Padrões ecológicos de tubarões (Superordem: Selachimorpha) fósseis e recentes obtidos a partir de isótopos estáveis e suas considerações para manejo e conservação
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Museu Paraense Emílio Goeldi |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais
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| Departamento: |
Instituto de Geociências
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11037 |
Resumo: | Tubarões sofrem declínios de volume em numerosas partes do globo, necessitando cada vez mais de metodologias complementares para a compreensão de seus traços biológicos. Ampliando o espectro de análise desses parâmetros para o passado, esta pesquisa teve como objetivo interpretar as características ecológicas de tubarões atuais e fósseis através da análise de isótopos estáveis de carbono e oxigênio, visando gerar subsídios para ações de conservação biológica. No total, 46 dentes de diversas localidades foram utilizados, em sua maioria oriundos da zona costeira da região Amazônica, mas também provenientes de depósitos fossilíferos proto-Caribenhos. Empregaram-se análises isotópicas na estrutura do carbonato e fosfato destas bioapatitas e preferencialmente o enamelóide foi amostrado para reduzir possibilidades de contaminação nas amostras. Uma fileira de dentes analisada de um grupo recente exibiu fortes correlações entre as variáveis envolvidas (carbono e oxigênio), potencialmente sinalizando a existência de um fracionamento isotópico na estrutura do carbonato em consonância com o crescimento dentário. Os resultados do oxigênio no fosfato variaram entre 18,9‰ até 21,4‰, indicando paleotemperaturas onde estes animais habitaram de 21,6°C a 30,6°C. Através de testes estatísticos, três grupos distinguiram-se a partir dos valores observados: grupo Pirabas (tubarões fósseis da Formação Pirabas), grupo Recente (tubarões extantes da região costeira Amazônica) e grupo não-Pirabas (tubarões fósseis proto-Caribenhos). Considerações ambientais globais, regionais e biológicas destes indivíduos foram levantadas para compreender estas distintas assinaturas químicas. Influências oceanográficas e mudanças nos padrões planetários parecem justificar a peculiaridade das medidas encontradas no grupo não-Pirabas. Por outro lado, estabilidade ecológica verificada comparando as paleotemperaturas do grupo Pirabas com o grupo Recente sugere a resiliência do grupo em manter nichos de atuação similares durante o tempo geológico na região Amazônica. Entretanto, também insinua sua preferência em nadar dentro de condições específicas para obter um melhor desempenho fisiológico. O padrão ecológico de atuação proposto para os tubarões da Região Norte (23°C-30°C), além das paleointerpretações aqui realizadas a respeito do grupo devem ser incorporadas na elaboração de planos de manejo e conservação, pois reforçam o conhecimento científico existente sobre este táxon. |
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2019-04-23T18:26:53Z2019-04-23T18:26:53Z2016-02-12LUZ, Zoneibe Augusto Silva. Padrões ecológicos de tubarões (Superordem: Selachimorpha) fósseis e recentes obtidos a partir de isótopos estáveis e suas considerações para manejo e conservação. Orientador: Peter Mann de Toledo. 2016. 150 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais) – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará, Museu Paraense Emílio Goeldi, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Belém, 2016. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11037. Acesso em:.http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11037Tubarões sofrem declínios de volume em numerosas partes do globo, necessitando cada vez mais de metodologias complementares para a compreensão de seus traços biológicos. Ampliando o espectro de análise desses parâmetros para o passado, esta pesquisa teve como objetivo interpretar as características ecológicas de tubarões atuais e fósseis através da análise de isótopos estáveis de carbono e oxigênio, visando gerar subsídios para ações de conservação biológica. No total, 46 dentes de diversas localidades foram utilizados, em sua maioria oriundos da zona costeira da região Amazônica, mas também provenientes de depósitos fossilíferos proto-Caribenhos. Empregaram-se análises isotópicas na estrutura do carbonato e fosfato destas bioapatitas e preferencialmente o enamelóide foi amostrado para reduzir possibilidades de contaminação nas amostras. Uma fileira de dentes analisada de um grupo recente exibiu fortes correlações entre as variáveis envolvidas (carbono e oxigênio), potencialmente sinalizando a existência de um fracionamento isotópico na estrutura do carbonato em consonância com o crescimento dentário. Os resultados do oxigênio no fosfato variaram entre 18,9‰ até 21,4‰, indicando paleotemperaturas onde estes animais habitaram de 21,6°C a 30,6°C. Através de testes estatísticos, três grupos distinguiram-se a partir dos valores observados: grupo Pirabas (tubarões fósseis da Formação Pirabas), grupo Recente (tubarões extantes da região costeira Amazônica) e grupo não-Pirabas (tubarões fósseis proto-Caribenhos). Considerações ambientais globais, regionais e biológicas destes indivíduos foram levantadas para compreender estas distintas assinaturas químicas. Influências oceanográficas e mudanças nos padrões planetários parecem justificar a peculiaridade das medidas encontradas no grupo não-Pirabas. Por outro lado, estabilidade ecológica verificada comparando as paleotemperaturas do grupo Pirabas com o grupo Recente sugere a resiliência do grupo em manter nichos de atuação similares durante o tempo geológico na região Amazônica. Entretanto, também insinua sua preferência em nadar dentro de condições específicas para obter um melhor desempenho fisiológico. O padrão ecológico de atuação proposto para os tubarões da Região Norte (23°C-30°C), além das paleointerpretações aqui realizadas a respeito do grupo devem ser incorporadas na elaboração de planos de manejo e conservação, pois reforçam o conhecimento científico existente sobre este táxon.Sharks populations are declining drastically in many parts of the world, demanding new complementary approaches for the comprehension of biological characteristics. Amplifying the temporal range of investigation to the Miocene past (23 Ma), this research had as objective interpret ecological features from extant and fossil sharks by the way of stable isotopes measurements of carbon and oxygen, looking to generate intellectual basis for management and conservation plans. In total, 46 teeth of several localities were utilized, most are from the coastal region of eastern Amazonia, but also from proto-Caribbean fossiliferous deposits. Isotopic analysis were employed in the distinct bioapatites structures: carbonate and phosphate, where the enameloid was preferentially uptaken in the samples to reduce possibilities of collect unoriginal chemical signatures. A tooth file analyzed from extant specimens exhibited strong correlations among the involved variables (carbon and oxygen), potentially signaling an isotopic fractionation effect in the carbonate structure varying in accordance with tooth development. Oxygen in phosphate results ranged between 18,9‰ to 21.4 ‰, indicating paleotemperatures where these animals lived around 21,6°C to 30,6°C. Statistical tests were performed in the observed values, allowing the discrimination of three groups: Pirabas group (fossil sharks of Pirabas Formation) Recent group (extant sharks of the Amazon coastal region) and non-Pirabas group (fossil sharks of proto-Caribbean deposits). Global, regional and biological environmental considerations about these individuals were revised to understand their distinct chemical signatures. Oceanographic influences and changes in planetary patterns seem to justify some peculiarities of the measures found in non-Pirabas group. On the other hand, the ecological stability verified comparing the paleotemperatures of the Pirabas group with the Recent group suggests resilience on the part of these sharks, by maintaining similar ecological niches during geological time in the Amazon region. However, it also implies a biological preference for swimming in specific conditions for a better physiological performance. The ecological pattern of activity proposed for the sharks of the northern Brazil (23°C-30°C), in addition to paleointerferences about the group here realized should be incorporated in future plans of management and conservation of elasmobranchs, as they reinforce the existing scientific knowledge concerning this táxon.Submitted by Júlia Barreto (jsrs@ufpa.br) on 2019-03-01T13:14:49Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_PadroesEcologicosTubaroes.pdf: 5274551 bytes, checksum: 22a13d07f20e2f49a2638c6f6445e19d (MD5)Approved for entry into archive by Cleide Dantas (cleidedantas@ufpa.br) on 2019-04-23T18:26:53Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_PadroesEcologicosTubaroes.pdf: 5274551 bytes, checksum: 22a13d07f20e2f49a2638c6f6445e19d (MD5)Made available in DSpace on 2019-04-23T18:26:53Z (GMT). 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Padrões ecológicos de tubarões (Superordem: Selachimorpha) fósseis e recentes obtidos a partir de isótopos estáveis e suas considerações para manejo e conservação LUZ, Zoneibe Augusto Silva CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS Isótopos estáveis Tubarão (Peixe) Habitat (Ecologia) Pará - Estado ECOSSISTEMAS AMAZÔNICOS E DINÂMICAS SOCIOAMBIENTAIS CLIMA E DINÂMICA SOCIOAMBIENTAL NA AMAZÔNIA |
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