Estudo experimental do comportamento de fenóis em aquífero livre da área da Albras - Barcarena/Pa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: PACHECO JÚNIOR, Álvaro de Castro lattes
Orientador(a): SOUZA, Eliene Lopes de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Pará
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica
Departamento: Instituto de Geociências
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11497
Resumo: Este trabalho elaborou um modelo hidrogeológico computacional para avaliar o comportamento de fenóis no aquífero livre, na área de influência direta do Complexo ALBRAS/ALUNORTE. Para tanto, foram considerados os coeficientes de sorção de fenóis, obtidos experimentalmente, bem como os parâmetros hidrodinâmicos, a velocidade e o padrão de fluxo do aquífero considerado. Os ensaios de sorção foram realizados nas amostras da fábrica (1A e 1B), para concentrações iniciais de fenóis de 25 e 50 mg/L, em condições de pH 5 e 8 e tempos de agitação de 6, 24 e 48 horas. Para a concentração inicial de 25 mg/L e tempos de contato de 6, 24 e 48 horas, os teores de fenóis sorvidos foram maiores para valores de pH 5. Para a concentração inicial de fenóis de 50 mg/L, não foram observadas diferenças significativas nos teores de fenóis sorvidos para os dois níveis de solo estudados, independentemente das condições de pH e tempo de agitação. Os ensaios de desorção mostraram que para as amostras 1A e 1B originalmente misturadas à solução de concentração 25 mg/L de fenóis, os teores ressolubilizados foram bastante baixos, próximos de 0,01 mg/L, tanto no ensaio com pH 5 como naquele com pH 8. Para amostras originalmente misturadas com a solução de 50 mg/L os teores de fenóis ressolubilizados também foram baixos, porém em pH 8 as concentrações foram próximas de 0,02 mg/L, cerca de duas vezes aquelas obtidas para pH 5. Com base nos valores de desorção obtidos verificou-se que a sorção de fenóis se mostrou praticamente irreversível. Os resultados do modelamento do aqüífero livre feito através do programa 1DContr para a zona não saturada mostraram que quanto maior o fator de retardamento, menor é a concentração final de fenóis após a passagem por essa zona. Mostraram ainda que quanto maior a quantidade inicial de fenóis infiltrada na superfície do terreno maior é a concentração final de fenóis na interface com a zona saturada. O resultado do modelo de fluxo mostrou que as principais linhas de fluxo partem da ALBRAS e da Alunorte em direção a duas áreas de descargas, uma na parte leste e outra na oeste formando com isso um divisor de água que passa pela área da fábrica. O transporte de massa de fenóis mostrou para o cenário 1 (que considerou as características de degradação e sorção dos fenóis) uma discreta evolução da pluma com o passar do tempo. Para o cenário 2 (que considerou os fenóis como uma substância conservativa), a evolução da pluma foi mais rápida com o passar do tempo.
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spelling 2019-08-22T14:39:45Z2019-08-22T14:39:45Z2003PACHECO JÚNIOR, Álvaro de Castro. Estudo experimental do comportamento de fenóis em aquífero livre da área da Albras - Barcarena/Pa. Orientadora: Eliene Lopes de Souza. 2003. 187 f. Dissertação (Mestrado em Geologia e Geoquímica) – Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2003. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11497. Acesso em: .http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11497Este trabalho elaborou um modelo hidrogeológico computacional para avaliar o comportamento de fenóis no aquífero livre, na área de influência direta do Complexo ALBRAS/ALUNORTE. Para tanto, foram considerados os coeficientes de sorção de fenóis, obtidos experimentalmente, bem como os parâmetros hidrodinâmicos, a velocidade e o padrão de fluxo do aquífero considerado. Os ensaios de sorção foram realizados nas amostras da fábrica (1A e 1B), para concentrações iniciais de fenóis de 25 e 50 mg/L, em condições de pH 5 e 8 e tempos de agitação de 6, 24 e 48 horas. Para a concentração inicial de 25 mg/L e tempos de contato de 6, 24 e 48 horas, os teores de fenóis sorvidos foram maiores para valores de pH 5. Para a concentração inicial de fenóis de 50 mg/L, não foram observadas diferenças significativas nos teores de fenóis sorvidos para os dois níveis de solo estudados, independentemente das condições de pH e tempo de agitação. Os ensaios de desorção mostraram que para as amostras 1A e 1B originalmente misturadas à solução de concentração 25 mg/L de fenóis, os teores ressolubilizados foram bastante baixos, próximos de 0,01 mg/L, tanto no ensaio com pH 5 como naquele com pH 8. Para amostras originalmente misturadas com a solução de 50 mg/L os teores de fenóis ressolubilizados também foram baixos, porém em pH 8 as concentrações foram próximas de 0,02 mg/L, cerca de duas vezes aquelas obtidas para pH 5. Com base nos valores de desorção obtidos verificou-se que a sorção de fenóis se mostrou praticamente irreversível. Os resultados do modelamento do aqüífero livre feito através do programa 1DContr para a zona não saturada mostraram que quanto maior o fator de retardamento, menor é a concentração final de fenóis após a passagem por essa zona. Mostraram ainda que quanto maior a quantidade inicial de fenóis infiltrada na superfície do terreno maior é a concentração final de fenóis na interface com a zona saturada. O resultado do modelo de fluxo mostrou que as principais linhas de fluxo partem da ALBRAS e da Alunorte em direção a duas áreas de descargas, uma na parte leste e outra na oeste formando com isso um divisor de água que passa pela área da fábrica. O transporte de massa de fenóis mostrou para o cenário 1 (que considerou as características de degradação e sorção dos fenóis) uma discreta evolução da pluma com o passar do tempo. Para o cenário 2 (que considerou os fenóis como uma substância conservativa), a evolução da pluma foi mais rápida com o passar do tempo.This work elaborated a computational hydrogeologic model to evaluate the behavior of Phenols in the unconfinaded aquifer in the area of influences direct of the complex Albras/Alunorte. For that, had been considered the coefficients of sorption of Phenols, gotten experimentally, as well as the hydrodynamic parameters, the speed and the standard of flow of the considered aquifer. The sorption assays had been carried through in the samples of Complex (1A and 1B), for the initial concentrations of 25 and 50 mg/L Phenol in conditions of pH 5 and Ph 8, shaking time of 6, 24 and 48 hours. For 25 mg/L initial concentration and shaking time of 6, 24 and 48 the sorved phenol content had been higher for values of pH 5. For the initial concentration of 50 mg/L phenol, had not been observed significant differences in sorved phenol content for the two studied levels of soil, independently of the conditions of pH and shaking. The desorption assays had shown that for the 1A and 1B samples, originally mixed to the solution of 25 mg/L of phenols, the ressolubilized contents had been very low, next to 0,01 mg/L. In both pH 5 and pH 8. For 50 mg/L of solution, the ressolubilized phenol content had been also low. However in pH 8 the concentrations had been next to 0,02 mg/L, about two times those gotten for pH 5. The obtained desoption values showed that phenol sorption is practically irreversible. The modeling results of unconfined aquifer made through the 1Dcontr program for the unsaturated zone had shown that how much higher the retardation factor, minor is the final phenol concentration after flow for unsaturated zone, and when bigger the initial amount of phenols infiltrated in the surface higher is the final phenol concentration in the saturated zone interface. The result of the flow model showed that the main flow lines come out from ALBRAS and ALUNORTE toward two discharge areas, one in the East and another in the West forming with this a watershed through plant. The transport of phenol mass showed for scene 1 (that considered the real characteristics of degradation and sorption of phenol) showed a discrete evolution of the plume with time. For the scene 2(which considered phenol as a conservative substance) the plume evolution was faster with the time in relation to scene 1.Submitted by Júlia Barreto (jsrs@ufpa.br) on 2019-03-13T16:29:18Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_EstudoExperimentalComportamento.pdf: 2727284 bytes, checksum: 9fc5f285eee9b97f7e098970b8f9e818 (MD5)Approved for entry into archive by Cleide Dantas (cleidedantas@ufpa.br) on 2019-08-22T14:39:45Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_EstudoExperimentalComportamento.pdf: 2727284 bytes, checksum: 9fc5f285eee9b97f7e098970b8f9e818 (MD5)Made available in DSpace on 2019-08-22T14:39:45Z (GMT). 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