Aspectos jurídicos do (contra)monumento: por entre preservação e destruição
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Paraíba
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas
|
| Departamento: |
Ciências Jurídicas
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29630 |
Resumo: | Nos últimos anos, uma nova onda de movimentos sociais de contestação a monumentos, relativos à luta pela memória, irrompeu pelo ocidente, ocasionando, em geral, a obliteração ou a demoção da originalidade de obras de arte urbanas. A esse respeito, o objeto desta pesquisa é a destruição intencional de monumentos situados no espaço público, notadamente quanto às possíveis respostas jurídicas diante dos conflitos que surgem ante a assolação acintosa da iconografia citadina. Exploram-se conceitos essenciais ao deslinde do objetivo, tais como as definições de monumento e contramonumento, ressaltando a indissociabilidade entre o estudo da obra de arte urbana e o seu contexto espaço-temporal; bem como realiza-se um mapeamento dos motivos que conduzem aos danos voluntários. Ademais, examinam-se os principais desfechos fornecidos pelos direitos espanhol e estadunidense, cotejando-os com o estado da arte do tema no sistema jurídico brasileiro. O propósito é investigar quais respostas a ciência jurídica pode proporcionar ao embate entre o direito internacional dos direitos humanos e o direito internacional do patrimônio cultural, exercendo a salvaguarda dos monumentos no ambiente das cidades – corpos vivos e, naturalmente, sujeitos à dinamicidade dos conflitos políticos – e, assim, contribuir com a harmonia pública. Para tanto, utiliza-se uma abordagem qualitativa, a partir de procedimentos documental e bibliográfico, com propósito explicativo, para a produção de uma pesquisa aplicada. Ao final, vê-se que as conclusões podem ser as mais variadas possíveis, pois essa lógica é permeada pela não unanimidade e por intersecções, mas, de certo, importante estratégia é a ressignificação do monumento como antimonumento, visto que se alcança, dessa forma, a maximização do potencial da obra artística, mesmo que agredida, mesmo que agressora seja considerada. |
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2024-02-26T11:51:44Z2023-07-312024-02-26T11:51:44Z2023-06-27https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29630Nos últimos anos, uma nova onda de movimentos sociais de contestação a monumentos, relativos à luta pela memória, irrompeu pelo ocidente, ocasionando, em geral, a obliteração ou a demoção da originalidade de obras de arte urbanas. A esse respeito, o objeto desta pesquisa é a destruição intencional de monumentos situados no espaço público, notadamente quanto às possíveis respostas jurídicas diante dos conflitos que surgem ante a assolação acintosa da iconografia citadina. Exploram-se conceitos essenciais ao deslinde do objetivo, tais como as definições de monumento e contramonumento, ressaltando a indissociabilidade entre o estudo da obra de arte urbana e o seu contexto espaço-temporal; bem como realiza-se um mapeamento dos motivos que conduzem aos danos voluntários. Ademais, examinam-se os principais desfechos fornecidos pelos direitos espanhol e estadunidense, cotejando-os com o estado da arte do tema no sistema jurídico brasileiro. O propósito é investigar quais respostas a ciência jurídica pode proporcionar ao embate entre o direito internacional dos direitos humanos e o direito internacional do patrimônio cultural, exercendo a salvaguarda dos monumentos no ambiente das cidades – corpos vivos e, naturalmente, sujeitos à dinamicidade dos conflitos políticos – e, assim, contribuir com a harmonia pública. Para tanto, utiliza-se uma abordagem qualitativa, a partir de procedimentos documental e bibliográfico, com propósito explicativo, para a produção de uma pesquisa aplicada. Ao final, vê-se que as conclusões podem ser as mais variadas possíveis, pois essa lógica é permeada pela não unanimidade e por intersecções, mas, de certo, importante estratégia é a ressignificação do monumento como antimonumento, visto que se alcança, dessa forma, a maximização do potencial da obra artística, mesmo que agredida, mesmo que agressora seja considerada.Over the past years, a new wave of social movements contesting monuments, related to the struggle for memory, has erupted around the western world, bringing on, in general, the obliteration or the originality demotion of urban works of art. On this subject, this research aim to analise the intentional destruction of public monuments, notably regarding to the legal responses in face of conflicts that arise from the voluntary destruction of city iconography. Essential concepts to delineate the objective of this research are explored, such as the definition of monument and countermonument, emphasizing the indissociability between the urban art study and it’s space-time context; as well as a mapping of the reasons that lead to voluntary damage. Furthermore, the main outcomes provided by spanish and US rights are examined, dialoging them with the nowadays approach of the subject in the brazilian legal system. The purpose is to investigate which answers that the legal science can provide to the clash between international human rights law and cultural heritage law, providing the safeguard of monuments in the atmosphere of the cities – living structures, naturally susceptible to the dynamics of political conflicts – and, in this bias, contributing to the public harmony. Therefore, a qualitative approach is used, based on documentary and bibliographical procedures, with an explanatory purpose, looking to elaborate an applied research. In the end, it is seen that the conclusions achieved are varied, because that logic is permeated by non-unanimity and intersections, but, certainly, an important strategy that has been settled is the resignification of the monument as an antimonument, since it reaches the maximization of the potential of the artistic work, even when it was assaulted or considered aggressive.Submitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2024-02-26T11:51:44Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BiancaReginaRamosMagalhães_Dissert.pdf: 5071053 bytes, checksum: 310eb4ab56e3a1ff9de13b6a8519065b (MD5)Made available in DSpace on 2024-02-26T11:51:44Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BiancaReginaRamosMagalhães_Dissert.pdf: 5071053 bytes, checksum: 310eb4ab56e3a1ff9de13b6a8519065b (MD5) Previous issue date: 2023-06-27NenhumaporUniversidade Federal da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação em Ciências JurídicasUFPBBrasilCiências JurídicasAttribution-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOMonumentos - PreservaçãoMonumentos - DestruiçãoContramonumentoJuridicidadeMonuments - PreservationMonuments - DestructionCountermonumentLegalityAspectos jurídicos do (contra)monumento: por entre preservação e destruiçãoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisFranca Filho, Marcílio Toscanohttp://lattes.cnpq.br/994414858057934404973752495http://lattes.cnpq.br/4179432843081170Magalhães, Bianca Regina Ramosreponame:Repositório Institucional da UFPBinstname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)instacron:UFPBTEXTBiancaReginaRamosMagalhães_Dissert.pdf.txtBiancaReginaRamosMagalhães_Dissert.pdf.txtExtracted texttext/plain321328https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/29630/4/BiancaReginaRamosMagalh%c3%a3es_Dissert.pdf.txt69dee1d5f81d3a81b721456c4ba2e0b1MD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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