Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Ribeiro, Joseanne Daniele Cezar lattes
Orientador(a): Gomes, Enéas Ricardo de Morais lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Paraíba
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia
Departamento: Biotecnologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14834
Resumo: Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no biênio 2018-2019, para cada ano, aproxima-se um valor de 600 mil novos casos de câncer no Brasil. Como saída terapêutica para atingir o importante número populacional acometido por essa doença, existem os antibióticos antitumorais, agentes antineoplásicos onde está inserida a doxorrubicina. Apesar de sua eficácia no combate às células tumorais, sua utilização pode provocar reações adversas como a cardiotoxicidade. Nas abordagens farmacológicas uma substância que tem potencial no quesito proteção cardíaca é a Angiotensina-(1-7), um heptapeptídeo endógeno participante do sistema renina-angiotensina. Diante disso, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da Angiotensina-(1-7) na prevenção e tratamento da toxicidade provocada pela Doxorrubicina. Neste estudo foram utilizados 35 ratos Wistar adultos (Rattus novergicus), pesando de 160-278g, provenientes do Biotério Prof. Thomas George da Universidade Federal da Paraíba. Os animais passaram por um ciclo de seis semanas de experimentação, sendo divididos em 6 grupos: Controle Solução salina, Controle Ang-(1-7), Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e 2, e grupo Tratamento. Os animais foram submetidos a 3 avaliações ecocardiográficas ao longo dessas semanas e ao final do tratamento foram eutanasiados, com posterior avaliação do peso dos seguintes órgãos: coração, pulmão, rins (D e E), baço e fígado, além da análise do aspecto morfológico macroscópico do organismo dos animais (com registro fotográfico). Na avaliação da sobrevivência os grupos Controle Solução salina e Controle Ang-(1-7) chegaram ao final do experimento com todos os animais vivos, diferente dos grupos de tratamento que receberam Ang-(1-7) e doxorrubicina. Nos grupos controle Doxo e Tratamento houve uma queda no valor da massa corporal dos animais, além de características como apatia, desidratação e fezes diarreicas com muco. O grupo Controle Solução Salina na avaliação da necropsia apresentou uma morfologia com focos hemorrágicos nos pulmões, manchas brancas em ambos os rins e apenas em um dos ratos desse grupo foi capaz de observar a normalidade morfológica macroscópica. O grupo Controle Ang-(1-7) apresentou características morfológicas normais. Os animais dos grupos que receberam a doxorrubicina apresentaram rigidez característica nos órgãos, em especial no fígado, além do acúmulo de líquido na cavidade peritoneal e focos hemorrágicos em pulmões. Em relação à função ventricular esquerda os animais demonstraram um perfil semelhante entre os grupos de tratamento comparado ao grupo Controle. No que compete a avaliação da massa dos órgãos dos animais analisados, o grupo Controle Ang-(1-7) se comportou igual ao grupo Controle Solução salina. A massa cardíaca isolada apresentou redução nos grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento, mas em relação à massa corporal, verificou-se que a proporção não foi alterada entre os grupos. A massa pulmonar isolada mostrou-se alterada nos grupos Preventivo 1 e Preventivo 2 e na relação massa do órgão/massa corporal do animal esse aumento no volume pulmonar também pode ser observado nos grupos Controle doxorrubicina e Tratamento. O baço dos animais apresentou alteração apenas no grupo Preventivo 2. Não encontramos diferença na massa dos rins (D e E) entre os grupos de tratamento, mas constatamos que se observado a relação massa do órgão/massa corporal houve aumento nos grupos que receberam apenas a doxorrubicina no início do experimento. Por fim, a massa do fígado dos animais também não apresentou diferença entre os grupos quando observado isoladamente, mas quando considerada a massa corporal do animal os grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento manifestaram uma diferença importante do grupo Controle Solução salina. Diante dos resultados encontrados não foi possível analisar prevenção de cardiotoxicidade pela Ang-(1-7), e que quando administrada em associação com a doxorrubicina os efeitos foram demasiadamente deletérios.
id UFPB-2_f10e4aeef6ef393e580892eefa035a6c
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpb.br:123456789/14834
network_acronym_str UFPB-2
network_name_str Repositório Institucional da UFPB
repository_id_str
spelling 2019-06-26T15:13:56Z2019-01-222019-06-26T15:13:56Z2018-11-23https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14834Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no biênio 2018-2019, para cada ano, aproxima-se um valor de 600 mil novos casos de câncer no Brasil. Como saída terapêutica para atingir o importante número populacional acometido por essa doença, existem os antibióticos antitumorais, agentes antineoplásicos onde está inserida a doxorrubicina. Apesar de sua eficácia no combate às células tumorais, sua utilização pode provocar reações adversas como a cardiotoxicidade. Nas abordagens farmacológicas uma substância que tem potencial no quesito proteção cardíaca é a Angiotensina-(1-7), um heptapeptídeo endógeno participante do sistema renina-angiotensina. Diante disso, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da Angiotensina-(1-7) na prevenção e tratamento da toxicidade provocada pela Doxorrubicina. Neste estudo foram utilizados 35 ratos Wistar adultos (Rattus novergicus), pesando de 160-278g, provenientes do Biotério Prof. Thomas George da Universidade Federal da Paraíba. Os animais passaram por um ciclo de seis semanas de experimentação, sendo divididos em 6 grupos: Controle Solução salina, Controle Ang-(1-7), Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e 2, e grupo Tratamento. Os animais foram submetidos a 3 avaliações ecocardiográficas ao longo dessas semanas e ao final do tratamento foram eutanasiados, com posterior avaliação do peso dos seguintes órgãos: coração, pulmão, rins (D e E), baço e fígado, além da análise do aspecto morfológico macroscópico do organismo dos animais (com registro fotográfico). Na avaliação da sobrevivência os grupos Controle Solução salina e Controle Ang-(1-7) chegaram ao final do experimento com todos os animais vivos, diferente dos grupos de tratamento que receberam Ang-(1-7) e doxorrubicina. Nos grupos controle Doxo e Tratamento houve uma queda no valor da massa corporal dos animais, além de características como apatia, desidratação e fezes diarreicas com muco. O grupo Controle Solução Salina na avaliação da necropsia apresentou uma morfologia com focos hemorrágicos nos pulmões, manchas brancas em ambos os rins e apenas em um dos ratos desse grupo foi capaz de observar a normalidade morfológica macroscópica. O grupo Controle Ang-(1-7) apresentou características morfológicas normais. Os animais dos grupos que receberam a doxorrubicina apresentaram rigidez característica nos órgãos, em especial no fígado, além do acúmulo de líquido na cavidade peritoneal e focos hemorrágicos em pulmões. Em relação à função ventricular esquerda os animais demonstraram um perfil semelhante entre os grupos de tratamento comparado ao grupo Controle. No que compete a avaliação da massa dos órgãos dos animais analisados, o grupo Controle Ang-(1-7) se comportou igual ao grupo Controle Solução salina. A massa cardíaca isolada apresentou redução nos grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento, mas em relação à massa corporal, verificou-se que a proporção não foi alterada entre os grupos. A massa pulmonar isolada mostrou-se alterada nos grupos Preventivo 1 e Preventivo 2 e na relação massa do órgão/massa corporal do animal esse aumento no volume pulmonar também pode ser observado nos grupos Controle doxorrubicina e Tratamento. O baço dos animais apresentou alteração apenas no grupo Preventivo 2. Não encontramos diferença na massa dos rins (D e E) entre os grupos de tratamento, mas constatamos que se observado a relação massa do órgão/massa corporal houve aumento nos grupos que receberam apenas a doxorrubicina no início do experimento. Por fim, a massa do fígado dos animais também não apresentou diferença entre os grupos quando observado isoladamente, mas quando considerada a massa corporal do animal os grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento manifestaram uma diferença importante do grupo Controle Solução salina. Diante dos resultados encontrados não foi possível analisar prevenção de cardiotoxicidade pela Ang-(1-7), e que quando administrada em associação com a doxorrubicina os efeitos foram demasiadamente deletérios.According to data from the National Cancer Institute José Alencar Gomes da Silva (INCA), in the biennium 2018-2019, for each year, a value of 600 thousand new cancer cases in Brazil is approaching. As therapeutic output to reach the important population number affected by this disease, there are antitumor antibiotics, antineoplastic agents where doxorubicin is inserted. Despite its effectiveness in fighting tumor cells, its use may cause adverse reactions such as cardiotoxicity. In pharmacological approaches, a substance that has potential in the area of cardiac protection is Angiotensin- (1-7), an endogenous heptapeptide that participates in the renin-angiotensin system. Therefore, the objective of this study was to investigate the effects of Angiotensin- (17) on the prevention and treatment of toxicity caused by Doxorubicin. In this study 35 adult Wistar rats (Rattus novergicus), weighing 160-278g, were used from the Biotério Prof. Thomas George of the Federal University of Paraíba. The animals went through a cycle of six weeks of experimentation, being divided into 6 groups: Control Saline, Control Ang- (1-7), Control doxorubicin, Preventive 1 and 2, and Treatment group. The animals were submitted to 3 echocardiographic evaluations during these weeks and at the end of the treatment were euthanized, with subsequent evaluation of the following organs weight: heart, lung, kidneys (L and R), spleen and liver, besides morphological analysis macroscopic examination of the animals organism (with photographic record execution). In the evaluation of survival, the Control Saline Solution group and Control Ang-(1-7) arrived at the end of the experiment with all live animals, in opposition to the treatment groups that received Ang-(1-7) and doxorubicin. In the Doxo and Treatment control groups there was a decrease in the body mass value of the animals, besides characteristics such as apathy and dehydration and diarrheal feces with mucus. The control group Saline Control in the evaluation of the necropsy presented a morphology with hemorrhagic foci in the lungs, white patches in both kidneys and only one of the rats of this group was able to observe macroscopic morphological normality. The control Ang-(1-7) group presented normal morphological characteristics. The animals in the groups receiving doxorubicin had characteristic stiffness in the organs, especially in the liver, besides the accumulation of fluid in the peritoneal cavity, hemorrhagic foci in the lungs and in one animal there was an increase in the seminal vesicles and gallbladder , it is noteworthy that in the groups in which Ang- (1-7) interaction with doxorubicin also showed an increase in lung volume. Regarding left ventricular function, the animals showed a similar profile between the treatment groups and about the structure there was a decrease in the diastolic diameter, interventricular septum and posterior wall of the left ventricle compared to the Control group. The control group Ang- (1-7) behaved the same as the Control group, showing that Ang- (1-7), when administered alone, does not promote changes in the organs. Isolated heart mass showed a reduction in the groups Control doxorubicin, Preventive 1 and Treatment, but in relation to the body mass, we verified that the proportion was not altered between the groups. The isolated lung mass was altered in the Preventive 1 and Preventive 2 groups and in the organ mass/body mass ratio of the animal, this increase in lung volume can also be observed in the Control doxorubicin and Treatment groups. The spleen of the animals presented alteration only in Preventive 2 group. We did not find any difference in the kidney mass (L and R) between the treatment groups, but we observed that if the organ mass/body mass ratio was observed, there was an increase in the groups that received only doxorubicin at the beginning of the experiment. Finally, the liver mass of the animals did not show any difference between the groups when observed alone, but when considered the body mass of the animal, the groups Control doxorubicin, Preventive 1 and Treatment showed an important difference of the Control Saline group. In view of the results it was not possible to analyze the prevention of cardiotoxicity by Ang- (1-7), and when administered in combination with doxorubicin the effects were too deleterious.Submitted by Rosa Sylvana Mousinho (syllmouser@biblioteca.ufpb.br) on 2019-06-26T15:13:56Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Arquivototal.pdf: 2206077 bytes, checksum: 8c2faebd7a28fdcbbd48557a80912b7e (MD5)Made available in DSpace on 2019-06-26T15:13:56Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) Arquivototal.pdf: 2206077 bytes, checksum: 8c2faebd7a28fdcbbd48557a80912b7e (MD5) Previous issue date: 2018-11-23Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação em BiotecnologiaUFPBBrasilBiotecnologiaAttribution-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASAngiotensina-(1-7)DoxorrubicinaCardiotoxicidadeAngiotensin-(1-7)DoxorubicinCardiotoxicityAgentes cardiovascularesAngiotensinaBiotecnologiaEfeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicinainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisGomes, Enéas Ricardo de Moraishttp://lattes.cnpq.br/270721288342113509435960413http://lattes.cnpq.br/6024551780117140Ribeiro, Joseanne Daniele Cezarreponame:Repositório Institucional da UFPBinstname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)instacron:UFPBLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/3/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD53CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8805https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/2/license_rdfc4c98de35c20c53220c07884f4def27cMD52ORIGINALArquivototal.pdfArquivototal.pdfArquivototalapplication/pdf2206077https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/1/Arquivototal.pdf8c2faebd7a28fdcbbd48557a80912b7eMD51123456789/148342019-06-26 12:13:56.365oai:repositorio.ufpb.br:123456789/14834TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpb.br/oai/requestdiretoria@ufpb.br||bdtd@biblioteca.ufpb.bropendoar:25462019-06-26T15:13:56Repositório Institucional da UFPB - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
title Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
spellingShingle Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
Ribeiro, Joseanne Daniele Cezar
CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
Angiotensina-(1-7)
Doxorrubicina
Cardiotoxicidade
Angiotensin-(1-7)
Doxorubicin
Cardiotoxicity
Agentes cardiovasculares
Angiotensina
Biotecnologia
title_short Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
title_full Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
title_fullStr Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
title_full_unstemmed Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
title_sort Efeitos da angiotensina-(1-7) na toxicidade induzida por tratamento com doxorrubicina
author Ribeiro, Joseanne Daniele Cezar
author_facet Ribeiro, Joseanne Daniele Cezar
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Gomes, Enéas Ricardo de Morais
dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/2707212883421135
dc.contributor.authorID.fl_str_mv 09435960413
dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/6024551780117140
dc.contributor.author.fl_str_mv Ribeiro, Joseanne Daniele Cezar
contributor_str_mv Gomes, Enéas Ricardo de Morais
dc.subject.cnpq.fl_str_mv CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
topic CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
Angiotensina-(1-7)
Doxorrubicina
Cardiotoxicidade
Angiotensin-(1-7)
Doxorubicin
Cardiotoxicity
Agentes cardiovasculares
Angiotensina
Biotecnologia
dc.subject.por.fl_str_mv Angiotensina-(1-7)
Doxorrubicina
Cardiotoxicidade
Angiotensin-(1-7)
Doxorubicin
Cardiotoxicity
Agentes cardiovasculares
Angiotensina
Biotecnologia
description Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no biênio 2018-2019, para cada ano, aproxima-se um valor de 600 mil novos casos de câncer no Brasil. Como saída terapêutica para atingir o importante número populacional acometido por essa doença, existem os antibióticos antitumorais, agentes antineoplásicos onde está inserida a doxorrubicina. Apesar de sua eficácia no combate às células tumorais, sua utilização pode provocar reações adversas como a cardiotoxicidade. Nas abordagens farmacológicas uma substância que tem potencial no quesito proteção cardíaca é a Angiotensina-(1-7), um heptapeptídeo endógeno participante do sistema renina-angiotensina. Diante disso, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da Angiotensina-(1-7) na prevenção e tratamento da toxicidade provocada pela Doxorrubicina. Neste estudo foram utilizados 35 ratos Wistar adultos (Rattus novergicus), pesando de 160-278g, provenientes do Biotério Prof. Thomas George da Universidade Federal da Paraíba. Os animais passaram por um ciclo de seis semanas de experimentação, sendo divididos em 6 grupos: Controle Solução salina, Controle Ang-(1-7), Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e 2, e grupo Tratamento. Os animais foram submetidos a 3 avaliações ecocardiográficas ao longo dessas semanas e ao final do tratamento foram eutanasiados, com posterior avaliação do peso dos seguintes órgãos: coração, pulmão, rins (D e E), baço e fígado, além da análise do aspecto morfológico macroscópico do organismo dos animais (com registro fotográfico). Na avaliação da sobrevivência os grupos Controle Solução salina e Controle Ang-(1-7) chegaram ao final do experimento com todos os animais vivos, diferente dos grupos de tratamento que receberam Ang-(1-7) e doxorrubicina. Nos grupos controle Doxo e Tratamento houve uma queda no valor da massa corporal dos animais, além de características como apatia, desidratação e fezes diarreicas com muco. O grupo Controle Solução Salina na avaliação da necropsia apresentou uma morfologia com focos hemorrágicos nos pulmões, manchas brancas em ambos os rins e apenas em um dos ratos desse grupo foi capaz de observar a normalidade morfológica macroscópica. O grupo Controle Ang-(1-7) apresentou características morfológicas normais. Os animais dos grupos que receberam a doxorrubicina apresentaram rigidez característica nos órgãos, em especial no fígado, além do acúmulo de líquido na cavidade peritoneal e focos hemorrágicos em pulmões. Em relação à função ventricular esquerda os animais demonstraram um perfil semelhante entre os grupos de tratamento comparado ao grupo Controle. No que compete a avaliação da massa dos órgãos dos animais analisados, o grupo Controle Ang-(1-7) se comportou igual ao grupo Controle Solução salina. A massa cardíaca isolada apresentou redução nos grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento, mas em relação à massa corporal, verificou-se que a proporção não foi alterada entre os grupos. A massa pulmonar isolada mostrou-se alterada nos grupos Preventivo 1 e Preventivo 2 e na relação massa do órgão/massa corporal do animal esse aumento no volume pulmonar também pode ser observado nos grupos Controle doxorrubicina e Tratamento. O baço dos animais apresentou alteração apenas no grupo Preventivo 2. Não encontramos diferença na massa dos rins (D e E) entre os grupos de tratamento, mas constatamos que se observado a relação massa do órgão/massa corporal houve aumento nos grupos que receberam apenas a doxorrubicina no início do experimento. Por fim, a massa do fígado dos animais também não apresentou diferença entre os grupos quando observado isoladamente, mas quando considerada a massa corporal do animal os grupos Controle doxorrubicina, Preventivo 1 e Tratamento manifestaram uma diferença importante do grupo Controle Solução salina. Diante dos resultados encontrados não foi possível analisar prevenção de cardiotoxicidade pela Ang-(1-7), e que quando administrada em associação com a doxorrubicina os efeitos foram demasiadamente deletérios.
publishDate 2018
dc.date.issued.fl_str_mv 2018-11-23
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2019-06-26T15:13:56Z
dc.date.available.fl_str_mv 2019-01-22
2019-06-26T15:13:56Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14834
url https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14834
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal da Paraíba
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFPB
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Biotecnologia
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal da Paraíba
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPB
instname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
instacron:UFPB
instname_str Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
instacron_str UFPB
institution UFPB
reponame_str Repositório Institucional da UFPB
collection Repositório Institucional da UFPB
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/3/license.txt
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/2/license_rdf
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/14834/1/Arquivototal.pdf
bitstream.checksum.fl_str_mv 43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9b
c4c98de35c20c53220c07884f4def27c
8c2faebd7a28fdcbbd48557a80912b7e
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPB - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
repository.mail.fl_str_mv diretoria@ufpb.br||bdtd@biblioteca.ufpb.br
_version_ 1877597362170363904