Improvisação livre e forma: processo criativo entre estímulos e efeitos
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Paraíba
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Música
|
| Departamento: |
Música
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19535 |
Resumo: | “Improvisação livre” é um dos nomes dados a um amplo movimento musical desenvolvido e consolidado ao longo da década de 1960 no qual o conceito de improvisação desempenha um papel central na prática performática. A improvisação livre é comumente definida como uma música na qual estruturas, convenções ou traços estilísticos determinados previamente à performance são mantidas no mínimo necessário, e estariam idealmente ausentes. Definida dessa forma, a improvisação livre oferece um desafio metodológico para ser abordada de maneira científica, e o presente trabalho se propõe a buscar caminhos para enfrentar esse desafio: como funciona o processo criativo de um performer que atua nesse tipo de música? Em outras palavras: de que forma o conceito de improvisação “livre”, “total” ou “pura” pode servir de estímulo ou princípio produtivo para a construção de uma performance? Partiremos de uma análise historiográfica do uso do termo “improvisação” até o desenvolvimento dessa prática, buscando entender que conceitos estavam associados a essa palavra e de que forma eles foram traduzidos musicalmente. Em seguida buscaremos um entendimento mais abrangente do conceito de forma musical que possa ser usado numa música que dispensa a noção de estrutura construída previamente, e analisaremos a utilidade desse conceito para uma análise crítica deste tipo de música. O trabalho encerra com a análise de uma performance que consideramos canônica desse tipo de repertório, procurando aplicar os conceitos e ideias analíticas desenvolvidas ao longo da pesquisa. |
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2021-02-21T23:49:16Z2019-12-062021-02-21T23:49:16Z2019-07-29https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19535“Improvisação livre” é um dos nomes dados a um amplo movimento musical desenvolvido e consolidado ao longo da década de 1960 no qual o conceito de improvisação desempenha um papel central na prática performática. A improvisação livre é comumente definida como uma música na qual estruturas, convenções ou traços estilísticos determinados previamente à performance são mantidas no mínimo necessário, e estariam idealmente ausentes. Definida dessa forma, a improvisação livre oferece um desafio metodológico para ser abordada de maneira científica, e o presente trabalho se propõe a buscar caminhos para enfrentar esse desafio: como funciona o processo criativo de um performer que atua nesse tipo de música? Em outras palavras: de que forma o conceito de improvisação “livre”, “total” ou “pura” pode servir de estímulo ou princípio produtivo para a construção de uma performance? Partiremos de uma análise historiográfica do uso do termo “improvisação” até o desenvolvimento dessa prática, buscando entender que conceitos estavam associados a essa palavra e de que forma eles foram traduzidos musicalmente. Em seguida buscaremos um entendimento mais abrangente do conceito de forma musical que possa ser usado numa música que dispensa a noção de estrutura construída previamente, e analisaremos a utilidade desse conceito para uma análise crítica deste tipo de música. O trabalho encerra com a análise de uma performance que consideramos canônica desse tipo de repertório, procurando aplicar os conceitos e ideias analíticas desenvolvidas ao longo da pesquisa.“Free improvisation” is one of the names given to a broad musical movement developed and established in the 1960s, in which the concept of improvisation plays a central role in performance practice. Free improvisation is commonly defined as a music in which previously determined structures, conventions or stylistic traits are kept at a minimum, or totally absent ideally. Defined in this way, free improvisation offers a methodological challenge for a scientific approach, which the present work tries to address: how the creative process of a free improviser works? In other words: how can the concept of “free”, “total” or “pure” improvisation serve as stimulus or productive principle for the construction of a performance? We begin by a historiographical inquiry on the use of the term “improvisation” up until the development of this practice, trying to understand what concepts were attached to the word and how they have been translated musically. We then proceed to understand the concept of musical form in a broader way, so that it could be used to understand a music that dismisses the notion of preconceived structure, and assess the usefulness of this concept for a critical analysis of free improvisation. The work concludes with the analysis of a performance we considered canonical of free improvisation, trying to apply the concepts and analytic ideas developed along the research.Submitted by Adriana Cardoso (adriana@biblioteca.ufpb.br) on 2021-02-10T20:10:39Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) 004MatteoCiacchi_Dissert.pdf: 939875 bytes, checksum: 7f82f69c5bc14413461e5bd1d41c94ad (MD5)Approved for entry into archive by Biblioteca Digital de Teses e Dissertações BDTD (bdtd@biblioteca.ufpb.br) on 2021-02-21T23:49:16Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) 004MatteoCiacchi_Dissert.pdf: 939875 bytes, checksum: 7f82f69c5bc14413461e5bd1d41c94ad (MD5)Made available in DSpace on 2021-02-21T23:49:16Z (GMT). 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