Expressividade do corpo: a experiência de vergonha nas academias de ginástica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Barros, Lais Vitória Pinto lattes
Orientador(a): Caminha, Iraquitan de Oliveira lattes
Banca de defesa: Gehres, Adriana Faria lattes, Silva, Priscilla Pinto Costa da lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Paraíba
Programa de Pós-Graduação: Programa Associado de Pós Graduação em Educação Física (UPE/UFPB)
Departamento: Educação Física
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37269
Resumo: Introdução: Este estudo aborda a temática da experiência de vergonha nas academias de ginástica. Destaca-se o corpo como elemento central de modo que em suas relações sociais os sujeitos afetam-se enquanto também é afetado. Ao tratar da temática da experiência de vergonha dentro de um contexto das academias de ginástica, é possível perceber um fator em comum entre os dois que é a centralidade em questão, o corpo humano, presente na experiência como também na ocupação de um espaço. Neste sentido, a cada dia mais a vida humana é colocada em um ambiente em que o outro e a forma que o mundo em sua volta se vive, torna-se então um mecanismo que forja a identidade e influencia as relações humanas. O estudo ressalta a importância de compreender o corpo como um fenômeno e sugere a necessidade de reflexão sobre a vergonha nas academias, visando novas perspectivas na compreensão das interações sociais relacionadas ao corpo. Objetivo: Este estudo tem como objetivo analisar a relação entre a expressividade do corpo e a experiência de vergonha nas academias de ginástica. Métodos: Esta pesquisa trata sobre um estudo sociocultural sobre experiência da vergonha e será de natureza qualitativa, do tipo pesquisa de campo com foco na abordagem fenomenológica. Os indivíduos desta pesquisa são 8 pessoas frequentadores das academias de ginástica, com idade entre 13-17 anos, considerando a fase da adolescência, de ambos os sexos. A escolha dos sujeitos será intencional e não-probabilística. A presença de variantes de gênero e identidade não incidirá na escolha dos sujeitos. Conclusão: A experiência de vergonha, nesse sentido, nos conduz a refletir sobre a necessidade de ambientes das academias de ginásticas mais acolhedoras que integrem a prática da atividade física de modo humanizado, acolhendo atentamente as particularidades dos sujeitos, especialmente dos adolescentes que estão em construção de suas identidades e estão construindo suas referências para se reconhecerem em si mesmos.
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spelling 2026-01-06T10:30:16Z2025-09-252026-01-06T10:30:16Z2025-08-25https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37269Introdução: Este estudo aborda a temática da experiência de vergonha nas academias de ginástica. Destaca-se o corpo como elemento central de modo que em suas relações sociais os sujeitos afetam-se enquanto também é afetado. Ao tratar da temática da experiência de vergonha dentro de um contexto das academias de ginástica, é possível perceber um fator em comum entre os dois que é a centralidade em questão, o corpo humano, presente na experiência como também na ocupação de um espaço. Neste sentido, a cada dia mais a vida humana é colocada em um ambiente em que o outro e a forma que o mundo em sua volta se vive, torna-se então um mecanismo que forja a identidade e influencia as relações humanas. O estudo ressalta a importância de compreender o corpo como um fenômeno e sugere a necessidade de reflexão sobre a vergonha nas academias, visando novas perspectivas na compreensão das interações sociais relacionadas ao corpo. Objetivo: Este estudo tem como objetivo analisar a relação entre a expressividade do corpo e a experiência de vergonha nas academias de ginástica. Métodos: Esta pesquisa trata sobre um estudo sociocultural sobre experiência da vergonha e será de natureza qualitativa, do tipo pesquisa de campo com foco na abordagem fenomenológica. Os indivíduos desta pesquisa são 8 pessoas frequentadores das academias de ginástica, com idade entre 13-17 anos, considerando a fase da adolescência, de ambos os sexos. A escolha dos sujeitos será intencional e não-probabilística. A presença de variantes de gênero e identidade não incidirá na escolha dos sujeitos. 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In this sense, every day human life is placed in an environment in which the other and the way the world around them is lived becomes a mechanism that forges identity and influences human relationships. The study emphasises the importance of understanding the body as a phenomenon and suggests the need to re-examine shame in gyms, aiming for new perspectives in understanding social interactions related to the body. Aim: This study aims to analyse the relationship between body expressiveness and the experience of shame in gyms. Methods: This research is a socio-cultural study on the experience of shame and will be qualitative in nature, of the field research type with a focus on the phenomenological approach. The subjects of this research are 8 gym-goers aged between 13-17, considering the adolescent phase, of both sexes. The choice of subjects will be intentional and non-probabilistic. The presence of gender and identity variants will not affect the choice of subjects. Conclusion: The experience of shame, in this sense, leads us to reflect on the need for more welcoming gym environments that integrate the practice of physical activity in a humanised way, attentively welcoming the particularities of the subjects, especially adolescents who are in the process of constructing their identities and are building their references to recognise themselves in themselves.RESUMEN. Introducción: Introducción: Este estudio aborda la experiencia de la vergüenza en los gimnasios. Destaca el cuerpo como elemento central, de modo que en sus relaciones sociales, los sujetos se afectan mutuamente a la vez que son afectados. Al tratar el tema de la vivencia de la vergüenza en el contexto de los gimnasios, es posible ver un factor común entre ambos, que es la centralidad en cuestión, el cuerpo humano, presente tanto en la vivencia como en la ocupación de un espacio. En este sentido, la vida cotidiana del ser humano se sitúa en un entorno en el que el otro y la forma de vivir el mundo que le rodea se convierten en un mecanismo que forja la identidad e influye en las relaciones humanas. El estudio enfatiza la importancia de entender el cuerpo como fenómeno y sugiere la necesidad de una reflexión de la vergüenza en los gimnasios, con el objetivo de nuevas perspectivas en la comprensión de las interacciones sociales relacionadas con el cuerpo. Objetivo: Este estudio tiene como objetivo analizar la relación entre la expresividad corporal y la experiencia de la vergüenza en los gimnasios. Métodos: Esta investigación es un estudio sociocultural sobre la experiencia de la vergüenza y será de naturaleza cualitativa, del tipo investigación de campo con enfoque fenomenológico. Los sujetos de esta investigación son 8 usuarios de gimnasio con edades comprendidas entre los 13-17 años, considerando la fase adolescente, de ambos sexos. La elección de los sujetos será intencional y no probabilística. La presencia de variantes de género e identidad no afectará a la elección de los sujetos. Conclusión: La experiencia de la vergüenza, en este sentido, nos lleva a reflexionar sobre la necesidad de ambientes de gimnasia más acogedores, que integren la práctica de la actividad física de forma humanizada, acogiendo atentamente las particularidades de los sujetos, especialmente de los adolescentes que están en proceso de construcción de sus identidades y están construyendo sus referencias para reconocerse en sí mismos.Submitted by Fernando Augusto Alves Vieira (fernandovieira@biblioteca.ufpb.br) on 2026-01-06T10:30:16Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) LaisVitóriaPintoBarros_Dissert.pdf: 1861103 bytes, checksum: 8ac1bfe3b0d91c6a0fca489d7ef10cc5 (MD5)Made available in DSpace on 2026-01-06T10:30:16Z (GMT). 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