Maturidade do ecossistema de startups na cidade de João Pessoa
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Paraíba
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Mestrado em Gestão de Organizações Aprendentes
|
| Departamento: |
Educação
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/18936 |
Resumo: | Empreendedores e suas startups têm chamado a atenção de diversos pesquisadores e organizações por sua capacidade em revolucionar mercados e promover, em uma escala nunca antes vista, a “destruição criativa”. Entretanto, a grande proeminência nas discussões sobre desenvolvimento socioeconômico nos contextos político e de negócios tem sido o conceito de ecossistema empreendedor ou de startups - abordagem cuja ênfase recai sobre como a conexão entre atores (networking) estabelecidas em meio à instituições formais e informais que pertencem ou atendem determinada região, sustentam a atividade empreendedora de startups naquele lugar por meio de processos contínuos de desenvolvimento e fluxo de recursos ao longo do tempo. Este trabalho apresenta uma análise da maturidade do ecossistema de startups em João Pessoa. A pesquisa, de natureza aplicada, qualitativa e exploratória, se constitui em um estudo de caso cujo método para a coleta de dados foi a entrevista semiestruturada realizada com 20 (vinte) respondentes entre empreendedores, mentores, investidores, integrantes de organizações de apoio, universidades e empresas de tecnologia, e cuja análise se deu por meio da análise de conteúdo e da aplicação do modelo de maturidade do ecossistema de startups de software. Desse modo, foi possível constatar o caráter nascente do ecossistema de startups de João Pessoa, marcado, principalmente, pela ausência de uma cultura que incentive as conexões entre os atores locais. A partir da análise também foi possível identificar fatores críticos do nível de maturidade atual do ecossistema como, por exemplo, o fomento ao empreendedorismo nas universidades, o estabelecimento de conexões entre os atores e a carência de investidores anjo, bem como algumas propostas de ação (direcionadores) aos atores locais, a exemplo de ações conjuntas de todos os atores principais, formação de um grupo de investidores e o mapeamento das startups. De igual modo, comparou-se o ecossistema de startups de João Pessoa com outras localidades já examinadas pela mesmo modelo de maturidade adotado no estudo, a saber, Tel Aviv, São Paulo e Nova Iorque e, diferente destes outros ambientes, em João Pessoa são as organizações de apoio - com destaque ao Sebrae Paraíba por meio do seu programa de pré-aceleração (StartPB), aos coworking locais e ao FabWork - ao invés de se ter do Governo ou dos próprios empreendedores de startups - que têm sido os principais fomentadores. Em meio à um contexto social, político, econômico, cultural e geográfico específico, o ecossistema de startups de João Pessoa precisa de empreendedores que assumam a liderança e busquem o desenvolvimento com os recursos e capacidades que possuem. |
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2020-12-28T04:56:05Z2019-06-282020-12-28T04:56:05Z2019-06-17https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/18936Empreendedores e suas startups têm chamado a atenção de diversos pesquisadores e organizações por sua capacidade em revolucionar mercados e promover, em uma escala nunca antes vista, a “destruição criativa”. Entretanto, a grande proeminência nas discussões sobre desenvolvimento socioeconômico nos contextos político e de negócios tem sido o conceito de ecossistema empreendedor ou de startups - abordagem cuja ênfase recai sobre como a conexão entre atores (networking) estabelecidas em meio à instituições formais e informais que pertencem ou atendem determinada região, sustentam a atividade empreendedora de startups naquele lugar por meio de processos contínuos de desenvolvimento e fluxo de recursos ao longo do tempo. Este trabalho apresenta uma análise da maturidade do ecossistema de startups em João Pessoa. A pesquisa, de natureza aplicada, qualitativa e exploratória, se constitui em um estudo de caso cujo método para a coleta de dados foi a entrevista semiestruturada realizada com 20 (vinte) respondentes entre empreendedores, mentores, investidores, integrantes de organizações de apoio, universidades e empresas de tecnologia, e cuja análise se deu por meio da análise de conteúdo e da aplicação do modelo de maturidade do ecossistema de startups de software. Desse modo, foi possível constatar o caráter nascente do ecossistema de startups de João Pessoa, marcado, principalmente, pela ausência de uma cultura que incentive as conexões entre os atores locais. A partir da análise também foi possível identificar fatores críticos do nível de maturidade atual do ecossistema como, por exemplo, o fomento ao empreendedorismo nas universidades, o estabelecimento de conexões entre os atores e a carência de investidores anjo, bem como algumas propostas de ação (direcionadores) aos atores locais, a exemplo de ações conjuntas de todos os atores principais, formação de um grupo de investidores e o mapeamento das startups. De igual modo, comparou-se o ecossistema de startups de João Pessoa com outras localidades já examinadas pela mesmo modelo de maturidade adotado no estudo, a saber, Tel Aviv, São Paulo e Nova Iorque e, diferente destes outros ambientes, em João Pessoa são as organizações de apoio - com destaque ao Sebrae Paraíba por meio do seu programa de pré-aceleração (StartPB), aos coworking locais e ao FabWork - ao invés de se ter do Governo ou dos próprios empreendedores de startups - que têm sido os principais fomentadores. Em meio à um contexto social, político, econômico, cultural e geográfico específico, o ecossistema de startups de João Pessoa precisa de empreendedores que assumam a liderança e busquem o desenvolvimento com os recursos e capacidades que possuem.Entrepreneurs and their startups have drawn the attention of many researchers and organizations for their ability to revolutionize markets and to promote the “creative destruction” on a never before seen scale. However, the major prominence in the discussions on socioeconomic development in political and business contexts has been the concept of entrepreneurial ecosystem or startups ecosystem. This approach emphasizes how the connection between actors established in the formal and informal institutions that belong or serve a particular region, sustain the entrepreneurial activity of startups in that place through continuous processes of development and flow of resources over time. This work presents an analysis of the startups ecosystem maturity in João Pessoa. The research, of an applied, qualitative and exploratory nature, constitutes a case study whose method for data collection was the semi-structured interview conducted with 20 (twenty) respondents among entrepreneurs, mentors, investors, members of support organizations, universities and technology companies, whose analysis was based on content analysis and the application of the software startups ecosystem maturity model. In this way, it was possible to verify that startups ecosystem of João Pessoa is nascent, mainly marked by the absence of a culture that encourages connections between local actors. From the analysis, it was also possible to identify critical factors of the current ecosystem maturity level, such as the promotion of entrepreneurship in universities, the establishment of connections between actors and the lack of angel investors. As well as some proposals for action (drivers) to local actors, such as joint actions of all key actors, formation of an investors group and the startups mapping. Likewise, the startups ecosystem of João Pessoa was compare with Tel Aviv, São Paulo and New York - locations already examined by the same maturity model adopted in the study. Unlike these other environments, are the support organizations like Sebrae Paraíba through its pre-acceleration program (StartPB), local coworkers and FabWork rather than the Government or the startup entrepreneurs themselves who have been the main promoters of the ecosystem in João Pessoa. In the midst of a specific social, political, economic, cultural and geographic context, João Pessoa's startups ecosystem needs entrepreneurs who take the lead and seek development with the resources and capabilities they possess.Submitted by Nataly Leite (nataly@biblioteca.ufpb.br) on 2020-12-22T14:06:21Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MateusLimaVieira_Dissert.pdf: 2806318 bytes, checksum: 82117db26605a936e8410a12932e0d58 (MD5)Approved for entry into archive by Biblioteca Digital de Teses e Dissertações BDTD (bdtd@biblioteca.ufpb.br) on 2020-12-28T04:56:05Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) MateusLimaVieira_Dissert.pdf: 2806318 bytes, checksum: 82117db26605a936e8410a12932e0d58 (MD5)Made available in DSpace on 2020-12-28T04:56:05Z (GMT). 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Empreendedores e suas startups têm chamado a atenção de diversos pesquisadores e organizações por sua capacidade em revolucionar mercados e promover, em uma escala nunca antes vista, a “destruição criativa”. Entretanto, a grande proeminência nas discussões sobre desenvolvimento socioeconômico nos contextos político e de negócios tem sido o conceito de ecossistema empreendedor ou de startups - abordagem cuja ênfase recai sobre como a conexão entre atores (networking) estabelecidas em meio à instituições formais e informais que pertencem ou atendem determinada região, sustentam a atividade empreendedora de startups naquele lugar por meio de processos contínuos de desenvolvimento e fluxo de recursos ao longo do tempo. Este trabalho apresenta uma análise da maturidade do ecossistema de startups em João Pessoa. A pesquisa, de natureza aplicada, qualitativa e exploratória, se constitui em um estudo de caso cujo método para a coleta de dados foi a entrevista semiestruturada realizada com 20 (vinte) respondentes entre empreendedores, mentores, investidores, integrantes de organizações de apoio, universidades e empresas de tecnologia, e cuja análise se deu por meio da análise de conteúdo e da aplicação do modelo de maturidade do ecossistema de startups de software. Desse modo, foi possível constatar o caráter nascente do ecossistema de startups de João Pessoa, marcado, principalmente, pela ausência de uma cultura que incentive as conexões entre os atores locais. A partir da análise também foi possível identificar fatores críticos do nível de maturidade atual do ecossistema como, por exemplo, o fomento ao empreendedorismo nas universidades, o estabelecimento de conexões entre os atores e a carência de investidores anjo, bem como algumas propostas de ação (direcionadores) aos atores locais, a exemplo de ações conjuntas de todos os atores principais, formação de um grupo de investidores e o mapeamento das startups. De igual modo, comparou-se o ecossistema de startups de João Pessoa com outras localidades já examinadas pela mesmo modelo de maturidade adotado no estudo, a saber, Tel Aviv, São Paulo e Nova Iorque e, diferente destes outros ambientes, em João Pessoa são as organizações de apoio - com destaque ao Sebrae Paraíba por meio do seu programa de pré-aceleração (StartPB), aos coworking locais e ao FabWork - ao invés de se ter do Governo ou dos próprios empreendedores de startups - que têm sido os principais fomentadores. Em meio à um contexto social, político, econômico, cultural e geográfico específico, o ecossistema de startups de João Pessoa precisa de empreendedores que assumam a liderança e busquem o desenvolvimento com os recursos e capacidades que possuem. |
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