henrique dosPimenta, Fausto Aloísio PedrosaSilva, Albená Nunes daFigueiredo, Sônia Maria de2025-04-07T18:08:03Z2019HORTA, Jacques Gabriel Alvares. Estudo dos efeitos oxidantes da ventilação mecânica em diferentes modos ventilatórios sobre a resposta inflamatória pulmonar e sistêmica em ratos Wistar e humanos adultos. 2019. 121 f. Tese (Doutorado em Saúde e Nutrição) - Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto, Escola de Nutrição, Ouro Preto, 2019.https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/20079Programa de Pós-Graduação em Saúde e Nutrição. Escola de Nutrição, Universidade Federal de Ouro Preto.Introdução: A sepse é definida como a presença de disfunção orgânica ameaçadora a vida, secundária à resposta desregulada do hospedeiro a uma infecção. A excessiva produção de radicais livres, a depleção dos níveis de antioxidantes endógenos e o aumento de mediadores inflamatórios durante a sepse contribuem para os principais efeitos sistêmicos deletérios, como a hipóxia tecidual e a falência de órgãos. Substâncias bioativas vêm sendo estudadas utilizando modelos experimentais e ensaios clínicos, o que abre novas alternativas para o tratamento da sepse. Entre as substâncias naturais destaca-se a própolis, que apresenta atividade antimicrobiana, anti-inflamatória, antioxidante, entre outras. Objetivo: Avaliar o efeito da própolis verde brasileira no nível sérico de marcadores inflamatórios em pacientes sépticos hospitalizados, correlacionando com mortalidade, tempo de internação hospitalar, parâmetros bioquímicos, hematológicos e dados antropométricos. Métodologia: Trata-se de um ensaio clínico, randomizado, controlado, duplo-cego em pacientes com sepse. O grupo tratamento (n =25) recebeu 1500mg de própolis verde (cápsula de 500 mg, 3x/dia) e o grupo controle (n =25) recebeu placebo em dosagem e periodicidade similar por 10 dias, mantendo o tratamento padrão institucional para sepse em ambos os grupos. Amostras de sangue foram coletadas nos dias 1, 5 e 10 do estudo para análises biológicas. Resultados: Não foram detectadas variações estatisticamente significativas entre os dois grupos em termos de gênero (p=0,569), idade (p=0,333), peso (p=0,678), altura (p=0,873) e IMC corporal (p=0,588). A idade média dos pacientes foi de 57,2 ± 20,6 anos e 56% dos participantes eram do sexo masculino. O tempo de internação hospitalar (p=0,515) e o desfecho clínico mortalidade versus alta hospitalar (p=0,103) dos pacientes não diferiu estatisticamente entre os grupos. Foi observada uma taxa de 26% de mortalidade geral entre os pacientes com diagnóstico de sepse. Esta taxa de mortalidade está abaixo da média da região sudeste (51.3%) e abaixo da média nacional (~55%). Em relação a dosagem da IL-8, IL-17A e CXCL- 16, não foi detectada diferença estatística significativa entre os grupos em nenhum dos momentos analisados. Entretanto, no décimo dia de tratamento houve um aumento significativo (p<0.05) do Nível de IL-33 no grupo própolis, em comparação ao do grupo controle. Discussão: Nesse ensaio clínico, os níveis de IL-33 foram superiores no grupo tratado com própolis, o que pode estar associado a um caráter protetor. É possível inferir que o mecanismo de interação da própolis com a IL-33, observado no décimo dia de tratamento, apresentou um valor estatisticamente significativo. Esse mecanismo contribuiu para a ativação das células do sistema imunológico, com a própolis favorecendo e modulando a resposta inflamatória. Além disso, a supressão da atividade bacteriana foi evidente, indicando o potencial terapêutico da própolis. Conclusão: A inclusão da própolis verde como uma opção terapêutica adicional certamente representará um avanço significativo, que oferece uma alternativa valiosa para melhorar o prognóstico de pacientes com sepse. Entretanto, novos estudos multicêntricos são necessários para validar os efeitos da própolis verde na sepse.Introduction: Sepsis is defined as the presence of life-threatening organic dysfunction secondary to the host's dysregulated response to an infection. The excessive production of free radicals, the depletion of endogenous antioxidant levels and the increase in inflammatory mediators during sepsis contribute to the main deleterious systemic effects, such as tissue hypoxia and organ failure. Bioactive substances have been studied using experimental models and clinical trials, the which opens up new alternatives for the treatment of sepsis. Among the natural substances, própolis stands out, which has antimicrobial, anti- inflammatory, antioxidant activity, among others. Objective: To evaluate the effect of Brazilian green própolis on the serum level of inflammatory markers in hospitalized septic patients, correlating with mortality, length of hospital stay, biochemical, hematological parameters and anthropometric data. Methodology: This is a randomized, controlled, double-blind clinical trial in patients with sepsis. The treatment group (n =25) received 1500 mg of green propolis (500 mg capsule, 3x/day) and the control group (n =25) received placebo at a similar dosage and frequency for 10 days, maintaining the institutional standard treatment for sepsis in both groups. Blood samples were collected on days 1, 5 and 10 of the study for biological analysis. Results: No statistically significant variations were detected between the two groups in terms of gender (p=0.569), age (p=0.333), weight (p=0.678), height (p=0.873) and body BMI (p=0.588). The mean age of the patients was 57.2 ± 20.6 years and 56% of the participants were male. The length of hospital stay (p=0.515) and the clinical outcome of mortality versus hospital discharge (p=0.103) of patients did not differ statistically between the groups. A 26% overall mortality rate was observed among patients diagnosed with sepsis. This mortality rate is below the average for the southeast region (51.3%) and below the national average (~55%). Regarding the dosage of IL-8, IL-17A and CXCL-16, no statistically significant difference was detected between the groups at any of the moments analyzed. However, on the tenth day of treatment there was a significant increase (p<0.05) in the level of IL-33 in the própolis group, compared to the control group. Discussion: In this clinical trial, IL-33 levels were higher in the group treated with própolis, which may be associated with a protective character. It is possible to infer that the mechanism of interaction between própolis and IL-33, presented on the tenth day of treatment, presented a statistically significant value. This mechanism contributed to the activation of immune system cells, with própolis favoring and modulating the inflammatory response. Furthermore, suppression of bacterial activity was evident, showing the therapeutic potential of própolis. Conclusion: The inclusion of green propolis as an additional therapeutic option will certainly represent a significant advance, offering a valuable alternative to improve the prognosis of patients with sepsis. However, new multicenter studies are needed to validate the effects of green propolis on sepsis.Attribution-NoDerivs 3.0 United Stateshttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/Autorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 17/03/2025 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite a adaptação.info:eu-repo/semantics/openAccessStress oxidativoRespiração artificialPulmões - doençaEstudo dos efeitos oxidantes da ventilação mecânica em diferentes modos ventilatórios sobre a resposta inflamatória pulmonar e sistêmica em ratos Wistar e humanos adultos.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Institucional da UFOPinstname:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)instacron:UFOPCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8899https://www.repositorio.ufop.br/bitstreams/c3375e8b-2816-4de1-ae44-9c1b72ad9f6c/download5aba0d8952bdb83a4ca6f97ded663704MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdf.txtTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdf.txtExtracted texttext/plain102866https://www.repositorio.ufop.br/bitstreams/2e1a54ad-16e6-4a52-b1ba-d9dccbc1cfa6/download989c7c48dfd0f1e42d0fc2b47249af49MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdf.jpgTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3748https://www.repositorio.ufop.br/bitstreams/a960b111-5f71-4e20-a66c-fe1910162ff1/download5840ea492d10468c19fb6fcfdd9d718cMD55falseAnonymousREADORIGINALTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdfTESE_PropolisVerdeBrasileira.pdfapplication/pdf6396058https://www.repositorio.ufop.br/bitstreams/33aaf616-1cff-4430-ac1b-5b21a79a95ac/download8bfc165aaae4d98f5fbc9da47962cf7dMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://www.repositorio.ufop.br/bitstreams/9e6ebddc-afbb-439c-a015-098f86a1cfba/downloadbb9bdc0b3349e4284e09149f943790b4MD53falseAnonymousREAD123456789/200792025-08-29 17:12:13.454http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/abertoopen.accessoai:repositorio.ufop.br:123456789/20079https://www.repositorio.ufop.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufop.br/oai/requestrepositorio@ufop.edu.bropendoar:32332025-08-29T20:12:13Repositório Institucional da UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0IG93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLCB0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZyB0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sIGluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yIHB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZSB0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQgdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uIGFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LCB5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZSBjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdCBzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkIHdpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRCBCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUgRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSCBDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMgbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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